Na discussão de socialização descentralizada em chinês organizada pela Firefly, Vitalik apresentou uma observação interessante: os desenvolvedores da região de língua chinesa não precisam reinventar a roda criando protocolos de base, mas sim aproveitar a verdadeira vantagem no front-end e na experiência do usuário. Isso reflete uma mudança no ecossistema de criptomoedas, passando da competição por infraestrutura para a inovação na camada de aplicação.
De “redundância na camada de base” para “explosão de aplicações”
Vitalik apontou que, há alguns anos, projetos de startup relacionados a L1 e carteiras eram escassos; agora, a situação se inverteu completamente — os protocolos de base e a infraestrutura estão relativamente redundantes. Essa observação é direta: a infraestrutura já está suficientemente avançada, continuar acumulando na camada de base não faz muito sentido.
Graças à infraestrutura de base aprimorada e ao surgimento da IA, o ecossistema pode agora inovar mais na camada de aplicação. Para os desenvolvedores da região de língua chinesa, essa é uma janela de oportunidade — não precisam competir na criação de L1 ou carteiras, podem focar em áreas mais fáceis de diferenciar.
Onde está a verdadeira vantagem da região de língua chinesa
Vitalik destacou especialmente a vantagem dos desenvolvedores da região de língua chinesa na experiência do usuário no front-end. Isso não é apenas cortesia. Na prática, o design de experiência do usuário, a otimização do fluxo de interação e a adaptação local — habilidades que parecem “suaves” — muitas vezes são as áreas mais negligenciadas e que podem gerar maior competitividade em aplicações descentralizadas.
Muitos aplicativos de criptografia têm funcionalidades sobrecarregadas, mas a experiência do usuário é ruim. Se os desenvolvedores da região de língua chinesa conseguirem fazer isso bem, naturalmente terão uma diferenciação.
Protocolos vs clientes: uma pista subestimada
O mais interessante é a frase de Vitalik: “Não precisamos criar nosso próprio Farcaster, mas podemos criar nosso próprio cliente Farcaster.”
Qual é a lógica por trás disso? O futuro das redes sociais descentralizadas é um ecossistema de múltiplos protocolos e múltiplos clientes. Farcaster, Lens, Bluesky, Nostr e outros protocolos já existem, todos eles representam camadas de dados abertas. Em vez de gastar esforço competindo na criação de novos protocolos, é melhor desenvolver um cliente melhor — com uma interface de usuário superior, algoritmos de recomendação melhores, melhor adaptação local — para agregar conteúdo desses protocolos.
De acordo com as últimas notícias, Vitalik já usa uma ferramenta de múltiplos clientes como Firefly, que permite acessar simultaneamente X, Lens, Farcaster e Bluesky. Isso mostra que ele não apenas apoia teoricamente essa direção, mas também a pratica.
A realidade do ecossistema atual
É importante perceber que o ecossistema de redes sociais descentralizadas está passando por uma transformação. Recentemente, o Farcaster anunciou que está mudando de uma prioridade social para uma abordagem orientada por carteiras, refletindo a pressão competitiva na pista puramente social. Mas isso abre espaço para inovação na camada de clientes e aplicações — os protocolos podem evoluir, mas os usuários ainda precisam de ferramentas fáceis de usar.
Sob essa perspectiva, as oportunidades para os desenvolvedores da região de língua chinesa ficam claras: não se trata de criar novos protocolos, mas de desenvolver clientes e aplicações melhores, facilitando o uso do ecossistema de redes sociais descentralizadas existente.
Resumo
A sugestão de Vitalik na verdade fala de uma regra de desenvolvimento do setor: após a maturidade da infraestrutura, a competição migra para a camada de aplicações e experiência. Os desenvolvedores da região de língua chinesa, ao invés de competir na camada de protocolos, devem aproveitar o front-end, os clientes e as aplicações — áreas mais fáceis de diferenciar e de atender melhor os usuários. Isso não é uma saída de emergência, mas uma estratégia para encontrar sua verdadeira vantagem. Quando a camada de base já está consolidada, focar na camada superior pode ser ainda mais valioso.
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Vitalik dá conselhos aos desenvolvedores de língua chinesa: UX do front-end é uma vantagem, o cliente é uma nova oportunidade
Na discussão de socialização descentralizada em chinês organizada pela Firefly, Vitalik apresentou uma observação interessante: os desenvolvedores da região de língua chinesa não precisam reinventar a roda criando protocolos de base, mas sim aproveitar a verdadeira vantagem no front-end e na experiência do usuário. Isso reflete uma mudança no ecossistema de criptomoedas, passando da competição por infraestrutura para a inovação na camada de aplicação.
De “redundância na camada de base” para “explosão de aplicações”
Vitalik apontou que, há alguns anos, projetos de startup relacionados a L1 e carteiras eram escassos; agora, a situação se inverteu completamente — os protocolos de base e a infraestrutura estão relativamente redundantes. Essa observação é direta: a infraestrutura já está suficientemente avançada, continuar acumulando na camada de base não faz muito sentido.
Graças à infraestrutura de base aprimorada e ao surgimento da IA, o ecossistema pode agora inovar mais na camada de aplicação. Para os desenvolvedores da região de língua chinesa, essa é uma janela de oportunidade — não precisam competir na criação de L1 ou carteiras, podem focar em áreas mais fáceis de diferenciar.
Onde está a verdadeira vantagem da região de língua chinesa
Vitalik destacou especialmente a vantagem dos desenvolvedores da região de língua chinesa na experiência do usuário no front-end. Isso não é apenas cortesia. Na prática, o design de experiência do usuário, a otimização do fluxo de interação e a adaptação local — habilidades que parecem “suaves” — muitas vezes são as áreas mais negligenciadas e que podem gerar maior competitividade em aplicações descentralizadas.
Muitos aplicativos de criptografia têm funcionalidades sobrecarregadas, mas a experiência do usuário é ruim. Se os desenvolvedores da região de língua chinesa conseguirem fazer isso bem, naturalmente terão uma diferenciação.
Protocolos vs clientes: uma pista subestimada
O mais interessante é a frase de Vitalik: “Não precisamos criar nosso próprio Farcaster, mas podemos criar nosso próprio cliente Farcaster.”
Qual é a lógica por trás disso? O futuro das redes sociais descentralizadas é um ecossistema de múltiplos protocolos e múltiplos clientes. Farcaster, Lens, Bluesky, Nostr e outros protocolos já existem, todos eles representam camadas de dados abertas. Em vez de gastar esforço competindo na criação de novos protocolos, é melhor desenvolver um cliente melhor — com uma interface de usuário superior, algoritmos de recomendação melhores, melhor adaptação local — para agregar conteúdo desses protocolos.
De acordo com as últimas notícias, Vitalik já usa uma ferramenta de múltiplos clientes como Firefly, que permite acessar simultaneamente X, Lens, Farcaster e Bluesky. Isso mostra que ele não apenas apoia teoricamente essa direção, mas também a pratica.
A realidade do ecossistema atual
É importante perceber que o ecossistema de redes sociais descentralizadas está passando por uma transformação. Recentemente, o Farcaster anunciou que está mudando de uma prioridade social para uma abordagem orientada por carteiras, refletindo a pressão competitiva na pista puramente social. Mas isso abre espaço para inovação na camada de clientes e aplicações — os protocolos podem evoluir, mas os usuários ainda precisam de ferramentas fáceis de usar.
Sob essa perspectiva, as oportunidades para os desenvolvedores da região de língua chinesa ficam claras: não se trata de criar novos protocolos, mas de desenvolver clientes e aplicações melhores, facilitando o uso do ecossistema de redes sociais descentralizadas existente.
Resumo
A sugestão de Vitalik na verdade fala de uma regra de desenvolvimento do setor: após a maturidade da infraestrutura, a competição migra para a camada de aplicações e experiência. Os desenvolvedores da região de língua chinesa, ao invés de competir na camada de protocolos, devem aproveitar o front-end, os clientes e as aplicações — áreas mais fáceis de diferenciar e de atender melhor os usuários. Isso não é uma saída de emergência, mas uma estratégia para encontrar sua verdadeira vantagem. Quando a camada de base já está consolidada, focar na camada superior pode ser ainda mais valioso.