28 de fevereiro de 2024, segundo a FT, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou no sábado que os Estados Unidos e Israel lançaram uma “ação maciça e contínua” contra o Irã naquela manhã. De várias fontes, chegaram relatos de explosões intensas em várias regiões de Teerão, com uma área próxima à residência do presidente iraniano coberta de fumaça, aumentando a tensão na região.
Trump afirmou que a operação militar visa impedir que o Irã ameaça os interesses de segurança nacional dos EUA e seus aliados, prometendo “destruir seus mísseis” e arrasar a indústria de mísseis do país. Ele também mencionou o ataque dos EUA às instalações nucleares do Irã em junho do ano passado, destacando que várias tentativas de negociar um acordo foram feitas, mas sem sucesso. Trump pediu publicamente aos membros da Guarda Revolucionária Islâmica que “deixem as armas” e prometeu “total imunidade”, caso contrário, eles estarão “certamente condenados à morte”.
Do lado de Israel, o ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que a operação foi uma “ação preventiva” com o objetivo de “eliminar a ameaça”. Israel declarou estado de emergência, fechou o espaço aéreo, restringiu reuniões públicas em todo o país e alertou para possíveis retaliações do Irã com mísseis e drones.