A SEC está agindo, hein. O que o comissário Mark Uyeda mencionou na Fórum de Gestão de Ativos e Derivativos de 2026 é bastante interessante.



Basicamente, é o avanço na implementação das regras de liquidação do mercado financeiro, e quando essas começarem a funcionar de fato, os principais bancos americanos poderão liberar uma quantidade considerável de espaço no balanço. Segundo uma estimativa do Escritório de Pesquisa Financeira, se as regras entrarem em vigor nos primeiros oito meses de 2025, pode surgir uma margem de cerca de 3,45 bilhões de dólares em média. Ou seja, um sistema de liquidação mais eficiente está sendo estruturado.

A aprovação pela SEC de duas novas instituições de liquidação, CME Clearing e ICE Clear Credit, também faz parte dessa estratégia de oferecer mais opções aos participantes do mercado. Assim, eles poderão escolher opções de liquidação de forma mais flexível do que antes.

Outro ponto importante é a mudança de postura em relação à tokenização. Enquanto a SEC vinha se manifestando de forma coercitiva, Uyeda aponta que há uma mudança de direção, com a promoção de programas piloto limitados por meio de orientações regulatórias e ordens de isenção.

Acredito que esse seja um ponto crucial: ele enfatiza que “as regras da SEC devem ser neutras em relação à tecnologia”. Ou seja, não criar regras que favoreçam ou prejudiquem determinadas blockchains ou protocolos. Priorizar resultados ao invés de processos e, se for possível garantir a proteção dos investidores, adotar uma abordagem flexível quanto aos meios.

Acredito que esse movimento seja bastante construtivo para o mercado. Parece que a regulamentação e a inovação estão começando a encontrar um equilíbrio.
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