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Instituto de Supervisão Financeira, promovendo o aumento da proporção de reembolso de pagamentos eletrónicos antecipados e a melhoria dos serviços das empresas de valores mobiliários
Instituto de Supervisão Financeira decidiu recentemente aumentar a proporção de reembolso dos métodos de pagamento eletrónico pré-pagos e melhorar as práticas de serviço de informação de ações pagas pelas corretoras. Estas medidas visam fortalecer os direitos dos consumidores financeiros e refletem as recomendações do Conselho de Proteção ao Consumidor Financeiro, divulgadas em 8 de março.
Estas ações fazem parte de uma das seis questões de proteção ao consumidor discutidas na primeira reunião do Conselho de Proteção ao Consumidor Financeiro, realizada em 6 de março. Este conselho é a principal entidade consultiva criada para reforçar a supervisão do ponto de vista do consumidor financeiro, composta por 6 membros internos e 11 especialistas externos, totalizando 17 pessoas. O diretor do Instituto de Supervisão Financeira, Li Buquan, destacou no evento de lançamento o significado de “Fundamentar a Ética” e avaliou que esta é uma oportunidade importante para a transformação do sistema de supervisão financeira centrado no consumidor.
Especificamente, para orientar efetivamente os consumidores sobre métodos de pagamento eletrónico pré-pagos como PayMoney, planeja-se informar claramente sobre prazos de validade e outros pontos importantes, além de aprimorar os termos relacionados. O objetivo é facilitar a compreensão dos consumidores sobre a proporção de reembolso de depósitos, realizando pelo menos três orientações antes do vencimento. Além disso, está em discussão, em colaboração com a Comissão de Comércio Justo, a revisão dos termos padrão para aumentar a proporção de reembolso em dinheiro para 95% e de pontos para 100%.
Para as corretoras, também estão sendo estudadas melhorias na forma de cobrança pelos serviços de informações de ações e nos procedimentos de orientação ao cliente. Atualmente, há opiniões de que incluir taxas de serviços de recomendação de ações específicas na comissão de corretagem pode causar confusão aos consumidores, e estão sendo discutidas soluções para tornar essa questão mais clara. Este problema envolve cerca de 74 mil usuários de serviços operados por cinco corretoras e uma receita anual de comissão de até 3,73 trilhões de won.
Vale destacar que também se busca fortalecer o controle interno de produtos de seguros na fase de desenvolvimento de produtos financeiros e estabelecer um sistema de avaliação abrangente para promover a inclusão financeira no setor bancário. Em particular, foram discutidas propostas para conceder ao responsável máximo pela proteção ao consumidor financeiro o poder de veto. Esses esforços serão acompanhados de ações para reduzir o ciclo de avaliação da situação atual da proteção ao consumidor financeiro e aumentar a capacidade de monitoramento de publicidade ilegal por inteligência artificial.
Essa tendência provavelmente impulsionará, no futuro, o fortalecimento dos direitos dos consumidores e a transparência dos serviços financeiros. O Instituto de Supervisão Financeira continuará realizando reuniões do conselho consultivo para refletir opiniões e iniciará melhorias substanciais no sistema.