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Então, tenho pesquisado as maiores ações de maconha que estavam movimentando o mercado no final de 2024, e honestamente o cenário da indústria de cannabis está bem interessante agora, mesmo com todas as dificuldades que ela tem enfrentado.
O problema é que 2024 foi um ano difícil para as empresas de cannabis tanto nos EUA quanto no Canadá. A reforma regulatória praticamente estagnou em ambos os países, o que manteve muito potencial de crescimento travado. Havia alguma esperança quando a DEA começou a analisar a possibilidade de reclassificar a cannabis de Substância I para Substância III, mas todo o processo tem sido mais lento do que qualquer um esperava. Ainda assim, as empresas do setor continuaram avançando com novos produtos e planos de expansão.
Se você tem curiosidade sobre os principais players, acompanhar os principais ETFs de cannabis oferece um bom ponto de partida. O ETF AdvisorShares Pure US Cannabis e o ETF Horizons Marijuana Life Sciences Index tinham as maiores posições nas empresas que eram, na época, os líderes de mercado.
Do lado dos EUA, a Green Thumb Industries estava no topo, com mais de um terço do peso do ETF MSOS. Eles operam uma grande rede multiestatal em Chicago, com marcas reconhecidas como Rythm e Beboe. A Trulieve vinha logo atrás, dominando a Flórida e expandindo para Arizona e Pensilvânia. Depois, tinha a Curaleaf, Verano e Cresco Labs, todos atuando em mercados diferentes. Essas empresas eram verticalmente integradas, controlando tudo desde o cultivo até o varejo.
O mercado canadense parecia diferente porque lá a legalização é federal. Cronos Group, SNDL e Canopy Growth eram os principais nomes. A Canopy, especialmente, tinha aquele apelo de celebridade com colaborações com Martha Stewart e Snoop Dogg. A SNDL enfrentava dificuldades financeiras passadas, mas começou a ver crescimento consecutivo de receita de cannabis até o terceiro trimestre de 2024.
Um player interessante que apareceu em ambos os ETFs foi a Innovative Industrial Properties, uma REIT que basicamente aluga imóveis para empresas de cannabis. Eles possuíam propriedades em 19 estados e ofereciam soluções de capital quando o financiamento tradicional não estava muito disponível para o setor.
Olhando para as maiores ações de maconha na época, todo o setor era bastante volátil. Quem investia em cannabis sabia que assumia riscos maiores, mas a tese de longo prazo era participar de um mercado totalmente novo, caso as regulações federais se afrouxassem. As maiores ações de maconha tinham essa mesma história subjacente: esperando o ambiente regulatório evoluir para acompanhar a realidade do mercado.
A verdadeira questão sempre foi o timing. A legalização federal realmente aconteceria? Os estados continuariam abrindo mais mercados? E essas maiores ações de maconha finalmente teriam acesso ao sistema bancário e ao financiamento tradicionais? Essa incerteza mantinha todo o setor em um padrão estranho de espera, onde os fundamentos quase não importavam tanto quanto a próxima notícia sobre reclassificação ou a abertura de um novo mercado estadual.