(O MENAFN) O Papa Leão XIV afirmou que uma resolução de dois Estados é a única abordagem capaz de garantir justiça tanto para israelenses quanto para palestinos.
Fez essas declarações enquanto viajava da Turquia para o Líbano no domingo, marcando o segundo trecho de sua primeira viagem internacional como pontífice.
O Vaticano reconheceu oficialmente a soberania palestina em 2015, e a Santa Sé tem apoiado consistentemente uma solução de dois Estados.
No entanto, suas declarações durante o voo representaram seu apelo mais enfático até agora por um reconhecimento internacional formal, especialmente no contexto da guerra em Gaza.
“Todos sabemos que Israel não aceita essa solução no momento, mas a vemos como a única,” disse Leão aos jornalistas.
“Também somos amigos de Israel,” continuou, enfatizando que o Vaticano manteria seu papel como uma “voz mediadora” para ajudar a promover “uma solução com justiça para todos.”
Quando questionado sobre suas discussões privadas com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan em Ancara e se abordaram os conflitos em Gaza e na Ucrânia, o Papa confirmou que sim.
Ele observou que a Turquia desempenha um “papel importante” na resolução de ambas as crises. Sobre as negociações entre Rússia e Ucrânia, o líder turco “ajudou muito a convocar as duas partes,” comentou Leão.
“Infelizmente, ainda não vimos uma solução, mas hoje há propostas concretas de paz, e esperamos que o presidente Erdogan, com seu relacionamento com os presidentes da Ucrânia, Rússia e Estados Unidos, possa ajudar assim a promover um diálogo, um cessar-fogo, e a ver como resolver esse conflito, essa guerra na Ucrânia,” acrescentou o Papa.
Sobre Gaza, Leão reiterou o apoio de longa data da Santa Sé a uma resolução de dois Estados.
A criação de um Estado palestino há muito é vista na arena internacional como o único caminho viável para acabar com o conflito prolongado.
Ver original
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
Papa Leão XIV Apela a uma Solução de Dois Estados para Israel e Palestina
(O MENAFN) O Papa Leão XIV afirmou que uma resolução de dois Estados é a única abordagem capaz de garantir justiça tanto para israelenses quanto para palestinos.
Fez essas declarações enquanto viajava da Turquia para o Líbano no domingo, marcando o segundo trecho de sua primeira viagem internacional como pontífice.
O Vaticano reconheceu oficialmente a soberania palestina em 2015, e a Santa Sé tem apoiado consistentemente uma solução de dois Estados.
No entanto, suas declarações durante o voo representaram seu apelo mais enfático até agora por um reconhecimento internacional formal, especialmente no contexto da guerra em Gaza.
“Todos sabemos que Israel não aceita essa solução no momento, mas a vemos como a única,” disse Leão aos jornalistas.
“Também somos amigos de Israel,” continuou, enfatizando que o Vaticano manteria seu papel como uma “voz mediadora” para ajudar a promover “uma solução com justiça para todos.”
Quando questionado sobre suas discussões privadas com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan em Ancara e se abordaram os conflitos em Gaza e na Ucrânia, o Papa confirmou que sim.
Ele observou que a Turquia desempenha um “papel importante” na resolução de ambas as crises. Sobre as negociações entre Rússia e Ucrânia, o líder turco “ajudou muito a convocar as duas partes,” comentou Leão.
“Infelizmente, ainda não vimos uma solução, mas hoje há propostas concretas de paz, e esperamos que o presidente Erdogan, com seu relacionamento com os presidentes da Ucrânia, Rússia e Estados Unidos, possa ajudar assim a promover um diálogo, um cessar-fogo, e a ver como resolver esse conflito, essa guerra na Ucrânia,” acrescentou o Papa.
Sobre Gaza, Leão reiterou o apoio de longa data da Santa Sé a uma resolução de dois Estados.
A criação de um Estado palestino há muito é vista na arena internacional como o único caminho viável para acabar com o conflito prolongado.