Num cenário de opinião pública fora dos Estados Unidos, um erro ortográfico aparentemente insignificante tornou-se recentemente um ponto de ignição. Esta história começa com um vídeo de investigação, envolvendo a participação de Elon Musk e da vice-presidente Kamala Harris, e desencadeou no mundo das criptomoedas uma nova experiência sobre a monetização de criadores.
Uma suspeita de fraude numa creche que agitou toda a internet
O jornalista de investigação independente Nick Shirley publicou um vídeo nas redes sociais que rapidamente se tornou viral. Ele revelou uma operação suspeita numa creche no estado de Minnesota, EUA: a instituição mantinha as portas fechadas durante o horário de funcionamento, 99 crianças registadas na lista de matrícula estavam desaparecidas, mas recebeu 1,9 milhões de dólares de apoio governamental.
O que chamou a atenção foi o fato de que o material promocional da creche tinha escrito incorretamente “learning” como “learing” — este erro ortográfico tornou-se posteriormente uma marca simbólica de todo o episódio. Residentes locais entrevistados afirmaram que moram na região há 8 anos e nunca viram nenhuma criança, o que reforça a suspeita de fraude na creche.
Após a publicação do vídeo, a atenção da sociedade americana foi amplamente despertada. Em apenas dois dias, esses vídeos de investigação acumularam centenas de milhões de visualizações em várias plataformas sociais, sendo que um vídeo completo de 42 minutos no X atingiu mais de 100 milhões de visualizações.
Uma cena engenhosa no ecossistema político fora dos EUA
O motivo pelo qual este episódio causou tal impacto está ligado ao contexto político dos EUA. Minnesota é tradicionalmente considerada uma base do Partido Democrata, mas nos últimos anos esse cenário político tem mudado silenciosamente. Mais importante ainda, o atual governador Tim Walz foi candidato a vice-presidente na chapa de Kamala Harris na eleição de 2024, tendo potencial para se tornar o próprio vice-presidente.
Nesse contexto, a vice-presidente Kamala Harris começou a compartilhar várias vezes o vídeo de investigação de Nick Shirley, elogiando publicamente seu valor — afirmando que essa investigação vale mais do que todas as obras vencedoras do Prêmio Pulitzer de 2024. Ao mesmo tempo, Elon Musk também acompanhou a conta de Nick Shirley e apoiou, brincando ao chamar o erro ortográfico “learing” de “a melhor palavra do ano”.
Isso não foi apenas uma aprovação de dois líderes políticos e empresariais americanos a uma investigação, mas uma jogada inteligente no jogo político fora dos EUA — ao apoiar essa investigação, eles criticaram indiretamente a gestão de seus adversários políticos.
O acompanhamento na cadeia: de memes a tokens de criadores
Na comunidade de criptomoedas, o tema também está em alta. A comunidade na blockchain rapidamente aproveitou o elemento “learing”, que possui potencial de meme, criando na blockchain da Solana um token meme com o mesmo nome, cujo valor de mercado chegou a 3,34 milhões de dólares.
Mas o mais interessante foi o que aconteceu a seguir. Nick Shirley foi descoberto emitindo na blockchain Base um token de criador pessoal chamado $thenickshirley. Interações do fundador da Coinbase, Brian Armstrong, com Nick Shirley confirmaram que esse token é realmente oficial do próprio jornalista.
Até o momento desta reportagem, o valor de mercado desse token de criador atingiu 5,65 milhões de dólares, chegando a um pico de mais de 9 milhões. Ainda mais impressionante, Nick Shirley já obteve mais de 40 mil dólares de receita direta de criador através das royalties do token.
Brian Armstrong, fundador da Coinbase, elogiou esse fenômeno, afirmando que isso demonstra o potencial de monetização de conteúdo na blockchain Base. Nick Shirley agradeceu posteriormente a Armstrong, elogiando a plataforma Base e Zora como uma inovação de nível “lendário”. Além disso, Nick Shirley publicou publicamente seus endereços Venmo e de criptomoedas nas redes sociais, oferecendo múltiplas opções de doação aos apoiadores.
Reflexão profunda: uma nova exploração da economia de criadores fora dos EUA
À primeira vista, parece uma festa de opinião pública sobre um escândalo político; mas, sob uma perspectiva mais profunda, trata-se de um experimento real de “economia de criadores + monetização de conteúdo na cadeia”.
Neste experimento, um criador de conteúdo como Nick Shirley, com forte capacidade de disseminação e impacto em questões públicas, não depende de patrocinadores, nem de divisão de receitas de plataformas, nem de receitas de anunciantes, mas realiza a conversão de atenção em capital usando ferramentas descentralizadas na blockchain.
Este caso não se limita à questão especulativa de “quanto pode subir esse token”, mas envolve uma questão mais fundamental: os criadores de conteúdo podem realmente monetizar de forma mais eficiente, com menor custo e maior transparência, em plataformas descentralizadas?
Toda a cadeia do evento mostra que, desde questões sociais iniciais, passando pela atenção da mídia, até a inovação em ferramentas financeiras, está sendo construída uma nova ecologia de empoderamento de criadores. Talvez esse seja um vislumbre do futuro da indústria de mídia e conteúdo — cada vez mais criadores possam contornar os canais tradicionais de distribuição e monetização, indo diretamente ao público e ao mercado.
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Como um erro de ortografia pode desencadear uma tempestade nos EUA: do cenário político ao mundo das criptomoedas, uma onda de atenção
Num cenário de opinião pública fora dos Estados Unidos, um erro ortográfico aparentemente insignificante tornou-se recentemente um ponto de ignição. Esta história começa com um vídeo de investigação, envolvendo a participação de Elon Musk e da vice-presidente Kamala Harris, e desencadeou no mundo das criptomoedas uma nova experiência sobre a monetização de criadores.
Uma suspeita de fraude numa creche que agitou toda a internet
O jornalista de investigação independente Nick Shirley publicou um vídeo nas redes sociais que rapidamente se tornou viral. Ele revelou uma operação suspeita numa creche no estado de Minnesota, EUA: a instituição mantinha as portas fechadas durante o horário de funcionamento, 99 crianças registadas na lista de matrícula estavam desaparecidas, mas recebeu 1,9 milhões de dólares de apoio governamental.
O que chamou a atenção foi o fato de que o material promocional da creche tinha escrito incorretamente “learning” como “learing” — este erro ortográfico tornou-se posteriormente uma marca simbólica de todo o episódio. Residentes locais entrevistados afirmaram que moram na região há 8 anos e nunca viram nenhuma criança, o que reforça a suspeita de fraude na creche.
Após a publicação do vídeo, a atenção da sociedade americana foi amplamente despertada. Em apenas dois dias, esses vídeos de investigação acumularam centenas de milhões de visualizações em várias plataformas sociais, sendo que um vídeo completo de 42 minutos no X atingiu mais de 100 milhões de visualizações.
Uma cena engenhosa no ecossistema político fora dos EUA
O motivo pelo qual este episódio causou tal impacto está ligado ao contexto político dos EUA. Minnesota é tradicionalmente considerada uma base do Partido Democrata, mas nos últimos anos esse cenário político tem mudado silenciosamente. Mais importante ainda, o atual governador Tim Walz foi candidato a vice-presidente na chapa de Kamala Harris na eleição de 2024, tendo potencial para se tornar o próprio vice-presidente.
Nesse contexto, a vice-presidente Kamala Harris começou a compartilhar várias vezes o vídeo de investigação de Nick Shirley, elogiando publicamente seu valor — afirmando que essa investigação vale mais do que todas as obras vencedoras do Prêmio Pulitzer de 2024. Ao mesmo tempo, Elon Musk também acompanhou a conta de Nick Shirley e apoiou, brincando ao chamar o erro ortográfico “learing” de “a melhor palavra do ano”.
Isso não foi apenas uma aprovação de dois líderes políticos e empresariais americanos a uma investigação, mas uma jogada inteligente no jogo político fora dos EUA — ao apoiar essa investigação, eles criticaram indiretamente a gestão de seus adversários políticos.
O acompanhamento na cadeia: de memes a tokens de criadores
Na comunidade de criptomoedas, o tema também está em alta. A comunidade na blockchain rapidamente aproveitou o elemento “learing”, que possui potencial de meme, criando na blockchain da Solana um token meme com o mesmo nome, cujo valor de mercado chegou a 3,34 milhões de dólares.
Mas o mais interessante foi o que aconteceu a seguir. Nick Shirley foi descoberto emitindo na blockchain Base um token de criador pessoal chamado $thenickshirley. Interações do fundador da Coinbase, Brian Armstrong, com Nick Shirley confirmaram que esse token é realmente oficial do próprio jornalista.
Até o momento desta reportagem, o valor de mercado desse token de criador atingiu 5,65 milhões de dólares, chegando a um pico de mais de 9 milhões. Ainda mais impressionante, Nick Shirley já obteve mais de 40 mil dólares de receita direta de criador através das royalties do token.
Brian Armstrong, fundador da Coinbase, elogiou esse fenômeno, afirmando que isso demonstra o potencial de monetização de conteúdo na blockchain Base. Nick Shirley agradeceu posteriormente a Armstrong, elogiando a plataforma Base e Zora como uma inovação de nível “lendário”. Além disso, Nick Shirley publicou publicamente seus endereços Venmo e de criptomoedas nas redes sociais, oferecendo múltiplas opções de doação aos apoiadores.
Reflexão profunda: uma nova exploração da economia de criadores fora dos EUA
À primeira vista, parece uma festa de opinião pública sobre um escândalo político; mas, sob uma perspectiva mais profunda, trata-se de um experimento real de “economia de criadores + monetização de conteúdo na cadeia”.
Neste experimento, um criador de conteúdo como Nick Shirley, com forte capacidade de disseminação e impacto em questões públicas, não depende de patrocinadores, nem de divisão de receitas de plataformas, nem de receitas de anunciantes, mas realiza a conversão de atenção em capital usando ferramentas descentralizadas na blockchain.
Este caso não se limita à questão especulativa de “quanto pode subir esse token”, mas envolve uma questão mais fundamental: os criadores de conteúdo podem realmente monetizar de forma mais eficiente, com menor custo e maior transparência, em plataformas descentralizadas?
Toda a cadeia do evento mostra que, desde questões sociais iniciais, passando pela atenção da mídia, até a inovação em ferramentas financeiras, está sendo construída uma nova ecologia de empoderamento de criadores. Talvez esse seja um vislumbre do futuro da indústria de mídia e conteúdo — cada vez mais criadores possam contornar os canais tradicionais de distribuição e monetização, indo diretamente ao público e ao mercado.