A leitura do mercado de obrigações sobre esta eleição conta uma história interessante: expansão fiscal à frente. Mas aqui é onde fica complicado. A isenção de impostos sobre alimentos parece politicamente inteligente, exceto que ninguém respondeu à questão do dinheiro. De onde vem o financiamento? Esse é o elefante na sala, e é por isso que as preocupações com o deterioramento fiscal continuam a surgir nos cálculos dos traders de obrigações. A diferença entre as promessas de campanha e a capacidade orçamental real é real, e os mercados estão começando a precificar a possibilidade de que a retórica de expansão pode não corresponder à sustentabilidade fiscal a longo prazo.
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CryptoPunster
· 7h atrás
Dizer que é uma "expansão fiscal" é bonito, mas na realidade é só imprimir dinheiro porque não há dinheiro suficiente. A redução de impostos sobre alimentos parece boa, mas de onde vem o dinheiro? Os negociantes de títulos já perceberam, isso é apenas uma versão embelezada de um "gap", e no final das contas, quem vai pagar a conta é o mercado.
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FOMOmonster
· 20h atrás
Resumindo, é só o bolo, não tenho dinheiro para fazer? O mercado de dívida já percebeu isso há muito tempo
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AirdropLicker
· 01-21 03:57
Resumindo, é como se a cota de crédito do Huabei tivesse acabado e ainda quisesse continuar a usar, o mercado de títulos vê isso muito mais claramente do que os políticos.
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PumpStrategist
· 01-21 03:55
O mercado de obrigações já percebeu, esta onda de expansão fiscal é bonita de se dizer, mas de onde vem o dinheiro? A forma já está estabelecida, agora é só esperar a liberação do risco.
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GateUser-beba108d
· 01-21 03:52
Resumindo, é um cheque sem fundos, quem acredita nisso é bobo
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just_another_fish
· 01-21 03:51
Dizer bem, mas sem dinheiro no bolso... O mercado de obrigações vê tudo com mais clareza do que ninguém
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SignatureAnxiety
· 01-21 03:48
Outra vez essa história? A redução de impostos prometida, de onde vai sair o dinheiro, ninguém tem coragem de dizer a verdade
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DeFiVeteran
· 01-21 03:41
O mercado de obrigações é o mais honesto, na verdade, não se consegue esconder a falta de dinheiro
A leitura do mercado de obrigações sobre esta eleição conta uma história interessante: expansão fiscal à frente. Mas aqui é onde fica complicado. A isenção de impostos sobre alimentos parece politicamente inteligente, exceto que ninguém respondeu à questão do dinheiro. De onde vem o financiamento? Esse é o elefante na sala, e é por isso que as preocupações com o deterioramento fiscal continuam a surgir nos cálculos dos traders de obrigações. A diferença entre as promessas de campanha e a capacidade orçamental real é real, e os mercados estão começando a precificar a possibilidade de que a retórica de expansão pode não corresponder à sustentabilidade fiscal a longo prazo.