Recentemente, analisei várias propostas de governança do Lista, todas foram aprovadas, mas a taxa de participação na votação... Para ser honesto, é um pouco embaraçoso. Uma grande quantidade de tokens LISTA está simplesmente deitada em carteiras ou exchanges, sem interesse algum no futuro do protocolo.
Falando nisso, isso não é apenas uma questão do Lista, mas de fato reflete um alerta precoce na governança — a tendência de "esvaziamento".
Pense bem, deixar por muito tempo que poucos grandes detentores ou a equipe interna dominem as decisões facilmente leva a problemas. As propostas tornam-se cada vez mais semelhantes, formando uma mentalidade de círculo fechado, e os verdadeiros pontos de inovação e riscos ocultos acabam sendo negligenciados. Ainda mais doloroso é que os detentores comuns começam a tratar o LISTA apenas como um ativo negociável, e não como um instrumento para exercer o poder de governança. Assim, a coesão da comunidade enfraquece cada vez mais, e chega uma hora que todos querem sair, e saem.
Qual é o cenário mais perigoso? Quando ocorre uma crise importante ou divergências de opinião — por exemplo, ajustar a distribuição de lucros de liquidação, modificar parâmetros de risco críticos — uma decisão sem uma base de consenso ampla pode rapidamente dividir a comunidade, e em casos graves, até levar a uma bifurcação forçada.
Como resolver? O Lista precisa redesenhar seu mecanismo de incentivo. Não basta distribuir tokens como recompensa pela votação, é preciso pensar em como tornar a participação na governança "lucrativa" ou "indispensável". Por exemplo, vincular diretamente uma parte dos lucros do protocolo (como divisão de taxas de liquidação, dividendos de taxas de transação) ao nível de participação na governança dos detentores. Nos meses em que a taxa de aprovação das propostas for baixa, a distribuição de lucros também diminui — fazendo com que quem não vote perceba o custo.
No final das contas, a atividade de governança é o divisor de águas para que o protocolo evolua de uma ferramenta para um ecossistema.
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WhaleWatcher
· 10h atrás
Mais do mesmo, grandes investidores ganham facilmente, investidores individuais ficam de braços cruzados, é de ficar pasmo
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Resumindo, os tokens se tornaram fichas de jogo, quem ainda se preocupa com governança?
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A hard fork foi feita com força, esse é realmente o ponto de risco
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Vincular lucros à votação? Parece uma boa ideia, mas é difícil de implementar
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A taxa de votação na Lista já é uma norma do setor, não é um caso isolado
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Comunidades sem senso de participação acabarão por colapsar, essa lógica faz sentido
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O mecanismo de incentivo precisa ser alterado, senão será como água morna fervendo sapo
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Haha, esperar a crise realmente chegar para se arrepender é tarde demais
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Lucros principais e governança ligados? Essa ideia tem potencial
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Decisões de círculos fechados acabam prejudicando a própria ecologia
Esta taxa de participação é realmente difícil de descrever, parece que toda a gente está a dormir
Já tinha percebido esse sinal há muito tempo, a desumanização da governança vai acabar por dar erro
Vincular os lucros às votações foi uma jogada genial, se não votarem, não há dividendos, assim consegue-se despertar aqueles investidores que estão a deitar-se de braços cruzados
O que preocupa é que, quando acontecer uma grande crise, vão perceber que ninguém tem voz
A Lista precisa avançar com força na reforma de incentivos, caso contrário, cedo ou tarde, vai acabar por se tornar uma máquina de levantar fundos para as exchanges
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BuyTheTop
· 10h atrás
Esta taxa de participação é realmente embaraçosa, não é diferente de contas de sono
Saímos do tópico... Tenho algumas dúvidas se essa abordagem de incentivos realmente pode ser implementada
Resumindo, os grandes investidores não se importam, se a proposta passa ou não, para eles não faz diferença
No final, ainda haverá hard fork, vamos ver
A hollowing da governança não é o problema de todas as DAOs, a Lista também não escapa
Recentemente, analisei várias propostas de governança do Lista, todas foram aprovadas, mas a taxa de participação na votação... Para ser honesto, é um pouco embaraçoso. Uma grande quantidade de tokens LISTA está simplesmente deitada em carteiras ou exchanges, sem interesse algum no futuro do protocolo.
Falando nisso, isso não é apenas uma questão do Lista, mas de fato reflete um alerta precoce na governança — a tendência de "esvaziamento".
Pense bem, deixar por muito tempo que poucos grandes detentores ou a equipe interna dominem as decisões facilmente leva a problemas. As propostas tornam-se cada vez mais semelhantes, formando uma mentalidade de círculo fechado, e os verdadeiros pontos de inovação e riscos ocultos acabam sendo negligenciados. Ainda mais doloroso é que os detentores comuns começam a tratar o LISTA apenas como um ativo negociável, e não como um instrumento para exercer o poder de governança. Assim, a coesão da comunidade enfraquece cada vez mais, e chega uma hora que todos querem sair, e saem.
Qual é o cenário mais perigoso? Quando ocorre uma crise importante ou divergências de opinião — por exemplo, ajustar a distribuição de lucros de liquidação, modificar parâmetros de risco críticos — uma decisão sem uma base de consenso ampla pode rapidamente dividir a comunidade, e em casos graves, até levar a uma bifurcação forçada.
Como resolver? O Lista precisa redesenhar seu mecanismo de incentivo. Não basta distribuir tokens como recompensa pela votação, é preciso pensar em como tornar a participação na governança "lucrativa" ou "indispensável". Por exemplo, vincular diretamente uma parte dos lucros do protocolo (como divisão de taxas de liquidação, dividendos de taxas de transação) ao nível de participação na governança dos detentores. Nos meses em que a taxa de aprovação das propostas for baixa, a distribuição de lucros também diminui — fazendo com que quem não vote perceba o custo.
No final das contas, a atividade de governança é o divisor de águas para que o protocolo evolua de uma ferramenta para um ecossistema.