Recentemente, todo mundo voltou a discutir qual L2 tem maior TPS, qual é mais barato, qual oferece mais subsídios... Eu acho isso meio fora de contexto. Essa questão de modularização, na verdade, para o usuário final, as mudanças reais que ele consegue perceber são apenas duas: uma é que a forma de “empurrar” as transações para dentro do bloco ficou mais variável, e a outra é que a “confirmação” que você pensa estar acontecendo está cada vez mais parecida com uma camada de promessas e compromissos.



Antes, você tinha uma ideia mais clara de como funcionava o mempool e a lógica de empacotamento de uma cadeia, agora a execução acontece aqui, a ordenação ali, os dados são enviados para outro lugar, e de vez em quando aparece um ordenador compartilhado ou algo assim. Para alguém como eu, que gosta de entender bem as coisas, isso começa a gerar dúvidas: essa transação que eu enviei, em qual fila ela está? Onde termina o limite entre reorganização e rollback? Slippage, frontrunning, tentativas de reexecução de falhas — esses pequenos valores podem ser mais reais do que a propaganda oficial de que “é só alguns centavos mais barato”.

Claro que nem tudo é ruim, pelo menos algumas blockchains começaram a explicar melhor as regras de ordenação, ou a oferecer opções de envio mais controladas. Mas a percepção do usuário é: no momento em que o wallet confirma, o que acontece depois fica cada vez mais uma caixa preta... Enfim, vamos deixar de falar de guerra de subsídios, o que importa é que eu consiga pagar menos o “imposto do slippage”.
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