“Ser responsável pelos outros”, por si só, é a maior mentira, a mais absurda prisão mental. Como pode um sujeito realmente ser responsável por outro sujeito? Uma coisa que originalmente era de mútuo consentimento, de repente é envolta na prisão da responsabilidade, tornando-se artificial e impura. A verdadeira responsabilidade é encarar a si mesmo como sujeito, encarar o outro como sujeito, cada pessoa sendo honesta consigo mesma, cada um não reprimindo seus pensamentos e desejos.
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“Ser responsável pelos outros”, por si só, é a maior mentira, a mais absurda prisão mental. Como pode um sujeito realmente ser responsável por outro sujeito? Uma coisa que originalmente era de mútuo consentimento, de repente é envolta na prisão da responsabilidade, tornando-se artificial e impura. A verdadeira responsabilidade é encarar a si mesmo como sujeito, encarar o outro como sujeito, cada pessoa sendo honesta consigo mesma, cada um não reprimindo seus pensamentos e desejos.