#地缘政治风险 O fim de semana trouxe uma escalada interessante na situação na Venezuela — os EUA agiram diretamente, o alarme de defesa aérea foi acionado, e, por norma, o mercado de criptomoedas deveria ter caído, mas o Bitcoin apenas deu de ombros, ultrapassando brevemente os 90 mil e depois recuando.
Este episódio merece reflexão. Impactos na geopolítica geralmente derrubam ativos de risco, levando o capital a buscar refúgio. Mas a situação atual é: os mercados tradicionais estão fechados ao fim de semana, as grandes instituições não podem reagir imediatamente, e mercados como o Bitcoin, que operam 7*24, tornaram-se uma "zona de teste". A verdadeira prova será na abertura de segunda-feira na Wall Street — como irão evoluir os preços do petróleo, metais preciosos e ações, isso determinará a reação secundária do mercado de criptomoedas.
Do ponto de vista de seguir tendências, tenho observado nos últimos dias as divergências entre os operadores mais agressivos de curto prazo e os mais conservadores. Os mais agressivos apostam que na próxima semana o preço continuará a ultrapassar os 90 mil dólares, argumentando que esse episódio político é uma "operação nos bastidores" que o mercado já digeriu; os mais conservadores estão reduzindo posições perto dos 90 mil, reservando munição para esperar a poeira assentar na segunda-feira.
Minha inclinação é pelo segundo grupo — não que estar agressivo seja errado, mas durante pontos de inflexão macroeconômica, variáveis como a geopolítica podem ampliar a volatilidade do mercado, e seguir tendências exige ajustar o nível de risco. Se você acompanha operadores com alta tolerância ao risco, prepare-se para maiores oscilações nesta semana; caso contrário, o mesmo se aplica.
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#地缘政治风险 O fim de semana trouxe uma escalada interessante na situação na Venezuela — os EUA agiram diretamente, o alarme de defesa aérea foi acionado, e, por norma, o mercado de criptomoedas deveria ter caído, mas o Bitcoin apenas deu de ombros, ultrapassando brevemente os 90 mil e depois recuando.
Este episódio merece reflexão. Impactos na geopolítica geralmente derrubam ativos de risco, levando o capital a buscar refúgio. Mas a situação atual é: os mercados tradicionais estão fechados ao fim de semana, as grandes instituições não podem reagir imediatamente, e mercados como o Bitcoin, que operam 7*24, tornaram-se uma "zona de teste". A verdadeira prova será na abertura de segunda-feira na Wall Street — como irão evoluir os preços do petróleo, metais preciosos e ações, isso determinará a reação secundária do mercado de criptomoedas.
Do ponto de vista de seguir tendências, tenho observado nos últimos dias as divergências entre os operadores mais agressivos de curto prazo e os mais conservadores. Os mais agressivos apostam que na próxima semana o preço continuará a ultrapassar os 90 mil dólares, argumentando que esse episódio político é uma "operação nos bastidores" que o mercado já digeriu; os mais conservadores estão reduzindo posições perto dos 90 mil, reservando munição para esperar a poeira assentar na segunda-feira.
Minha inclinação é pelo segundo grupo — não que estar agressivo seja errado, mas durante pontos de inflexão macroeconômica, variáveis como a geopolítica podem ampliar a volatilidade do mercado, e seguir tendências exige ajustar o nível de risco. Se você acompanha operadores com alta tolerância ao risco, prepare-se para maiores oscilações nesta semana; caso contrário, o mesmo se aplica.
Até segunda-feira para ver quem tem razão.