As últimas eleições parlamentares no Japão deixaram os partidos candidatos bastante agitados. Para conquistar mais assentos, os partidos estão lançando grandes promessas — como, por exemplo, se conseguirem ampliar a sua bancada, irão cortar o imposto sobre consumo de alimentos de 8% para 0.
Parece uma proposta ótima, mas o mercado ficou instantaneamente confuso. O rendimento dos títulos do governo japonês de 40 anos atingiu momentaneamente 4%, refletindo a preocupação dos investidores com a possível pressão fiscal que as mudanças na política poderiam trazer.
Ao fazer as contas, fica claro por que esse assunto mexe tanto com o mercado. Tomando como exemplo uma família de três pessoas, com um consumo mensal de alimentos de 100 mil ienes (nota: a composição do imposto sobre consumo no Japão é semelhante ao IVA doméstico), o imposto de 8% equivale a 8 mil ienes. Esse valor pode parecer pequeno, mas, em escala nacional, o impacto financeiro é bastante significativo, e esse custo final precisa ser coberto por algum lugar.
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ChainWallflower
· 4h atrás
Hmm, já vi esse esquema antes, cortar impostos para agradar os eleitores, no final as dívidas explodem e quem paga é o povo.
Os políticos são tão habilidosos assim, vão cortar até zero? Primeiro fazem uma propaganda, depois falam.
Os títulos do governo de 40 anos já atingiram 4%, o mercado já está pedindo para parar, hein.
Mais uma promessa bonita, no final ainda precisam tapar o buraco em outro lugar, esse esquema é velho demais.
Parece muito vantajoso, mas e a situação fiscal, o que fazer? Já vi muitas dessas políticas.
Cortar impostos parece ótimo, mas esse buraco negro da dívida, será que consegue preencher?
Nessas horas ainda ficam aí se atacando, cada um usando táticas duras...
Só alguns milhares de ienes, vale a pena tumultuar o mercado por causa disso?
Contar com promessas de redução de impostos para ganhar votos, operação clássica, a questão da dívida é como se não existisse.
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GraphGuru
· 01-21 01:50
Isto é o típico populismo eleitoral, cortar o imposto ao consumo todos gostam de ouvir, mas como é que se calcula esta conta? Os títulos de dívida de 40 anos atingiram diretamente 4%, esta é que é a verdadeira reação do mercado.
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NFTregretter
· 01-21 01:49
Consumir imposto para 0? Só de ouvir, já desisti. Isto não é uma promessa eleitoral, isto é brincar com fogo.
O rendimento dos títulos do governo a 40 anos sobe diretamente para 4%, o mercado está em pânico. A operação do Japão é realmente absurda, meu Deus, eles levam a questão dos impostos a sério demais.
Lembrando aquelas "belas promessas" de antes, no final tudo acabou no buraco negro das finanças. Desta vez, também não vão escapar.
Fazendo as contas, dá para ver que, superficialmente, economizar um pouco no imposto de consumo, mas o buraco por trás é enorme. Quem vai preencher esse vazio? Não são os contribuintes e o mercado de dívida.
Os políticos do Japão realmente sabem fazer jogadas, querem usar a estabilidade financeira como aposta. Vamos assistir ao espetáculo, pessoal.
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LightningWallet
· 01-21 01:42
Cortar o imposto sobre o consumo soa bem, mas quem vai preencher esse buraco, hein? É realmente uma jogada típica de políticos que só fazem promessas vazias
O rendimento dos títulos do governo disparou para 4%, o mercado já percebeu essa jogada, só um tolo acreditaria que funciona
O Japão está brincando com fogo, ao lançar uma grande ofensiva fiscal, no final as contas quem paga são os cidadãos comuns
Mais uma vez, essa história de prometer redução de impostos para ganhar votos, e depois aumentar outros impostos, é só trocar a sopa, mas o caldo continua o mesmo
Cortar o imposto sobre o consumo significa que o governo precisa arrecadar dinheiro de outro lugar, essa conta simplesmente não fecha
Os políticos japoneses realmente têm coragem de se gabar, com tanta pressão fiscal, ainda assim querem reduzir impostos? Investidores não ficariam preocupados?
Isso é um exemplo clássico de política populista, que busca agradar os eleitores a curto prazo, mas quem paga a conta a longo prazo é sempre o mercado
8000 ienes parecem pouco, mas acumulados a nível nacional, tornam-se um número astronômico. Essa questão matemática é realmente tão difícil assim?
Dizem que é uma reforma, mas na verdade é uma manobra eleitoral para causar destruição. O Banco Central do Japão deve estar se preocupando bastante
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zkProofInThePudding
· 01-21 01:37
Não consigo mais continuar, os políticos começaram a brincar com os impostos... cortar até 0? Quem vai preencher o buraco?
Sobre o imposto sobre o consumo, à primeira vista parece que o povo está feliz, mas na realidade o rendimento dos títulos do governo já atingiu 4%, o mercado já está assustado.
Mesmo com uma dívida tão pesada, o Japão ainda está se mexendo, será que realmente têm uma finança invencível?
Mais uma vez, é economia de votos, prometer é fácil, pagar a conta é difícil.
Cortar de 8% para 0 soa bem, mas esse dinheiro precisa vir de outro lugar, parece que estão esgotando o futuro.
As pessoas são todas iguais, querem uma refeição grátis.
Os políticos prometem rápido, o mercado reage ainda mais rápido... Essa é a realidade.
Essa jogada do Japão parece estar apostando na sorte do país.
As últimas eleições parlamentares no Japão deixaram os partidos candidatos bastante agitados. Para conquistar mais assentos, os partidos estão lançando grandes promessas — como, por exemplo, se conseguirem ampliar a sua bancada, irão cortar o imposto sobre consumo de alimentos de 8% para 0.
Parece uma proposta ótima, mas o mercado ficou instantaneamente confuso. O rendimento dos títulos do governo japonês de 40 anos atingiu momentaneamente 4%, refletindo a preocupação dos investidores com a possível pressão fiscal que as mudanças na política poderiam trazer.
Ao fazer as contas, fica claro por que esse assunto mexe tanto com o mercado. Tomando como exemplo uma família de três pessoas, com um consumo mensal de alimentos de 100 mil ienes (nota: a composição do imposto sobre consumo no Japão é semelhante ao IVA doméstico), o imposto de 8% equivale a 8 mil ienes. Esse valor pode parecer pequeno, mas, em escala nacional, o impacto financeiro é bastante significativo, e esse custo final precisa ser coberto por algum lugar.