
O FET é o token nativo do ecossistema Artificial Superintelligence Alliance (anteriormente Fetch.ai). Serve para pagamento de comissões de transação na rede, incentivo aos participantes e prestação de garantia para a segurança da rede. Neste contexto, um “agente” é uma entidade de software que executa tarefas em nome dos utilizadores. O “registo descentralizado” corresponde a um sistema imutável de registo, mantido coletivamente por nós distribuídos.
O FET viabiliza a colaboração económica automatizada on-chain ao ligar dados, hardware e serviços através de sistemas multiagente e capacidades de IA. O token funciona ainda como garantia para nós e agentes, reduzindo comportamentos maliciosos e reforçando a fiabilidade da rede.
Em 19 de janeiro de 2026 (fonte: dados do utilizador), o FET apresentava um preço de 0,2450$. A capitalização de mercado em circulação rondava os 665 024 213,93$, com um volume de negociação nas últimas 24 horas de cerca de 2 742 139,58$.

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A oferta em circulação é de 2 302 526 919,95 FET, a oferta total é de 2 714 384 546,67 FET e a oferta máxima está limitada a 2 719 493 897 FET. O domínio de mercado situa-se em cerca de 0,02%.

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Variações de preço a curto prazo: +0,16% em 1 hora, -11,26% em 24 horas, -21,14% em 7 dias e +17,11% em 30 dias.

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Estes valores refletem a popularidade e volatilidade atuais e não constituem aconselhamento de investimento.
O FET foi lançado a 24 de fevereiro de 2019, tendo sido inicialmente desenvolvido pela equipa Fetch.ai para viabilizar sistemas multiagente em redes abertas de troca de valor. Com o tempo, o ecossistema evoluiu para Artificial Superintelligence Alliance, integrando uma gama mais vasta de capacidades e aplicações de IA (de acordo com anúncios públicos de 2024).
Esta evolução pode ampliar o papel do FET no ecossistema — desde pagamentos e colateralização até incentivos e cooperação entre componentes.
O FET atua através da coordenação de sistemas multiagente e de um registo descentralizado. Os agentes, enquanto entidades de software, executam tarefas específicas — representando utilizadores em mercados de dados ou redes de serviços para descoberta, correspondência e transação. O registo documenta todas as transações e alterações de estado, assegurando colaboração fiável sem intermediários centralizados.
O token cumpre três funções principais:
Os nós correspondem a software e servidores que executam o protocolo da rede e validam e transmitem transações. Através de staking e mecanismos de consenso, a rede mantém segurança e eficiência num ambiente aberto.
Os principais casos de uso suportados pelo FET incluem:
Estes cenários concretizam a visão de uma “economia automatizada”, em que transações repetitivas e baseadas em regras são geridas por agentes, com tokens a facilitar a troca de valor e a atribuição de permissões.
Carteiras e ferramentas permitem gerir ativos e aceder a serviços do ecossistema. Uma chave privada é uma sequência secreta que controla os seus ativos — deve ser sempre guardada offline em segurança. As “carteiras custodiadas” são geridas por plataformas para conveniência, mas apresentam risco de plataforma; as “carteiras não custodiadas” permitem ao utilizador controlar diretamente as chaves privadas, ficando a segurança dependente das práticas pessoais.
As soluções mais comuns incluem carteiras de navegador e carteiras hardware que suportam envio/receção de FET, consulta de histórico de transações e interação com agentes/aplicações. As ferramentas de extensão incluem frequentemente exploradores de bloco e utilitários de cross-chain ou migração para diferentes redes. Confirme sempre os formatos de endereço e tipos de rede antes de transacionar para evitar perda de ativos.
A gestão eficaz do risco deve incluir alocação criteriosa de fundos, seleção adequada de ferramentas, acompanhamento de atualizações oficiais e cumprimento da regulamentação local.
Passo 1: Registo e verificação. Inscreva-se no site da Gate e siga as instruções para completar a verificação de identidade (KYC), requisito de conformidade para reforçar a segurança da conta e os limites de levantamento.
Passo 2: Deposite fundos ou adquira stablecoins. Pode depositar moeda fiduciária ou adquirir stablecoins como USDT no mercado à vista. As stablecoins são tokens indexados ao valor fiduciário para reduzir a volatilidade na liquidação.
Passo 3: Procure FET e faça uma ordem. Na página de negociação à vista, pesquise “FET” e escolha entre ordem de mercado (executada ao preço atual) ou ordem limitada (executada ao preço definido por si).
Passo 4: Levante ativos e confirme a rede. Para autocustódia, aceda à página de “levantamento” — introduza o endereço de receção e selecione a rede correta. Confirme que o formato corresponde à rede; algumas requerem Memo/Tag — verifique todos os detalhes.
Passo 5: Configure armazenamento seguro. Quer mantenha os ativos na carteira Gate ou transfira para autocustódia, ative sempre a autenticação de dois fatores (SMS/código de app), defina uma palavra-passe forte e faça backup da sua chave privada. As carteiras frias são dispositivos/métodos offline para guardar chaves privadas — reduzindo o risco de ataque.
São projetos com propósitos distintos. O FET foca-se em sistemas multiagente potenciados por IA para colaboração económica automatizada — salientando descoberta de agentes, correspondência e liquidação de valor. O Ethereum é uma plataforma generalista de smart contracts para uma ampla variedade de aplicações descentralizadas.
Quanto à utilidade do token e modelos económicos: o FET incide no pagamento de serviços de agentes e acesso baseado em garantia; o ETH é usado sobretudo para comissões de transação (gas) e staking em proof-of-stake. A mecânica de oferta é diferente — o FET tem limite máximo; o ETH apresenta emissão/queima dinâmica desde o Merge e EIP-1559.
A maturidade do ecossistema também difere: o Ethereum possui uma grande comunidade de programadores e aplicações transversais; o FET é mais especializado em IA e automação. A escolha depende das necessidades da sua aplicação e do seu perfil de risco.
O FET concretiza a visão de sistemas multiagente potenciados por IA para colaboração económica automatizada — desempenhando papéis essenciais em pagamentos, colateralização e incentivos. Os dados atuais destacam capitalização de mercado e métricas de oferta; tecnologicamente, recorre a agentes e registos descentralizados para casos de uso práticos. Para começar na Gate, siga os passos de registo, compra, ordem e configuração de armazenamento seguro. No futuro, acompanhe a adoção real do ecossistema, atualizações em redes/ferramentas, alterações de tokenomics, tendências regulatórias locais — e alinhe a sua estratégia de carteira/segurança com os seus objetivos e tolerância ao risco.
Como projeto líder em tecnologia de agentes de IA, o FET é inovador, mas comporta riscos de mercado. Os principiantes devem compreender os fundamentos técnicos e a volatilidade antes de investir — começar com montantes reduzidos e definir estratégias de gestão de risco ao negociar em plataformas reguladas como a Gate; nunca investir tudo num único token.
A oferta total do FET é de 12 milhões de tokens. Uma parte circula no mercado e outra está bloqueada para incentivos do ecossistema ou reservas da equipa. Conhecer a distribuição da oferta ajuda a avaliar tendências de preço — consulte dados em tempo real na Gate ou em exploradores de bloco.
O FET foca-se em agentes autónomos e aplicações de IA descentralizada; outros tokens de IA podem visar tecnologias diferentes. O FET destaca-se pelo sistema económico de agentes autónomos e interoperabilidade cross-chain — ocupando uma posição de infraestrutura única no universo da IA.
As oportunidades de rendimento ao manter FET incluem incentivos do ecossistema, recompensas de staking (se aplicável) e valorização do preço. Alguns projetos oferecem mecanismos de liquidity mining — consulte a Gate ou outras plataformas para as atividades mais recentes de staking/mining, tendo em conta os riscos e a variabilidade dos retornos.
O FET está cotado em várias exchanges de referência, incluindo a Gate, com liquidez significativa. Negociar em exchanges reguladas garante segurança e transparência; os principiantes devem optar por plataformas licenciadas como a Gate em vez de pequenas exchanges não verificadas.
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