Os principais fatores impulsionadores do aumento são as necessidades macroeconómicas e de proteção:
① Expectativa de redução de juros pelo Federal Reserve: o mercado espera que o Federal Reserve continue a reduzir os juros até 2026, e o ambiente de juros baixos diminui o custo de oportunidade de manter ativos sem rendimento, como o ouro. ② Riscos geopolíticos: tensões em várias regiões do mundo aumentaram a procura de ouro como ativo de proteção. ③ Preocupações com a credibilidade do dólar: discussões sobre a posição dominante do dólar levaram parte do capital a migrar para o ouro. ④ Compra contínua de ouro pelos bancos centrais: bancos centrais de países como Polónia e Brasil têm comprado ouro, oferecendo suporte sólido ao preço do metal. Riscos potenciais: o mercado enfrenta pressões de venda de curto prazo, como o "reequilíbrio de índices"; preços excessivamente altos também podem atrair atenção política. Além disso, o aumento do requisito de margem nas trocas pode intensificar a volatilidade de curto prazo. Em suma, a lógica de valorização a longo prazo dos metais preciosos permanece, mas os riscos de curto prazo estão a acumular-se. Ao tomar decisões, deve-se focar mais nos objetivos de investimento e na tolerância ao risco, em vez de simplesmente perseguir o preço.
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Os principais fatores impulsionadores do aumento são as necessidades macroeconómicas e de proteção:
① Expectativa de redução de juros pelo Federal Reserve: o mercado espera que o Federal Reserve continue a reduzir os juros até 2026, e o ambiente de juros baixos diminui o custo de oportunidade de manter ativos sem rendimento, como o ouro.
② Riscos geopolíticos: tensões em várias regiões do mundo aumentaram a procura de ouro como ativo de proteção.
③ Preocupações com a credibilidade do dólar: discussões sobre a posição dominante do dólar levaram parte do capital a migrar para o ouro.
④ Compra contínua de ouro pelos bancos centrais: bancos centrais de países como Polónia e Brasil têm comprado ouro, oferecendo suporte sólido ao preço do metal.
Riscos potenciais: o mercado enfrenta pressões de venda de curto prazo, como o "reequilíbrio de índices"; preços excessivamente altos também podem atrair atenção política. Além disso, o aumento do requisito de margem nas trocas pode intensificar a volatilidade de curto prazo.
Em suma, a lógica de valorização a longo prazo dos metais preciosos permanece, mas os riscos de curto prazo estão a acumular-se. Ao tomar decisões, deve-se focar mais nos objetivos de investimento e na tolerância ao risco, em vez de simplesmente perseguir o preço.