Antes, ao assistir às votações do DAO, eu ficava de olho em "aprovar/não aprovar", agora na verdade prefiro mais ver como as propostas de incentivo estão escritas: para onde o dinheiro vai, quem assina, quem pode alterar as regras... Em resumo, a estrutura de poder está escondida naquelas cláusulas que parecem muito sem graça. Especialmente nas propostas de "subsídio ecológico", que parecem ser de apoio, mas na prática vinculam o poder de decisão a poucos grupos, e a votação é apenas uma formalidade final. Recentemente, a guerra de palavras sobre L2 voltou a focar em TPS, taxas, subsídios, e eu acho meio teatral: quanto mais forte o subsídio, mais preciso perguntar se a camada de liquidação realmente tem uma demanda genuína para absorver isso, senão, depois de toda a agitação, fica vazio. De qualquer forma, quando o mercado está agitado, eu olho os dados na cadeia e os registros de governança, pelo menos assim não sou tão levado pelas emoções.

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