Porque Está o Mercado Cripto em Baixa? Entenda a Queda Recente do Mercado

2026-01-23 05:35:27
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Saiba o que está a provocar a descida dos preços das criptomoedas hoje. Analise os fatores de mercado responsáveis pela queda de 7,6%, o recuo do Bitcoin para 84 152$, o Ethereum a fixar-se em 2 729$, bem como as pressões macroeconómicas que estão a fomentar o movimento negativo nos ativos digitais.
Porque Está o Mercado Cripto em Baixa? Entenda a Queda Recente do Mercado

Visão geral do mercado e principais destaques

O mercado das criptomoedas registou uma forte retração nas sessões de negociação mais recentes, com a capitalização total a cair 7,6%, descendo abaixo do limiar crítico dos 3 biliões de dólares para se fixar em 2,98 biliões de dólares. Esta descida pronunciada afetou praticamente todo o universo cripto, com 99 das 100 principais criptomoedas a sofrerem perdas neste período. O volume total de negociação atingiu 269 mil milhões de dólares, evidenciando maior atividade do mercado em pleno movimento de venda.

Diversos acontecimentos marcaram esta queda do mercado. A capitalização das criptomoedas caiu consideravelmente, revelando uma mudança relevante no sentimento dos investidores. Entre as 100 principais moedas, só uma apresentou ganhos, enquanto todas as 10 principais registaram quedas significativas. Destaca-se que 36 das 100 moedas registaram quedas de dois dígitos, o que reflete uma pressão vendedora generalizada em todo o mercado.

O Bitcoin (BTC) recuou 8,7% para 84 152$, enquanto o Ethereum (ETH) desvalorizou 10% para 2 729$. Analistas alertaram que a pressão vendedora pode ainda estar a iniciar-se, antecipando maior volatilidade. O Bitcoin tem sido influenciado por notícias macroeconómicas contraditórias e sinais díspares do mercado, gerando incerteza quanto à sua evolução no curto prazo.

A questão central para os investidores é se os compradores ou vendedores irão vencer este braço-de-ferro. Instabilidades macroeconómicas poderão intensificar-se para pânico, agravando ainda mais a venda. A contribuir para o sentimento negativo, os ETF à vista de Bitcoin e Ethereum nos EUA registaram saídas expressivas de 903,11 milhões de dólares e 261,59 milhões de dólares, respetivamente, evidenciando preocupação dos investidores institucionais.

Num tom mais positivo, a Metaplanet aprovou uma emissão perpétua de ações preferenciais de 135 milhões de dólares para financiar aquisições de Bitcoin, demonstrando confiança institucional na valorização da criptomoeda a longo prazo. O reputado trader Peter Brandt mostrou otimismo para o futuro, referindo que “o próximo mercado de alta do Bitcoin deverá levar-nos até aos 200 000$”. No entanto, no curto prazo, o sentimento do mercado cripto atingiu mínimos dos últimos anos, sinalizando inquietação generalizada entre investidores.

Análise dos vencedores e vencidos das criptomoedas

Neste período, todas as 10 principais criptomoedas por capitalização de mercado sofreram quedas, refletindo a natureza abrangente da correção. Esta venda massiva sugere preocupações sistémicas e não problemas pontuais em projetos específicos.

O Bitcoin (BTC) perdeu 8,7% face ao dia anterior, negociando a 84 152$. Como líder e referência do setor cripto, o recuo do Bitcoin influenciou a fraqueza generalizada do mercado. A venda reflete receios sobre o enquadramento macroeconómico, incerteza regulatória e liquidação de lucros acumulados.

O Ethereum (ETH) desceu 10%, negociando a 2 729$, sendo a terceira maior queda entre as 10 principais moedas. A descida é relevante devido ao estatuto do Ethereum como principal plataforma de contratos inteligentes e ao papel central no ecossistema de finanças descentralizadas (DeFi). O recuo acentuado sugere receios sobre a utilização da rede, competição de alternativas e sentimento defensivo no segmento cripto.

Solana (SOL) registou a maior queda entre as 10 principais, com 10,9%, negociando a 127$. A descida significativa reflete a elevada sensibilidade das plataformas blockchain de alto desempenho às mudanças de sentimento. Apesar das vantagens técnicas e do crescimento do seu ecossistema, Solana enfrentou forte pressão vendedora neste contexto.

Dogecoin (DOGE) seguiu com uma queda de 10,6%, para 0,1411$. Como criptomoeda de memes, a Dogecoin tende a registar volatilidade amplificada em períodos de correção de mercado, com traders especulativos a abandonarem rapidamente posições. A descida realça o perfil de risco destas moedas em ambientes adversos.

Tron (TRX) revelou resiliência relativa, com a menor queda entre as 10 principais (3,3%), negociando a 0,2778$. Esta solidez pode estar relacionada com os casos de uso estabelecidos da Tron em transferências de stablecoins e a sua base de utilizadores estável, que proporcionou alguma proteção contra o pânico de mercado.

Analisando as 100 principais criptomoedas, verifica-se que 36 registaram quedas percentuais de dois dígitos, o que evidencia a gravidade e abrangência da correção. Este padrão sugere que a venda foi motivada por fatores macroeconómicos afetando todo o setor, e não por riscos específicos de projetos.

Canton (CANT) registou o maior recuo, com 21,4%, negociando a 0,0763$. Quedas tão acentuadas em moedas de menor capitalização resultam geralmente da sua maior volatilidade e baixa liquidez, que amplificam os movimentos de preço.

Provenance Blockchain (HASH) perdeu 19%, para 0,02449$, mostrando que até projetos de infraestrutura foram afetados pela pressão vendedora.

De notar que Zcash (ZEC) foi a única criptomoeda entre as 100 principais a valorizar, com um ganho de 1,8%, negociando a 679$. Este resultado pode refletir desenvolvimentos positivos específicos para esta moeda orientada para privacidade, ou compras de refúgio por investidores que procuram alternativas a ativos voláteis.

Alguns intervenientes do mercado alertam que o Bitcoin caminha para o pior desempenho mensal desde 2022, sugerindo que o movimento descendente está apenas a começar. Chris Burniske, sócio da Placeholder, afirmou que “a era da venda de DAT está só a começar; tal como subimos, também vamos descer”. Esta perspetiva aponta para uma possível extensão do período de fraqueza do mercado.

QwQiao, cofundador da Alliance DAO, apresenta uma visão ainda mais negativa, sugerindo que o próximo mercado bear exigirá uma queda adicional de 50% até que se forme uma base sólida para a próxima fase de alta. Segundo esta leitura, os atuais níveis de preço podem ainda não corresponder ao fundo do mercado.

Por outro lado, Peter Brandt, trader veterano, oferece um contraponto otimista a longo prazo, declarando que “esta liquidação é o melhor que podia acontecer ao Bitcoin. O próximo mercado de alta deverá levar-nos até aos 200 000$ ou mais, possivelmente por volta do terceiro trimestre de 2029.” Brandt defende que a atual fraqueza pode criar uma base mais robusta para crescimento futuro, eliminando excessos especulativos e investidores menos resilientes.

Instabilidade macroeconómica e dinâmica do mercado

Nic Puckrin, analista cripto e cofundador do The Coin Bureau, analisou as forças contraditórias que afetaram o Bitcoin nas últimas sessões. Salientou que o Bitcoin “tem oscilado bastante nas últimas 24 horas, influenciado por notícias contraditórias.”

Por um lado, destacou-se o rápido desaparecimento da possibilidade de um corte nas taxas de juro em dezembro pelo Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC) dos EUA. A persistência da inflação e dados económicos robustos reduziram as expectativas de flexibilização monetária, que habitualmente favorece ativos de risco como as criptomoedas. Taxas de juro elevadas por mais tempo tornam os ativos tradicionais com rendimento mais apelativos face às criptomoedas sem rendimento, criando dificuldades ao mercado cripto.

Por outro lado, houve alívio ao constatar que a bolha da IA não está prestes a rebentar, após os resultados da Nvidia superarem as previsões. O desempenho positivo da Nvidia trouxe confiança quanto à saúde do setor tecnológico, que frequentemente tem correlação com as criptomoedas. Os bons resultados tecnológicos indicam que o ambiente de risco poderá não estar completamente a deteriorar-se.

Puckrin observou forte volume de negociação e destacou que “a questão é saber se compradores ou vendedores irão vencer este braço-de-ferro.” O elevado volume revela que ambas as partes estão ativas, criando um mercado disputado, com direção incerta.

O analista referiu que o Bitcoin tende a acompanhar as tecnológicas, e as ações da Nvidia subiram 5% após o fecho, na sequência dos resultados. Esta correlação sugere que o momentum positivo do setor tecnológico pode beneficiar o Bitcoin e o mercado cripto em geral.

Segundo Puckrin, um sentimento positivo no fim de semana pode levar o Bitcoin a seguir a trajetória ascendente das tecnológicas. O período de negociação de fim de semana apresenta menor volume e dinâmicas distintas das sessões de dias úteis, podendo permitir mudanças de sentimento.

Contudo, Puckrin alerta para riscos descendentes: “se a instabilidade macroeconómica evoluir para pânico e a venda se intensificar, existe forte resistência em torno dos 75 000$, que marca o mínimo de abril de 2025.” Este nível é uma zona de suporte crítica que, se quebrada, pode gerar mais vendas e uma correção mais profunda.

Apesar da incerteza, Puckrin considera que “um movimento ascendente é mais provável no curto prazo, dada a dinâmica atual.” Esta análise reflete fatores técnicos e fundamentais favoráveis a uma recuperação, incluindo condições de sobrevenda, suportes robustos e possíveis catalisadores positivos vindos do setor tecnológico.

A interação entre fatores macroeconómicos, desempenho tecnológico e desenvolvimentos específicos cripto cria um contexto complexo para investidores e traders. As decisões de política monetária da Reserva Federal continuam decisivas, pois a evolução das taxas de juro afeta diretamente a atratividade dos ativos de risco. Simultaneamente, o estado do setor tecnológico serve de referência importante para as valorizações das criptomoedas, pela sobreposição dos públicos e pelo carácter tecnológico dos ativos blockchain.

Níveis críticos e eventos de mercado a acompanhar

Recentemente, o Bitcoin (BTC) fixou-se em 84 152$, representando uma queda expressiva face a valores anteriores. O comportamento do preço revelou elevada volatilidade, com oscilações entre 83 461$ e 92 220$ ao longo do dia, descendo progressivamente do máximo intradiário.

Analisando o horizonte semanal, o intervalo do Bitcoin variou entre 83 851$ e 97 312$. A moeda perdeu 13,1% na semana, refletindo a intensidade da pressão vendedora. No mês, o Bitcoin caiu 22,5%, evidenciando uma tendência descendente. Mais impressionante, o Bitcoin desvalorizou 33,4% face ao máximo histórico de 126 080$, situando-se claramente em fase de correção.

Segundo análise técnica, o Bitcoin dirige-se para a zona de procura dos 74 500–83 800$, área crítica onde compradores costumam defender o preço. Uma quebra pode empurrar o valor para a zona dos 70 000$, equivalendo a nova queda de 10-15%. Este movimento deverá ativar ordens de stop-loss e acelerar a tendência descendente.

Pelo contrário, um rebound a partir da região dos 86 000$ pode reabrir caminho para novo teste aos 97 500$, implicando potencial valorização de 15%. Este cenário pode criar oportunidade para avanço até aos 111 300$, exigindo compras sustentadas e melhoria do sentimento. O nível dos 86 000$ é um pivô onde compradores e vendedores disputarão o controlo do mercado.

O Ethereum (ETH) está a negociar a 2 729$ neste período, mostrando ainda maior debilidade que o Bitcoin. O preço recuou do máximo intradiário de 3 033$ para o mínimo de 2 703$, demonstrando volatilidade elevada em ambiente incerto.

Em termos semanais, o Ethereum caiu face ao máximo de 3 237$, descendo 14,1%. A queda foi superior à do Bitcoin, sugerindo maior pressão vendedora nas altcoins. No mês, o Ethereum recuou 29,4%, e desde o máximo histórico de 4 946$, desvalorizou 44,6%, estando em território bear.

A leitura técnica indica que o Ethereum pode descer até 2 500$ ou mesmo 2 380$, níveis de suporte importantes onde compradores podem surgir. Uma descida para estes níveis representa uma queda adicional de 8-12% face ao preço atual e testará a resiliência dos detentores de Ethereum a longo prazo.

Se os compradores conseguirem defender o nível psicológico dos 3 000$, o Ethereum poderá recuperar até aos 3 300$, com potencial valorização de 20%. O patamar dos 3 000$ tem sido historicamente um suporte/resistência fundamental, tornando-se palco decisivo para a evolução a curto prazo.

Entretanto, o sentimento do mercado cripto caiu para mínimos históricos, mergulhando na zona de medo extremo. O índice de medo e ganância das criptomoedas está em 11, face a 15 na sessão anterior. Esta queda acentuada reflete pessimismo e ansiedade generalizados entre os investidores.

A CoinMarketCap nunca registou valor tão baixo desde que iniciou a medição deste índice em julho de 2023, tornando o atual registo historicamente relevante. O medo extremo indica preocupação profunda e pessimismo quanto ao futuro próximo, condicionando decisões de investimento.

Este ambiente de medo extremo revela aumento da pressão vendedora e predomínio da emoção sobre a análise fundamental. No geral, representa sentimento fortemente negativo, que tende a anteceder eventos de capitulação ou oportunidades de compra contrária. Historicamente, níveis extremos de medo assinalaram por vezes fundos de mercado, pois indicam que a maioria dos investidores menos resilientes já saiu e que o pessimismo dificilmente pode agravar-se.

ETF: panorama misto e fluxos institucionais

Nas sessões mais recentes, os ETF à vista de Bitcoin nos EUA registaram uma forte onda de resgates, com saídas líquidas de 903,11 milhões de dólares — o valor mais elevado desde fevereiro de 2025. Esta saída representa uma viragem expressiva no sentimento institucional, reduzindo o fluxo líquido total dos ETF de Bitcoin para 57,4 mil milhões de dólares.

A intensidade da venda foi notória, com oito dos 12 ETF a registarem fluxos negativos, sem entradas positivas. Esta pressão vendedora transversal entre vários fornecedores reflete retirada institucional generalizada da exposição ao Bitcoin, e não resgates isolados.

A BlackRock, maior gestora de ativos mundial, registou saídas de 355,5 milhões de dólares no seu ETF de Bitcoin, o maior resgate diário entre todos os operadores. Este movimento do líder do setor indica que até os investidores institucionais mais estabelecidos estão a reduzir exposição ao Bitcoin.

A Grayscale registou saídas de 199,35 milhões de dólares, mantendo o padrão de resgates verificado desde a conversão para estrutura de ETF. A Fidelity, outro operador de referência, viu sair 190,37 milhões de dólares do seu ETF de Bitcoin, mostrando que a pressão vendedora é transversal ao setor.

O mercado dos ETF de Ethereum apresentou cenário ainda mais preocupante, com os ETF norte-americanos a prolongarem a série de resgates pelo décimo dia consecutivo. Foram registados mais 261,59 milhões de dólares em saídas líquidas, levando o fluxo líquido total para 12,56 mil milhões de dólares. Esta persistência indicia pessimismo institucional sobre o Ethereum a curto prazo.

Cinco dos nove ETF de Ethereum registaram saídas, sem entradas. Esta venda generalizada entre vários operadores reflete preocupação institucional alargada relativamente ao Ethereum.

A BlackRock liderou as saídas nos ETF de Ethereum, com resgates de 122,6 milhões de dólares, mostrando que até os investidores mais sofisticados estão a reduzir posições. A Fidelity seguiu com 90,55 milhões de dólares em saídas, confirmando o alcance do movimento institucional.

As saídas persistentes dos ETF de Bitcoin e Ethereum representam uma mudança relevante no posicionamento institucional. Estes produtos foram criados para facilitar o acesso de investidores tradicionais às criptomoedas, e os resgates significativos sugerem que as instituições estão a reavaliar alocações face à volatilidade e à incerteza macroeconómica.

Em sentido contrário ao fluxo negativo dos ETF, a Metaplanet, cotada em Tóquio, aprovou uma emissão perpétua de ações preferenciais de 135 milhões de dólares para financiar aquisições de Bitcoin. Este movimento mostra que nem todos os intervenientes institucionais estão a abandonar o Bitcoin, e alguns continuam a ver os preços atuais como oportunidade de acumulação.

As ações de Classe B, denominadas “MERCURY” (Metaplanet Convertible for Return & Yield), combinam dividendos trimestrais fixos com potencial de valorização através de direitos de conversão em ações ordinárias. Esta estrutura inovadora permite rendimento regular e exposição à valorização do Bitcoin via detenções da Metaplanet.

Simon Gerovich, CEO da Metaplanet, anunciou: “Hoje lançámos a MERCURY, nova classe B de ações preferenciais perpétuas. Dividendo fixo de 4,9%. Preço de conversão de 1 000 ienes. Um novo passo na estratégia de tesouraria Bitcoin da Metaplanet.” Esta abordagem coloca a Metaplanet em linha com outras empresas que acumulam Bitcoin através de mecanismos financeiros diversificados.

O contraste entre os resgates dos ETF e o financiamento da Metaplanet para compras de Bitcoin sublinha a diversidade de visões institucionais. Enquanto alguns reduzem exposição via ETF, outros aproveitam preços baixos para acumular Bitcoin para detenções de longo prazo. Esta divergência reflete diferentes horizontes temporais e filosofias de investimento, com uns focados na volatilidade e outros convictos na valorização futura do Bitcoin.

Perguntas Frequentes

Quais as principais causas da recente queda do mercado cripto?

A queda recente resulta de fatores macroeconómicos como preocupações com taxas de juro, dados de inflação, escrutínio regulatório e menor procura institucional. Mudanças de sentimento e realização de lucros após subidas também contribuem para as correções de preços.

Como influenciam a inflação e as taxas de juro os preços das criptomoedas?

Inflação elevada e taxas de juro superiores tendem a desvalorizar criptomoedas, pois os investidores preferem ativos tradicionais com rendimento. Taxas mais altas aumentam o custo de oportunidade, enquanto preocupações com inflação afastam capital dos ativos especulativos. Pelo contrário, taxas e inflação baixas sustentam a procura e recuperação dos criptoativos.

Quais as criptomoedas mais penalizadas nesta correção?

Altcoins e tokens de menor capitalização registam quedas mais acentuadas do que Bitcoin e Ethereum em períodos de correção. Soluções de camada 2, tokens DeFi e projetos especulativos sofrem perdas superiores. Grandes moedas como BTC e ETH demonstram maior resiliência devido à liquidez e adoção institucional.

Esta correção é temporária ou marca um mercado bear prolongado?

Os fundamentos atuais e as tendências de adoção sugerem uma correção temporária, não um mercado bear prolongado. O histórico mostra recuperações fortes após grandes correções, impulsionadas pela adoção institucional e progresso tecnológico.

Como proteger o portfólio durante quedas do mercado cripto?

Diversificar em várias criptomoedas e ativos. Utilizar média de custo em dólares para reduzir risco de timing. Definir ordens de stop-loss e manter reservas em stablecoins. Adotar estratégias de longo prazo e evitar vendas precipitadas em períodos de volatilidade.

Qual o impacto dos anúncios regulatórios nas quedas de preços cripto?

Anúncios regulatórios têm impacto decisivo nos preços. Regulamentação restritiva ou ações de supervisão criam incerteza e reduzem confiança, originando vendas. Clareza regulatória estabiliza mercados, enquanto políticas restritivas aceleram correções ao levar os investidores a reavaliar riscos.

Qual o melhor momento para comprar criptomoedas durante uma correção?

O melhor timing é quando o medo está no auge e os preços tocam suportes relevantes. A média de custo em dólares durante quedas reduz o risco de timing. Procurar sinais de capitulação e acumulação institucional como indicadores de entrada.

Como se compara esta correção com crashs anteriores do mercado cripto?

A atual correção apresenta padrões de volatilidade semelhantes aos crashs de 2018 e 2022, mas com adoção institucional mais forte a estabilizar o setor. O volume de transações mantém-se elevado, sinalizando desenvolvimento contínuo do ecossistema apesar da pressão sobre os preços.

* As informações não se destinam a ser e não constituem aconselhamento financeiro ou qualquer outra recomendação de qualquer tipo oferecido ou endossado pela Gate.
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