2025年Web3怪诞事件启示录:那些比小说更离奇的真实故事

编者注:Esta não é uma ficção de esgotamento de inspiração, mas sim os dez maiores acontecimentos reais no mundo da blockchain. Cada evento nos faz refletir novamente: na colisão entre o sonho de descentralização e os interesses de mercado, para onde a humanidade está caminhando?

“Fantasma” por trás de figuras políticas: mais de 100 milhões de dólares em exército invisível

Resumo do evento

No início de 2025, figuras políticas começaram a aparecer no palco das criptomoedas. O novo líder dos EUA lançou o token TRUMP, seguido por sua esposa com MELANIA. Um líder de um país da América do Sul também entrou na festa em meados de fevereiro, lançando o token LIBRA.

À primeira vista, parece uma aprovação dos políticos ao Web3. Mas o problema surgiu: poucas horas após a emissão do LIBRA, o emissor retirou USDC e tokens SOL no valor de 87 milhões de dólares do pool de liquidez, causando uma queda de mais de 80% no preço em pouco tempo. Claramente, uma operação de “retirada em tapete”.

Após investigação comunitária, o caso se complicou ainda mais. Ferramentas de análise de blockchain rastrearam que os endereços de implantação do contrato inteligente de MELANIA e LIBRA estavam fortemente relacionados, ambos ligados a um ecossistema de projetos envolvidos em múltiplos casos de “fuga”. Segundo fontes, o market maker do LIBRA foi acusado publicamente por vários KOLs de criptografia de ser um “grupo criminoso familiar”.

Mais absurdo ainda, os investigadores descobriram uma pista de “infiltrado”: um assessor próximo a um líder de um governo nacional recebeu suborno de 5 milhões de dólares, facilitando a promoção do token. Em outras palavras, com 500 mil dólares, é possível obter um retorno de mais de 100 vezes — uma operação extremamente lucrativa para os manipuladores por trás.

Por que vale a pena acompanhar

A loucura deste evento está no fato de que, quando capital e poder se unem, uma pilhagem “à luz do dia” se inicia. Quem ainda pode ser confiável? A resposta talvez seja apenas a chave privada na carteira.

Índice de absurdo: ★★★★★

Vida de apostador de funcionários com salários milionários: de confiança a traição

Resumo do evento

No final de fevereiro, um banco digital que emitia stablecoins foi invadido por hackers, com 49,5 milhões de dólares transferidos. Após o incidente, o fundador do projeto rapidamente admitiu e prometeu reembolsar integralmente mesmo no pior cenário, ganhando a simpatia da comunidade.

Mas a reviravolta veio de forma inesperada: não foi uma invasão de hackers, mas um roubo interno deliberado por um funcionário.

O funcionário acusado chama-se Shen Shanxuan, um desenvolvedor sênior do projeto, que tinha as maiores permissões na gestão do contrato inteligente de fundos da empresa. Teoricamente, após concluir o desenvolvimento, ele deveria transferir as permissões ao time do projeto, mas usou sua posição de confiança para manter o controle do contrato secretamente. Quando chegou a hora, ele retirou os 49,5 milhões de dólares diretamente do cofre.

A parte mais dramática é: por que um funcionário com salário de milhões arriscaria tanto? A resposta é — vício em jogos de azar. Apesar de bem remunerado, Shen Shanxuan não conseguiu controlar sua obsessão por negociações derivadas, tomando empréstimos com alavancagem alta, acumulando dívidas até não poder pagar. Este especialista em tecnologia acabou se tornando um “apostador desesperado”.

Por que vale a pena acompanhar

Na transição de “compartilhar conhecimento” para “fazer negócios reais”, os empreendedores de Web3 ainda têm muito a aprender. A lição mais importante: por melhor que seja um gênio técnico, deve evitar derivativos.

Índice de absurdo: ★

A “reescrita” da história pelos tubarões com suas fichas

Resumo do evento

No final de março, em um mercado de previsão popular, a previsão de “Ucrânia aceitará algum acordo antes de abril” virou de cabeça para baixo. A probabilidade de “sim”, quase zero, subiu para 100% em uma noite. Não foi por uma mudança dramática na situação, mas porque uma baleia usou seus 5 milhões de tokens de governança para votar, mudando o resultado à força.

O mecanismo do mercado de previsão funciona assim: qualquer pessoa pode propor uma questão e apostar uma margem; outros usuários podem contestar, também apostando a mesma margem; ao final, todos os detentores de tokens na comunidade votam na resposta final. Teoricamente, é uma “mecanismo de verdade” democratizado.

Mas o problema é: se você controla tokens suficientes, pode impor sua “verdade”. Essa baleia fez exatamente isso — usando a maioria absoluta de votos para esmagar os opositores, mesmo que eles saibam que a resposta está errada, por causa da disparidade de poder.

A plataforma admitiu a manipulação posteriormente, mas alegou que “faz parte das regras” e se recusou a corrigir. Só em agosto a plataforma lançou melhorias, mas essas mudanças foram apenas superficiais, sem alterar a essência centralizada do oráculo.

Por que vale a pena acompanhar

Um oráculo que se autodenomina “máquina de verdade descentralizada” sendo facilmente manipulado por grandes investidores — é uma falha no design do produto ou uma zombaria do conceito de “descentralização”?

Índice de absurdo: ★★★

Caso de desaparecimento de US$ 4,56 bilhões: erro, negligência ou intencionalidade?

Resumo do evento

No início de abril, um famoso empreendedor de criptografia realizou uma coletiva em Hong Kong, acusando uma trust company de transferir ilegalmente US$ 456 milhões em reservas. Mas o tribunal de Hong Kong rejeitou a ação. Um mês antes, outro tribunal em Dubai já havia congelado esses fundos, suspeitando de inadimplência de confiança.

Qual é a verdade? Vamos esclarecer:

Contexto: Um projeto de stablecoin é operado por duas empresas. Uma cuida da tecnologia e dos negócios, a outra (na Califórnia) gerencia reservas e relações bancárias, tendo escolhido uma trust company como custodiante. Este empreendedor aparece como consultor de mercado, mas nos documentos judiciais é descrito como “controlador real”. A questão central: ele é realmente o decisor legítimo?

Declarações do empreendedor: Desde 2021, a empresa responsável pelas reservas teria conspirado com várias trust companies, criando secretamente canais de saída de fundos. Sob a fachada de documentos falsificados e instruções falsas, US$ 456 milhões foram transferidos para uma empresa em Dubai, cujo proprietário real tem ligação com um fundo de investimento. O empreendedor afirma que tudo aconteceu sem seu conhecimento.

Declarações da trust: A empresa alega que recebeu ordens de transferência de um “representante autorizado” que se dizia representante do empreendedor. Como não tinham certeza da origem, transferiram os fundos para outra empresa relacionada, que deveria gerar lucros. A trust insiste que não roubou nada — basta que o verdadeiro controlador verifique sua identidade e solicite a devolução. Mas quem é o “verdadeiro controlador”?

Reviravolta: numa audiência online, apareceu um participante com nickname “Bob”. O juiz pediu para ele ativar a câmera, e quem apareceu foi justamente o empreendedor. Por que ele não participou com seu nome real? Isso levanta suspeitas: talvez ele tenha segredos que não quer tornar públicos.

Por que vale a pena acompanhar

Às vezes, a inteligência demais atrapalha. Se alguém tenta esconder sua verdadeira identidade na disputa pelo controle de fundos, como podemos julgá-lo: vítima ou potencial fraudador?

Índice de absurdo: ★★★★

O “herdeiro digital” de um gênio de 22 anos: morte real ou falsa?

Resumo do evento

No começo de maio, um cofundador de um projeto de criptografia popular, apenas 22 anos, chamado Jeff, fez uma transmissão misteriosa ao vivo. Logo, circulou na internet uma notícia chocante: ele teria se suicidado ao vivo. O vídeo viralizou no Twitter, e a comunidade cripto entrou em luto.

Mas a história não é tão simples. Pouco antes de sua “suicídio”, ele publicou um artigo sobre “moeda de herança”, propondo uma ideia audaciosa: o desenvolvedor promete comprar, mas nunca vender, um determinado token, e após sua morte, esses tokens seriam permanentemente bloqueados na blockchain, tornando-se um “monumento digital”. Coincidência ou não, no mesmo dia, um token chamado LLJEFFY foi lançado em uma plataforma.

Em 5 de maio, uma plataforma chamada “Legacy” publicou uma nota de falecimento, embora sem nomes específicos, a comunidade achou que era uma homenagem ao jovem fundador. No dia seguinte, seu blog pessoal publicou automaticamente um artigo — começando com a frase padrão: “Se você está lendo isto, significa que já morri…”

Porém, a reviravolta veio: duas influenciadoras de cripto divulgaram uma carta vazada, na qual o fundador explica seus planos. Ele afirma que foi vítima de assédio, fraude e extorsão. Seguindo rastros de ex-sócios, ameaças de terceiros e sua própria exposição de informações pessoais, sentiu-se ameaçado de morte. Queria desaparecer, mas temia que anunciar sua saída causasse queda no preço do projeto, prejudicando todos. Então, planejou essa “falsa morte”.

A última pista importante: análises na blockchain mostraram que uma carteira associada a Jeff vendeu 35,55 milhões de seus tokens em 7 de maio, trocando por 8572 SOL (cerca de US$ 127 mil), e depois transferiu 7100 SOL (cerca de US$ 106 mil) para a carteira do desenvolvedor do LLJEFFY.

A questão é: ele foi realmente forçado a desaparecer ou está fazendo uma “saída segura” de forma inteligente?

Por que vale a pena acompanhar

Traição e ameaça nunca são exclusivas do mercado. Quando você entra em um jogo sem garantias, precisa entender que é uma questão de vida ou morte, com grande componente de sorte.

Índice de absurdo: ★★★

Congelamento na cadeia: salvação ou centralização?

Resumo do evento

No final de maio, uma DEX famosa foi atacada, com US$ 223 milhões roubados. Mas, surpreendentemente, apenas duas horas depois, o projeto anunciou que havia congelado US$ 162 milhões dos fundos roubados.

Como isso foi possível? Como congelar fundos sem a chave privada do invasor? A resposta: por meio do consenso da cadeia. Essa blockchain exige a aprovação de 2/3 dos nós para executar transações. Os responsáveis pelo projeto coordenaram esses nós para rejeitar transações provenientes do endereço do invasor, efetivamente “congelando” esses fundos na camada da cadeia.

Apenas cerca de US$ 60 milhões conseguiram passar para a Ethereum, o restante ficou preso na cadeia original. Quanto à recuperação real, os engenheiros sugeriram um método: executar um código especial que, sem assinatura do invasor, forçaria a transferência dos fundos. Mas, no final, os validadores negaram ter recebido tal solicitação, e esse código nunca foi executado.

Por que vale a pena acompanhar

Discutir se uma cadeia é realmente descentralizada perdeu sentido. A questão real é: se eu transferir fundos por engano para um endereço errado, essa cadeia vai me ajudar a recuperar? Talvez essa “exceção” mereça reflexão.

Índice de absurdo: ☆

A transformação de uma farmacêutica: de financiamento a Web3

Resumo do evento

No começo de julho, uma farmacêutica listada em Hong Kong assinou um memorando de cooperação com um projeto de blockchain. Parece normal, mas na verdade é uma “fusão reversa” cuidadosamente planejada.

O que é fusão reversa? Geralmente, uma empresa que quer abrir capital adquire uma empresa de fachada já listada. Mas aqui, o inverso aconteceu — a farmacêutica já listada absorveu um projeto de blockchain. E isso não é a primeira vez: em abril, essa empresa já nomeou dois fundadores do projeto como diretores executivos.

Com essa “aquisição”, a empresa listada anunciou em agosto a emissão de 145 milhões de ações, arrecadando HK$ 58,82 milhões para o desenvolvimento de blockchain. Teoricamente, com a onda Web3, o preço das ações deveria disparar. Houve uma alta momentânea, mas logo veio uma queda acentuada.

O ponto de virada foi em meados de setembro — o plano de captação foi cancelado por não cumprir os requisitos no prazo, e o preço das ações despencou. No final de setembro, a empresa mudou de nome, e a queda se intensificou. Em meados de novembro, a bolsa anunciou uma investigação por suspeita de não cumprimento dos requisitos de listagem contínua.

Por que vale a pena acompanhar

Mesmo que uma jurisdição declare apoio ao desenvolvimento Web3, esse tipo de “shell listing” é demasiado agressivo, quase como tratar todos como idiotas.

Índice de absurdo: ★★★★

De sonho de montar carro a financiamento em cripto

Resumo do evento

No meio de agosto, um empreendedor conhecido por várias startups anunciou oficialmente sua entrada no setor de criptomoedas através de sua montadora. A empresa lançou um “índice” que rastreia as 10 maiores criptomoedas globais, além de um produto de “cofre”. A estratégia de marketing é usar 80% de investimento passivo e 20% de ativo gerenciado para garantir retorno estável.

Segundo o plano oficial, a empresa pretende captar entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão para investir em cripto, com objetivo inicial de adquirir entre US$ 30 milhões e US$ 1 bilhão em ativos digitais. Eles já investiram US$ 30 milhões em uma empresa de saúde para ajudar na transição para cripto, com o próprio fundador atuando como consultor.

Recentemente, anunciou uma parceria com uma fabricante de automóveis renomada, prometendo que seus novos veículos poderão se conectar à rede de carregamento da parceira, além de planejar cooperação em tecnologia de direção autônoma.

Por que vale a pena acompanhar

Esse empreendedor sempre encontra novas formas de realizar missões “impossíveis”. Apesar de não ter atingido a nota máxima, foi para deixar espaço para os políticos na frente.

Índice de absurdo: ★★★★☆

O auto-sabotagem de um projeto de stablecoin

Resumo do evento

No começo de novembro, um projeto de stablecoin enfrentou problemas. Usando um mecanismo similar ao USDe, buscava obter maiores retornos aplicando estratégias neutras de risco em diversos ativos. Observadores atentos na cadeia perceberam que, desde o final de outubro, dois endereços suspeitos começaram a receber grande quantidade de tokens do projeto, realizando operações de empréstimo via uma plataforma de empréstimos — com taxas anuais superiores a 30%.

O absurdo aqui é: os detentores poderiam resgatar o stablecoin original em um dia, mas esses endereços optaram por tomar empréstimos com juros altíssimos. Ainda mais absurdo, um desses endereços está diretamente ligado ao fundador do projeto.

Se o próprio fundador está desesperado para realizar lucros, qual mensagem isso transmite ao mercado? Os usuários logo entenderam — o token sofreu uma forte desvalorização. Em 8 de novembro, a equipe do projeto emitiu uma declaração prometendo compensar os usuários prejudicados, mas essa declaração sumiu depois.

Investigações adicionais revelaram que o fundador também criou outros dois projetos fracassados. Um deles entrou em crise de pagamento na bear market de 2022 e ainda está em reestruturação; o outro desapareceu após ataques na camada de protocolo.

Por que vale a pena acompanhar

A maior lição da história é que a humanidade nunca aprende com seus erros. Empreendedores que fracassam e tentam de novo são comuns, mas se os problemas de gestão de risco se repetem, não é azar — é um problema real.

Índice de absurdo: ★★★

O jogo “sem risco” dos fundos de venture capital

Resumo do evento

No final de novembro, um fundo de investimento renomado incluiu em seu contrato de financiamento com um projeto Layer1 uma cláusula “especial”: o fundo de US$ 25 milhões tem direito de resgate ao preço original em um ano. Ou seja, se o token do projeto não performar como esperado, o fundo pode exigir a devolução total do investimento.

Na prática, trata-se de um “investimento sem risco”, enquanto os demais investidores assumem todo o risco.

Os cofundadores do projeto inicialmente negaram a veracidade da notícia, mas depois admitiram que a cláusula foi criada para lidar com o risco de o token não ser lançado a tempo. Mas a questão central é: os demais investidores na mesma rodada não sabiam dessa cláusula especial.

Segundo especialistas jurídicos, ocultar informações relevantes relacionadas ao investimento pode violar regras de divulgação de valores mobiliários. Investigações adicionais mostraram que esse fundo continuou comprando tokens do projeto durante a volatilidade do mercado, sem “fugir” como alegado. Mas isso não apaga a injustiça dessa cláusula — alguns investidores têm proteção contra quedas que outros não têm.

Por que vale a pena acompanhar

Se for realmente assim, isso ultrapassa o conceito de venture capital e vira uma forma de roubo disfarçado contra outros investidores. Você ainda acha que Web3 não precisa de regulação forte?

TRUMP-0,32%
MELANIA2,68%
USDC-0,01%
SOL1,79%
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