Privacidade e conformidade realmente não podem coexistir?
Este projeto Layer-1, criado em 2018, oferece uma resposta interessante — usando tecnologia de provas de conhecimento zero para criar uma infraestrutura financeira regulamentada, que protege a privacidade das transações através de contratos inteligentes confidenciais e ao mesmo tempo atende às regulamentações da UE, como MiCA e MiFID II. Parece um pouco de ficção científica, mas os detalhes técnicos são bastante concretos.
**Como equilibrar privacidade e conformidade ao mesmo tempo?**
A primeira estratégia é a criptografia homomórfica combinada com provas de conhecimento zero — valores de transação, saldos de contas, posições são criptografados de ponta a ponta, e o mais importante, podem ser realizados cálculos matemáticos e verificações de transações sem precisar de descriptografia. É como fazer contabilidade dentro de uma caixa selada, onde ninguém vê os números, mas é possível verificar se as operações estão corretas.
A segunda estratégia é ainda mais avançada — um canal auditável embutido. As autoridades reguladoras ou auditores autorizados podem acessar os dados necessários usando chaves ou mecanismos de protocolo específicos, para realizar verificações de combate à lavagem de dinheiro e relatórios de conformidade, enquanto as informações de privacidade permanecem confidenciais. Assim, evita-se o dilema clássico das blockchains tradicionais de “ou tudo é público ou tudo é privado”.
**Já está sendo usado na prática**
Na plataforma DuskTrade, instituições já estão lidando com mais de 300 milhões de euros em títulos tokenizados, realizando transferências confidenciais, enquanto os órgãos reguladores ainda podem auditar a conformidade. Como em negociações de private equity ou bonds, a privacidade dos investidores é protegida, mas o histórico das transações é transparente para fins fiscais.
Existe também um projeto chamado Hedger, que faz a ponte entre o sistema financeiro tradicional e o ecossistema na blockchain, ajudando bancos ou fundos a participarem de atividades na cadeia sem expor segredos comerciais. Essa abordagem deve ser bastante atraente para instituições que desejam entrar nesse mercado.
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GasGuzzler
· 13h atrás
As provas de conhecimento zero são realmente incríveis, mas será que as autoridades realmente usarão chaves secretas de forma honesta? Tenho a sensação de que no final cada um vai fazer o seu próprio jogo.
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TopBuyerForever
· 13h atrás
Caramba, esta tecnologia é mesmo assim? O pai da regulamentação e o fantasma da privacidade conseguem dar as mãos?
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PermabullPete
· 13h atrás
Ei, esta abordagem técnica é interessante, provas de conhecimento zero combinadas com criptografia homomórfica realmente não é brincadeira.
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ILCollector
· 13h atrás
As provas de conhecimento zero parecem uma coisa interessante, mas as instituições realmente vão adotar ou é apenas mais um projeto conceitual que já ouvimos falar?
Privacidade e conformidade realmente não podem coexistir?
Este projeto Layer-1, criado em 2018, oferece uma resposta interessante — usando tecnologia de provas de conhecimento zero para criar uma infraestrutura financeira regulamentada, que protege a privacidade das transações através de contratos inteligentes confidenciais e ao mesmo tempo atende às regulamentações da UE, como MiCA e MiFID II. Parece um pouco de ficção científica, mas os detalhes técnicos são bastante concretos.
**Como equilibrar privacidade e conformidade ao mesmo tempo?**
A primeira estratégia é a criptografia homomórfica combinada com provas de conhecimento zero — valores de transação, saldos de contas, posições são criptografados de ponta a ponta, e o mais importante, podem ser realizados cálculos matemáticos e verificações de transações sem precisar de descriptografia. É como fazer contabilidade dentro de uma caixa selada, onde ninguém vê os números, mas é possível verificar se as operações estão corretas.
A segunda estratégia é ainda mais avançada — um canal auditável embutido. As autoridades reguladoras ou auditores autorizados podem acessar os dados necessários usando chaves ou mecanismos de protocolo específicos, para realizar verificações de combate à lavagem de dinheiro e relatórios de conformidade, enquanto as informações de privacidade permanecem confidenciais. Assim, evita-se o dilema clássico das blockchains tradicionais de “ou tudo é público ou tudo é privado”.
**Já está sendo usado na prática**
Na plataforma DuskTrade, instituições já estão lidando com mais de 300 milhões de euros em títulos tokenizados, realizando transferências confidenciais, enquanto os órgãos reguladores ainda podem auditar a conformidade. Como em negociações de private equity ou bonds, a privacidade dos investidores é protegida, mas o histórico das transações é transparente para fins fiscais.
Existe também um projeto chamado Hedger, que faz a ponte entre o sistema financeiro tradicional e o ecossistema na blockchain, ajudando bancos ou fundos a participarem de atividades na cadeia sem expor segredos comerciais. Essa abordagem deve ser bastante atraente para instituições que desejam entrar nesse mercado.