No final do ano, na passagem de ano, o Conselho de Tarifas e Tarifas Aduaneiras do Conselho de Estado lançou um plano de ajustamento de peso. A nova política tarifária, que entrará em vigor a partir de 1 de janeiro de 2026, terá um impacto profundo na estrutura do comércio de importação e exportação. Esta reforma concentra-se na otimização da configuração das tarifas e na promoção de um desenvolvimento de alta qualidade, envolvendo ajustes nas tarifas de importação, classificação de novos produtos e tratamento preferencial para países em desenvolvimento.
Otimização das tarifas de importação — 935 produtos incluídos na nova política de tarifas reduzidas
O núcleo da nova política tarifária manifesta-se inicialmente no ajuste das tarifas provisórias de importação. O Conselho de Estado decidiu aplicar tarifas provisórias de importação inferiores à tarifa de nação mais favorecida a 935 produtos, abrangendo três áreas estratégicas. Entre elas, componentes tecnológicos essenciais tornam-se foco de proteção, visando fortalecer a cadeia industrial doméstica; produtos relacionados à transição verde recebem favorecimento político, alinhando-se com a meta de neutralidade de carbono; a redução de tarifas em produtos de saúde reflete uma orientação de prioridade para o bem-estar da população.
Ao mesmo tempo, a política também clarifica o outro lado da direção de ajuste — a eliminação de tarifas provisórias de importação para alguns produtos. Produtos como micro-motores e impressoras de estampa terão suas tarifas de nação mais favorecida restauradas, refletindo uma orientação de mercado e ajuste dinâmico.
Novas categorias de produtos tarifários — produtos inovadores como robôs inteligentes entram oficialmente na lista
A melhoria do sistema de classificação tarifária é outro destaque desta reforma. O Conselho de Estado adicionou categorias tarifárias para produtos de ponta, como robôs biomiméticos inteligentes e querosene de aviação biológico, expandindo o total de categorias tarifárias para 8.972. Este ajuste demonstra o apoio do país às indústrias emergentes e às energias verdes, além de fornecer uma estrutura tarifária mais clara para a importação e exportação dessas áreas inovadoras.
Expansão de benefícios preferenciais — continuidade do tratamento zero de tarifas para países menos desenvolvidos
No âmbito da política de comércio internacional, a reforma também avança. O Conselho de Estado continuará a aplicar tratamento de zero tarifas a 43 países menos desenvolvidos, abrangendo 100% dos produtos tarifários, demonstrando a responsabilidade internacional da China na promoção de um comércio global justo. Além disso, foram lançadas tarifas preferenciais categorizadas para importações de países membros da ASEAN, aprofundando ainda mais o processo de integração econômica regional.
A nova estrutura de política tarifária equilibra o desenvolvimento industrial, o bem-estar social e a responsabilidade internacional, criando um ambiente de política mais flexível para o comércio exterior de 2026, por meio de ajustes detalhados nas tarifas de importação e na otimização do sistema de classificação tarifária.
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《Ajuste Geral das Tarifas de 2026》O Conselho de Estado lança 935 novas políticas de importação
No final do ano, na passagem de ano, o Conselho de Tarifas e Tarifas Aduaneiras do Conselho de Estado lançou um plano de ajustamento de peso. A nova política tarifária, que entrará em vigor a partir de 1 de janeiro de 2026, terá um impacto profundo na estrutura do comércio de importação e exportação. Esta reforma concentra-se na otimização da configuração das tarifas e na promoção de um desenvolvimento de alta qualidade, envolvendo ajustes nas tarifas de importação, classificação de novos produtos e tratamento preferencial para países em desenvolvimento.
Otimização das tarifas de importação — 935 produtos incluídos na nova política de tarifas reduzidas
O núcleo da nova política tarifária manifesta-se inicialmente no ajuste das tarifas provisórias de importação. O Conselho de Estado decidiu aplicar tarifas provisórias de importação inferiores à tarifa de nação mais favorecida a 935 produtos, abrangendo três áreas estratégicas. Entre elas, componentes tecnológicos essenciais tornam-se foco de proteção, visando fortalecer a cadeia industrial doméstica; produtos relacionados à transição verde recebem favorecimento político, alinhando-se com a meta de neutralidade de carbono; a redução de tarifas em produtos de saúde reflete uma orientação de prioridade para o bem-estar da população.
Ao mesmo tempo, a política também clarifica o outro lado da direção de ajuste — a eliminação de tarifas provisórias de importação para alguns produtos. Produtos como micro-motores e impressoras de estampa terão suas tarifas de nação mais favorecida restauradas, refletindo uma orientação de mercado e ajuste dinâmico.
Novas categorias de produtos tarifários — produtos inovadores como robôs inteligentes entram oficialmente na lista
A melhoria do sistema de classificação tarifária é outro destaque desta reforma. O Conselho de Estado adicionou categorias tarifárias para produtos de ponta, como robôs biomiméticos inteligentes e querosene de aviação biológico, expandindo o total de categorias tarifárias para 8.972. Este ajuste demonstra o apoio do país às indústrias emergentes e às energias verdes, além de fornecer uma estrutura tarifária mais clara para a importação e exportação dessas áreas inovadoras.
Expansão de benefícios preferenciais — continuidade do tratamento zero de tarifas para países menos desenvolvidos
No âmbito da política de comércio internacional, a reforma também avança. O Conselho de Estado continuará a aplicar tratamento de zero tarifas a 43 países menos desenvolvidos, abrangendo 100% dos produtos tarifários, demonstrando a responsabilidade internacional da China na promoção de um comércio global justo. Além disso, foram lançadas tarifas preferenciais categorizadas para importações de países membros da ASEAN, aprofundando ainda mais o processo de integração econômica regional.
A nova estrutura de política tarifária equilibra o desenvolvimento industrial, o bem-estar social e a responsabilidade internacional, criando um ambiente de política mais flexível para o comércio exterior de 2026, por meio de ajustes detalhados nas tarifas de importação e na otimização do sistema de classificação tarifária.