Hoje caiu para 75.700, passou disso. Quanto a esta rodada de ajustamento, até onde poderá cair? Em vez de se apressar a traçar níveis de suporte nos gráficos ou a adivinhar pontos de negociação no book, é melhor entender primeiro o que realmente é o fundo. Cada ciclo de fundo tem duas condições essenciais. Primeiro, é a liquidez que deixa de encolher continuamente. Enquanto o ambiente monetário global ainda estiver a fechar a torneira, os ativos de risco não terão um verdadeiro colchão de segurança. Só quando o ciclo de subida de juros chegar ao fim, ou até mesmo começar a discutir uma mudança de direção, o mercado terá espaço para respirar. Caso contrário, por mais grandiosa que seja a narrativa, a pressão macroeconómica será empurrada camada por camada. Segundo, é a limpeza do alavancagem. A essência do mercado em baixa não é a queda de preços, mas a remoção completa dos financiamentos alavancados. Só quando todos aqueles que dependem de empréstimos para tentar rebound forem eliminados, o mercado realmente aliviará. Se, durante esse período, ocorrerem choques como falências de plataformas ou ataques políticos, será preciso esperar que o pânico se esgote completamente. Além disso, há um sinal bastante típico: o tédio extremo. Na fase de fundo verdadeiro, o mercado costuma ser pouco dramático. Os preços deixam de despencar, mas ninguém quer comprar na alta. A atividade na cadeia diminui, o interesse desaparece, o volume de negociações continua a encolher. Por quê? Porque quem precisava de liquidez para emergências já vendeu tudo. Os restantes são ou investidores de longo prazo, ou aqueles que já desistiram de acompanhar o mercado. Depois de limpar o capital de risco, o mercado entra numa espécie de equilíbrio de “ninguém se importa”. Os pessimistas desinstalaram os aplicativos. Os otimistas também não têm mais capital para reforçar posições. O mercado vai ficando cada vez mais silencioso. Essa quietude, mais do que uma queda abrupta, parece mais um fundo. Quanto à próxima fase de alta, a resposta é simples—capital adicional. Quando as pessoas lá fora começarem a mudar de opinião, entrando com dinheiro novo, as ordens de compra naturalmente aumentam. Desde que haja fluxo marginal de capital, é possível alavancar um mercado já bastante leve. Normalmente, a crise de liquidez leva a vendas que empurram o preço abaixo do custo de mineração. Nesses momentos, o pânico costuma atingir o limite. Mas o problema é que o ponto mais baixo costuma ser pontual, atingido num instante. É muito difícil captar exatamente esse momento. Você pode tentar várias vezes pegar o que chamam de “fundo de ferro”, mas o verdadeiro ponto de virada só acontece uma vez. E, mesmo que realmente atinja o fundo, não vai de repente disparar. Na maior parte do tempo, é uma fase de consolidação, oscilações repetidas, ninguém presta atenção. Em vez de apostar na mínima, é melhor esperar a confirmação do lado direito da tendência, a estabilização dos fundamentos e a recuperação do hashrate, para participar de forma mais segura. Se não for para estimular, não é preciso insistir no preço mínimo absoluto. O sentimento de pessimismo extremo já possui valor por si só.
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Hoje caiu para 75.700, passou disso. Quanto a esta rodada de ajustamento, até onde poderá cair? Em vez de se apressar a traçar níveis de suporte nos gráficos ou a adivinhar pontos de negociação no book, é melhor entender primeiro o que realmente é o fundo. Cada ciclo de fundo tem duas condições essenciais. Primeiro, é a liquidez que deixa de encolher continuamente. Enquanto o ambiente monetário global ainda estiver a fechar a torneira, os ativos de risco não terão um verdadeiro colchão de segurança. Só quando o ciclo de subida de juros chegar ao fim, ou até mesmo começar a discutir uma mudança de direção, o mercado terá espaço para respirar. Caso contrário, por mais grandiosa que seja a narrativa, a pressão macroeconómica será empurrada camada por camada. Segundo, é a limpeza do alavancagem. A essência do mercado em baixa não é a queda de preços, mas a remoção completa dos financiamentos alavancados. Só quando todos aqueles que dependem de empréstimos para tentar rebound forem eliminados, o mercado realmente aliviará. Se, durante esse período, ocorrerem choques como falências de plataformas ou ataques políticos, será preciso esperar que o pânico se esgote completamente. Além disso, há um sinal bastante típico: o tédio extremo. Na fase de fundo verdadeiro, o mercado costuma ser pouco dramático. Os preços deixam de despencar, mas ninguém quer comprar na alta. A atividade na cadeia diminui, o interesse desaparece, o volume de negociações continua a encolher. Por quê? Porque quem precisava de liquidez para emergências já vendeu tudo. Os restantes são ou investidores de longo prazo, ou aqueles que já desistiram de acompanhar o mercado. Depois de limpar o capital de risco, o mercado entra numa espécie de equilíbrio de “ninguém se importa”. Os pessimistas desinstalaram os aplicativos. Os otimistas também não têm mais capital para reforçar posições. O mercado vai ficando cada vez mais silencioso. Essa quietude, mais do que uma queda abrupta, parece mais um fundo. Quanto à próxima fase de alta, a resposta é simples—capital adicional. Quando as pessoas lá fora começarem a mudar de opinião, entrando com dinheiro novo, as ordens de compra naturalmente aumentam. Desde que haja fluxo marginal de capital, é possível alavancar um mercado já bastante leve. Normalmente, a crise de liquidez leva a vendas que empurram o preço abaixo do custo de mineração. Nesses momentos, o pânico costuma atingir o limite. Mas o problema é que o ponto mais baixo costuma ser pontual, atingido num instante. É muito difícil captar exatamente esse momento. Você pode tentar várias vezes pegar o que chamam de “fundo de ferro”, mas o verdadeiro ponto de virada só acontece uma vez. E, mesmo que realmente atinja o fundo, não vai de repente disparar. Na maior parte do tempo, é uma fase de consolidação, oscilações repetidas, ninguém presta atenção. Em vez de apostar na mínima, é melhor esperar a confirmação do lado direito da tendência, a estabilização dos fundamentos e a recuperação do hashrate, para participar de forma mais segura. Se não for para estimular, não é preciso insistir no preço mínimo absoluto. O sentimento de pessimismo extremo já possui valor por si só.