O fundador da Castle Investment, Ken Griffin, declarou recentemente que a administração Trump já está de fato procurando um sucessor adequado para o presidente do Federal Reserve, embora ele seja bastante reservado quanto à identidade do candidato. Ao mesmo tempo, esse magnata de Wall Street reforçou novamente a necessidade de manter uma distância adequada entre a Casa Branca e o Federal Reserve.
De acordo com relatos, Ken Griffin manifestou-se várias vezes em 2025, questionando a pressão exercida por Trump sobre o Federal Reserve. Ele acredita que a intervenção direta do executivo nas decisões do banco central prejudicará gravemente a independência do Fed, podendo, por fim, elevar os níveis de inflação e os custos de juros, representando uma ameaça tanto para os mercados financeiros quanto para a economia real.
No entanto, alguns analistas apontam que a afirmação de Ken Griffin de que conhece a escolha de Trump pode não ser totalmente precisa, sendo mais uma oportunidade para reafirmar seu ponto de vista central — a preocupação com a interferência de Trump nos assuntos do banco central. Ele espera, assim, pressionar os decisores políticos a respeitar a autonomia do Federal Reserve.
Essas declarações refletem a profunda preocupação de Wall Street com a intervenção política na formulação da política monetária. A independência do presidente do Federal Reserve tornou-se um tema central de atenção no mercado, influenciando as futuras direções das taxas de juros e as orientações das políticas econômicas. Os participantes do mercado geralmente concordam que manter a independência do banco central é fundamental para a estabilidade financeira.
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Há objetivos para o candidato à presidência do Federal Reserve? Ken Griffin alerta para riscos à independência da política
O fundador da Castle Investment, Ken Griffin, declarou recentemente que a administração Trump já está de fato procurando um sucessor adequado para o presidente do Federal Reserve, embora ele seja bastante reservado quanto à identidade do candidato. Ao mesmo tempo, esse magnata de Wall Street reforçou novamente a necessidade de manter uma distância adequada entre a Casa Branca e o Federal Reserve.
De acordo com relatos, Ken Griffin manifestou-se várias vezes em 2025, questionando a pressão exercida por Trump sobre o Federal Reserve. Ele acredita que a intervenção direta do executivo nas decisões do banco central prejudicará gravemente a independência do Fed, podendo, por fim, elevar os níveis de inflação e os custos de juros, representando uma ameaça tanto para os mercados financeiros quanto para a economia real.
No entanto, alguns analistas apontam que a afirmação de Ken Griffin de que conhece a escolha de Trump pode não ser totalmente precisa, sendo mais uma oportunidade para reafirmar seu ponto de vista central — a preocupação com a interferência de Trump nos assuntos do banco central. Ele espera, assim, pressionar os decisores políticos a respeitar a autonomia do Federal Reserve.
Essas declarações refletem a profunda preocupação de Wall Street com a intervenção política na formulação da política monetária. A independência do presidente do Federal Reserve tornou-se um tema central de atenção no mercado, influenciando as futuras direções das taxas de juros e as orientações das políticas econômicas. Os participantes do mercado geralmente concordam que manter a independência do banco central é fundamental para a estabilidade financeira.