A criptogroup Galaxy, pertencente a Mike Novogratz, tem novos movimentos. De acordo com as últimas notícias, esta instituição que gere 17 bilhões de dólares em ativos digitais planeja lançar um hedge fund de 100 milhões de dólares no Q1 de 2026, com uma estratégia de investimento que aloca até 30% dos ativos em tokens de criptomoedas, enquanto o restante será investido em ações de empresas de serviços financeiros profundamente influenciadas por tecnologias e regulações de ativos digitais. Este não é um simples fundo de criptomoedas, mas uma ferramenta de investimento que atravessa dois mundos.
Configuração real do hedge fund
Significado da estrutura de investimento
A lógica de alocação do fundo Galaxy merece uma análise detalhada. 30% em tokens de criptomoedas, 70% em ações de serviços financeiros, parece uma estratégia de hedge de risco, mas na verdade reflete uma avaliação mais profunda do setor:
Parte de ativos criptográficos: Participação direta na volatilidade dos preços de ativos digitais, capturando oportunidades de curto prazo
Parte de ações financeiras: Investimento em empresas financeiras tradicionais profundamente impactadas por tecnologias de criptografia e mudanças regulatórias, visando ganhos estruturais de longo prazo
O responsável pelo fundo, Joe Armao, afirmou que o fundo pode lucrar ao “selecionar disruptores e empresas de alta e baixa qualidade no setor de serviços financeiros”. Isso significa que eles não olham apenas para o próprio universo cripto, mas também para como a criptografia está reestruturando o sistema financeiro.
Fonte de financiamento e escala
Este fundo já arrecadou 100 milhões de dólares de escritórios familiares, indivíduos de alta renda e grandes instituições, e a Galaxy também fornecerá um investimento semente. Com base na velocidade de captação e na estrutura dos investidores, isso não é um produto de nicho, mas uma confirmação institucional de que o capital reconhece os investimentos em criptomoedas.
Intenções estratégicas no contexto de mercado
Por que lançar esse fundo agora
A compreensão vem ao observar as ações recentes da Galaxy. Segundo dados on-chain, a Galaxy Digital transferiu entre 19 e 20 de janeiro cerca de 13.000 ETH (aproximadamente 41,75 milhões de dólares), dos quais 6.500 já foram depositados em exchanges como Binance, Bybit e OKX. Isso não é uma simples transferência de ativos, mas uma preparação para negociações em grande escala.
Ao mesmo tempo, o chefe de pesquisa da Galaxy, Alex Thorn, apontou que o ETH/BTC apresentou uma cruz de morte completa, um sinal de baixa. Nesse cenário de mercado, lançar um hedge fund capaz de lucrar com a volatilidade de preços é uma confirmação da própria avaliação de mercado da Galaxy.
Mudança na institucionalização da indústria de criptografia
O lançamento deste fundo marca uma mudança importante. Antes, os investimentos em criptomoedas eram dominados por investidores individuais e fundos menores. Agora, grandes instituições como a Galaxy começam a participar por meio de fundos de hedge, indicando que os ativos digitais estão sendo incorporados ao mainstream de investimentos.
O CEO da Galaxy, Mike Novogratz, já apontou que o principal obstáculo ao mercado de criptomoedas nos EUA vem da resistência dos bancos tradicionais — preocupados que as stablecoins possam ameaçar seus depósitos e receitas de spread. O lançamento deste fundo, de certa forma, também é uma ação concreta da Galaxy na competição financeira.
Análise de tendências on-chain
Avaliação real da Galaxy
Com a venda em grande escala de ETH e o lançamento de fundos de volatilidade, a avaliação da Galaxy é clara:
O mercado apresenta oportunidades de volatilidade significativa no curto prazo
Existe uma arbitragem potencial entre ativos criptográficos e ações financeiras
É necessário usar ferramentas profissionais para capturar essas oportunidades, ao invés de manter posições passivas
Isso difere um pouco do otimismo geral do mercado. Enquanto a maioria discute tokenização, atualizações regulatórias e outros fatores de longo prazo, a Galaxy demonstra por ações que está mais focada na dinâmica de preços de curto prazo.
Lições para investidores
O lançamento deste fundo nos oferece uma janela de observação para entender como grandes instituições realmente veem este mercado. Eles não estão apostando no futuro das criptomoedas, mas projetando uma ferramenta que possa lucrar com o cenário atual — seja em alta ou em baixa.
Resumo
A Galaxy lançou um hedge fund de 100 milhões de dólares, cuja lógica central é usar uma alocação de 30% em criptomoedas e 70% em ações financeiras para lucrar com a volatilidade do mercado. Isso reflete três realidades: primeiro, a indústria de criptografia está se institucionalizando, grandes players começam a usar ferramentas profissionais; segundo, o mercado apresenta volatilidade significativa no curto prazo, exigindo instrumentos de hedge para gerenciamento de risco; terceiro, a avaliação real de grandes players como a Galaxy pode ser mais cautelosa do que o consenso de mercado. Para investidores comuns, o mais importante é entender que as ações reais das grandes instituições muitas vezes refletem melhor o cenário de mercado do que suas declarações públicas.
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Galaxy 1 mil milhões de dólares em fundos de cobertura serão lançados no Q1. Qual é a lógica por trás de lucrar com a volatilidade das criptomoedas?
A criptogroup Galaxy, pertencente a Mike Novogratz, tem novos movimentos. De acordo com as últimas notícias, esta instituição que gere 17 bilhões de dólares em ativos digitais planeja lançar um hedge fund de 100 milhões de dólares no Q1 de 2026, com uma estratégia de investimento que aloca até 30% dos ativos em tokens de criptomoedas, enquanto o restante será investido em ações de empresas de serviços financeiros profundamente influenciadas por tecnologias e regulações de ativos digitais. Este não é um simples fundo de criptomoedas, mas uma ferramenta de investimento que atravessa dois mundos.
Configuração real do hedge fund
Significado da estrutura de investimento
A lógica de alocação do fundo Galaxy merece uma análise detalhada. 30% em tokens de criptomoedas, 70% em ações de serviços financeiros, parece uma estratégia de hedge de risco, mas na verdade reflete uma avaliação mais profunda do setor:
O responsável pelo fundo, Joe Armao, afirmou que o fundo pode lucrar ao “selecionar disruptores e empresas de alta e baixa qualidade no setor de serviços financeiros”. Isso significa que eles não olham apenas para o próprio universo cripto, mas também para como a criptografia está reestruturando o sistema financeiro.
Fonte de financiamento e escala
Este fundo já arrecadou 100 milhões de dólares de escritórios familiares, indivíduos de alta renda e grandes instituições, e a Galaxy também fornecerá um investimento semente. Com base na velocidade de captação e na estrutura dos investidores, isso não é um produto de nicho, mas uma confirmação institucional de que o capital reconhece os investimentos em criptomoedas.
Intenções estratégicas no contexto de mercado
Por que lançar esse fundo agora
A compreensão vem ao observar as ações recentes da Galaxy. Segundo dados on-chain, a Galaxy Digital transferiu entre 19 e 20 de janeiro cerca de 13.000 ETH (aproximadamente 41,75 milhões de dólares), dos quais 6.500 já foram depositados em exchanges como Binance, Bybit e OKX. Isso não é uma simples transferência de ativos, mas uma preparação para negociações em grande escala.
Ao mesmo tempo, o chefe de pesquisa da Galaxy, Alex Thorn, apontou que o ETH/BTC apresentou uma cruz de morte completa, um sinal de baixa. Nesse cenário de mercado, lançar um hedge fund capaz de lucrar com a volatilidade de preços é uma confirmação da própria avaliação de mercado da Galaxy.
Mudança na institucionalização da indústria de criptografia
O lançamento deste fundo marca uma mudança importante. Antes, os investimentos em criptomoedas eram dominados por investidores individuais e fundos menores. Agora, grandes instituições como a Galaxy começam a participar por meio de fundos de hedge, indicando que os ativos digitais estão sendo incorporados ao mainstream de investimentos.
O CEO da Galaxy, Mike Novogratz, já apontou que o principal obstáculo ao mercado de criptomoedas nos EUA vem da resistência dos bancos tradicionais — preocupados que as stablecoins possam ameaçar seus depósitos e receitas de spread. O lançamento deste fundo, de certa forma, também é uma ação concreta da Galaxy na competição financeira.
Análise de tendências on-chain
Avaliação real da Galaxy
Com a venda em grande escala de ETH e o lançamento de fundos de volatilidade, a avaliação da Galaxy é clara:
Isso difere um pouco do otimismo geral do mercado. Enquanto a maioria discute tokenização, atualizações regulatórias e outros fatores de longo prazo, a Galaxy demonstra por ações que está mais focada na dinâmica de preços de curto prazo.
Lições para investidores
O lançamento deste fundo nos oferece uma janela de observação para entender como grandes instituições realmente veem este mercado. Eles não estão apostando no futuro das criptomoedas, mas projetando uma ferramenta que possa lucrar com o cenário atual — seja em alta ou em baixa.
Resumo
A Galaxy lançou um hedge fund de 100 milhões de dólares, cuja lógica central é usar uma alocação de 30% em criptomoedas e 70% em ações financeiras para lucrar com a volatilidade do mercado. Isso reflete três realidades: primeiro, a indústria de criptografia está se institucionalizando, grandes players começam a usar ferramentas profissionais; segundo, o mercado apresenta volatilidade significativa no curto prazo, exigindo instrumentos de hedge para gerenciamento de risco; terceiro, a avaliação real de grandes players como a Galaxy pode ser mais cautelosa do que o consenso de mercado. Para investidores comuns, o mais importante é entender que as ações reais das grandes instituições muitas vezes refletem melhor o cenário de mercado do que suas declarações públicas.