A quebra de preço é apenas o começo, o verdadeiro espetáculo está por começar.
A Dusk Network encontra-se atualmente numa encruzilhada crucial. Por mais bonito que seja o projeto, no final das contas, tudo se resume a resultados — essa é uma regra de ferro para qualquer projeto Web3. O mercado já fixou todas as expectativas em 2026, aguardando para ver se este projeto consegue realmente passar da fase de planejamento para a fase de operação real.
Mais especificamente, há três aspectos que o mercado está observando de perto.
**Primeiro é a capacidade de entrega da infraestrutura**. Os componentes centrais na mainnet — a troca descentralizada otimizada e a ponte cross-chain — estão agendados para serem lançados no primeiro trimestre. Isso não é apenas uma marca na lista de funcionalidades, mas a base para o funcionamento normal de todo o ecossistema. Qualquer atraso em um desses pontos pode prejudicar a confiança do mercado.
**Segundo é a concretização real das parcerias**. A colaboração com a NPEX, na Holanda, sempre foi o pilar central na narrativa de conformidade da Dusk. A potencial emissão de tokens de valores mobiliários, avaliada em até 3 bilhões de euros, depende menos de como o acordo de parceria é redigido e mais de quanto realmente será negociado na cadeia. Sem volume de negociação real, sem ativos realmente on-chain em funcionamento, por mais comunicados de imprensa que sejam feitos, tudo será em vão. A questão de se as instituições financeiras realmente adotam essa tecnologia, e não apenas experimentam por curiosidade, é a linha que separa conceito da realidade.
**Terceiro é a vitalidade do ecossistema**. Por mais avançada que seja a tecnologia ou grandiosa a parceria, no final das contas, tudo depende se o ecossistema consegue se manter vivo. A profundidade das negociações, a fidelidade dos usuários — esses indicadores devem ser acompanhados ao longo de todo o ano. Um ecossistema sem desenvolvedores ativos e com poucos usuários, por mais que pareça promissor na teoria, dificilmente sustentará expectativas de mercado a longo prazo.
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GateUser-addcaaf7
· 01-21 11:56
Resumindo, ainda depende de o Q1 realmente entregar, senão será mais um projeto de PPT.
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BTCRetirementFund
· 01-21 11:51
2026年啊,又是两年,到时候还得看链上数据说话,光写白皮书没用
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TheMemefather
· 01-21 11:51
Resumindo, é ver se o Q1 consegue ser entregue, caso contrário, por mais incrível que seja a história, ela também é um tigre de papel
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FlatlineTrader
· 01-21 11:46
Resumindo, é preciso ver se o Q1 consegue ser entregue; se houver outro atraso, é hora de cortar perdas.
A quebra de preço é apenas o começo, o verdadeiro espetáculo está por começar.
A Dusk Network encontra-se atualmente numa encruzilhada crucial. Por mais bonito que seja o projeto, no final das contas, tudo se resume a resultados — essa é uma regra de ferro para qualquer projeto Web3. O mercado já fixou todas as expectativas em 2026, aguardando para ver se este projeto consegue realmente passar da fase de planejamento para a fase de operação real.
Mais especificamente, há três aspectos que o mercado está observando de perto.
**Primeiro é a capacidade de entrega da infraestrutura**. Os componentes centrais na mainnet — a troca descentralizada otimizada e a ponte cross-chain — estão agendados para serem lançados no primeiro trimestre. Isso não é apenas uma marca na lista de funcionalidades, mas a base para o funcionamento normal de todo o ecossistema. Qualquer atraso em um desses pontos pode prejudicar a confiança do mercado.
**Segundo é a concretização real das parcerias**. A colaboração com a NPEX, na Holanda, sempre foi o pilar central na narrativa de conformidade da Dusk. A potencial emissão de tokens de valores mobiliários, avaliada em até 3 bilhões de euros, depende menos de como o acordo de parceria é redigido e mais de quanto realmente será negociado na cadeia. Sem volume de negociação real, sem ativos realmente on-chain em funcionamento, por mais comunicados de imprensa que sejam feitos, tudo será em vão. A questão de se as instituições financeiras realmente adotam essa tecnologia, e não apenas experimentam por curiosidade, é a linha que separa conceito da realidade.
**Terceiro é a vitalidade do ecossistema**. Por mais avançada que seja a tecnologia ou grandiosa a parceria, no final das contas, tudo depende se o ecossistema consegue se manter vivo. A profundidade das negociações, a fidelidade dos usuários — esses indicadores devem ser acompanhados ao longo de todo o ano. Um ecossistema sem desenvolvedores ativos e com poucos usuários, por mais que pareça promissor na teoria, dificilmente sustentará expectativas de mercado a longo prazo.