#地缘政治与资本流动 看到委内瑞拉 esta reserva de Bitcoin de 600 mil milhões de dólares, a minha mente passou por alguns pontos-chave da geopolítica dos últimos dez anos. Desde 2018, o regime de Maduro, sob o aperto das sanções dos EUA, passou de uma experiência fracassada com a moeda de petróleo para o USDT, até perceber que as stablecoins também têm endereços congelados, e decidiu rapidamente mudar para o Bitcoin — esta cadeia lógica na verdade reflete uma lei histórica profunda: sempre que o fluxo de capital a nível nacional enfrenta restrições do sistema financeiro ocidental, os ativos criptográficos tornam-se uma ferramenta de hedge.
Olhando para 2020, Irã, Coreia do Norte e Rússia também exploraram esse caminho, mas a abordagem da Venezuela foi a mais sistemática. Desde a troca por ouro, liquidação de petróleo até a mineração, acumulou mais de 600 mil Bitcoins — esse número, visto dentro do fluxo total da rede, é suficiente para causar um impacto estrutural no mercado global.
A questão não é sobre a permanência de Maduro, mas sim sobre a propriedade futura dessa reserva. A probabilidade de controle total pelos EUA não é tão alta quanto parece, envolvendo canais subterrâneos, carteiras dispersas, custódia por terceiros e outras variáveis. O verdadeiro ponto de virada acontecerá durante interrogatórios e negociações internacionais, que irão determinar as expectativas de liquidez do Bitcoin nos próximos anos e o prêmio geopolítico. Isso me faz lembrar da disputa pelo ouro das forças de Gaddafi em 2011 — só que desta vez o campo de batalha mudou para a cadeia.
A história sempre se repete de maneiras diferentes.
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#地缘政治与资本流动 看到委内瑞拉 esta reserva de Bitcoin de 600 mil milhões de dólares, a minha mente passou por alguns pontos-chave da geopolítica dos últimos dez anos. Desde 2018, o regime de Maduro, sob o aperto das sanções dos EUA, passou de uma experiência fracassada com a moeda de petróleo para o USDT, até perceber que as stablecoins também têm endereços congelados, e decidiu rapidamente mudar para o Bitcoin — esta cadeia lógica na verdade reflete uma lei histórica profunda: sempre que o fluxo de capital a nível nacional enfrenta restrições do sistema financeiro ocidental, os ativos criptográficos tornam-se uma ferramenta de hedge.
Olhando para 2020, Irã, Coreia do Norte e Rússia também exploraram esse caminho, mas a abordagem da Venezuela foi a mais sistemática. Desde a troca por ouro, liquidação de petróleo até a mineração, acumulou mais de 600 mil Bitcoins — esse número, visto dentro do fluxo total da rede, é suficiente para causar um impacto estrutural no mercado global.
A questão não é sobre a permanência de Maduro, mas sim sobre a propriedade futura dessa reserva. A probabilidade de controle total pelos EUA não é tão alta quanto parece, envolvendo canais subterrâneos, carteiras dispersas, custódia por terceiros e outras variáveis. O verdadeiro ponto de virada acontecerá durante interrogatórios e negociações internacionais, que irão determinar as expectativas de liquidez do Bitcoin nos próximos anos e o prêmio geopolítico. Isso me faz lembrar da disputa pelo ouro das forças de Gaddafi em 2011 — só que desta vez o campo de batalha mudou para a cadeia.
A história sempre se repete de maneiras diferentes.