Recentemente, ao estudar opções, fui novamente educado sobre o “valor do tempo”.


O comprador é como comprar um ingresso de cinema, se o enredo não tem o ponto alto que você esperava, o ingresso fica sem validade;
O vendedor é mais como abrir uma assinatura de academia, todo dia alguém faz a assinatura, mas nem sempre vem, e com o passar do tempo você ganha aquele dinheiro de quem não vem.
Resumindo, quem o tempo está consumindo?
Na maioria das vezes, primeiro consome a paciência do comprador, especialmente se você não escolheu a direção ou a volatilidade corretas, quanto mais tempo passa, mais difícil fica.

Mas o vendedor também não ganha de graça, quando encontra um cisne negro, ele age como se estivesse vendendo um guarda-chuva,
em dias ensolarados, ganha pouco,
em tempestades, perde o guarda-chuva e ainda paga pelos danos.
A lógica de auditoria de contratos também pode ser aplicada aqui: primeiro, verificar as permissões (há um limite para a perda máxima),
depois, analisar a lógica (como você ganha dinheiro, quem pode cometer erros).

A propósito, recentemente, módulos e camadas de DAO estão sendo muito discutidos, os usuários ficam meio confusos ao ouvir…
A questão das opções é mais ou menos assim: a narrativa é bonita, mas no final, tudo depende se você consegue resistir ao “tempo que lentamente te desgasta”.
Por hoje é só.
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