Recentemente, estou pensando em uma questão, muitas pessoas após entrarem no investimento em criptomoedas ficam preocupadas com uma coisa — como proteger realmente seus ativos? Percebi que a maioria das escolhas aponta na mesma direção: carteira fria.



Para ser honesto, ao ver tantas classificações e introduções de carteiras frias no mercado, percebi que há muitas opções. Mas após uma análise cuidadosa, a carteira de hardware fria é a solução mais confiável. Por quê? Muito simples, ela armazena suas criptomoedas em um dispositivo completamente offline, basicamente como colocar seus ativos em um cofre com uma fechadura. Além disso, na forma de USB, é bastante conveniente de transportar.

Notei que a Trezor tem uma posição sólida nesse campo, essa marca tcheca começou a fazer isso desde os primeiros dias, sua reputação de segurança está bem estabelecida. Seu princípio de design de confiança zero também é bastante interessante — assume que qualquer lugar pode ser atacado, e constrói a proteção com base nisso. Ideias semelhantes podem ser vistas na Ledger, uma empresa que desenvolve carteiras de hardware baseadas em tecnologia de cartão inteligente, suportando ativos principais como Bitcoin, Ethereum, e também podendo ser usadas com ferramentas como MyEtherWallet.

Além desses veteranos, também vejo algumas novas opções surgindo. A Cobo faz um trabalho bastante completo, oferecendo não só carteiras de ativos digitais comuns, mas também soluções de custódia para instituições, e até carteiras de hardware de nível militar. Suporta mais de 40 principais ativos digitais e mais de 900 tokens, além de produtos de staking, o que é atraente para quem busca valorizar seus ativos.

A abordagem da HyperPay é um pouco diferente, ela integra carteira de custódia, carteira de auto-gestão, carteira compartilhada e carteira de hardware, se você quer uma carteira que resolva tudo, esse é um caminho que vale a pena conferir. Suporta 43 blockchains principais e 157 moedas principais, com funcionalidades bastante ricas.

Na verdade, há muitas classificações de carteiras frias no mercado, mas minha sugestão é não se deixar levar por rankings. Ao escolher uma carteira, é importante observar alguns critérios essenciais: segurança vem em primeiro lugar — verificar qual chip ela usa, que vulnerabilidades ela protege; depois, preço e facilidade de uso; por último, a riqueza de funcionalidades. Como a TokenPocket, que suporta reconhecimento de impressão digital e facial, é realmente conveniente; o BitPie, baseado em tecnologia HD e multi-assinatura, também é uma boa opção.

Carteiras específicas de ecossistemas, como Qtum Electrum, Math Wallet, se você atua principalmente nesses ambientes, podem ser mais adequadas. A Arculus, feita de material metálico no tamanho de um cartão de crédito, com autenticação de três fatores e NFC, também é uma opção para usuários de NFT.

No final das contas, a classificação de carteiras frias é apenas uma referência. O mais importante é escolher de acordo com suas necessidades e sua tolerância ao risco. Se você decidiu usar uma carteira de hardware para armazenar seus ativos, precisa assumir essa decisão, dedicar tempo para entender as características de segurança de cada uma, sem pressa na decisão. A segurança dos seus ativos merece essa paciência.
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