O presidente do Federal Reserve, Powell, enfrenta recentemente uma nova onda de pressão por parte do Departamento de Justiça dos EUA. Segundo relatos da mídia, o Departamento de Justiça, alegando que ele testemunhou perante o Senado em junho do ano passado, iniciou acusações criminais contra ele, ameaçando-o. A intimação criminal envolve detalhes de anos de um projeto de renovação de uma propriedade pessoal de Powell, e a intimação do grande júri foi oficialmente entregue na última sexta-feira.
O verdadeiro objetivo por trás das acusações do Departamento de Justiça
Powell afirmou de forma franca que a intimação criminal não tem relação alguma com seu testemunho perante o Senado, nem com o projeto de renovação, sendo essencialmente uma narrativa política. Ele destacou que o verdadeiro problema não reside no procedimento legal em si, mas no fato de que essa ação tenta influenciar as decisões de política do Federal Reserve.
A posição firme de Powell em relação à intimação criminal
Diante das acusações na intimação criminal, Powell expressou uma postura clara. Ele prometeu que o Federal Reserve continuará a definir a política de taxas de juros com base em evidências objetivas e dados econômicos, sem ceder à pressão política nem alterar sua posição por meio de intimidações. Essa declaração evidencia a determinação e a confiança do presidente do banco central sob forte pressão, além de representar uma importante defesa da independência do Fed.
O dilema da independência do banco central sob intervenção política
Powell destacou especialmente que, embora respeite profundamente os princípios do Estado de Direito, essa ação é sem precedentes na história e deve ser vista como uma continuação da pressão contínua do governo atual sobre o Federal Reserve. Sua declaração sugere que essa intimação criminal não é um evento isolado, mas parte de uma estratégia mais ampla de intervenção política. A capacidade do Federal Reserve de manter sua independência de decisão sob pressão política tornou-se uma questão central na política financeira atual.
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Powell recusa-se a cumprir intimação criminal, mantendo a posição de independência do Federal Reserve
O presidente do Federal Reserve, Powell, enfrenta recentemente uma nova onda de pressão por parte do Departamento de Justiça dos EUA. Segundo relatos da mídia, o Departamento de Justiça, alegando que ele testemunhou perante o Senado em junho do ano passado, iniciou acusações criminais contra ele, ameaçando-o. A intimação criminal envolve detalhes de anos de um projeto de renovação de uma propriedade pessoal de Powell, e a intimação do grande júri foi oficialmente entregue na última sexta-feira.
O verdadeiro objetivo por trás das acusações do Departamento de Justiça
Powell afirmou de forma franca que a intimação criminal não tem relação alguma com seu testemunho perante o Senado, nem com o projeto de renovação, sendo essencialmente uma narrativa política. Ele destacou que o verdadeiro problema não reside no procedimento legal em si, mas no fato de que essa ação tenta influenciar as decisões de política do Federal Reserve.
A posição firme de Powell em relação à intimação criminal
Diante das acusações na intimação criminal, Powell expressou uma postura clara. Ele prometeu que o Federal Reserve continuará a definir a política de taxas de juros com base em evidências objetivas e dados econômicos, sem ceder à pressão política nem alterar sua posição por meio de intimidações. Essa declaração evidencia a determinação e a confiança do presidente do banco central sob forte pressão, além de representar uma importante defesa da independência do Fed.
O dilema da independência do banco central sob intervenção política
Powell destacou especialmente que, embora respeite profundamente os princípios do Estado de Direito, essa ação é sem precedentes na história e deve ser vista como uma continuação da pressão contínua do governo atual sobre o Federal Reserve. Sua declaração sugere que essa intimação criminal não é um evento isolado, mas parte de uma estratégia mais ampla de intervenção política. A capacidade do Federal Reserve de manter sua independência de decisão sob pressão política tornou-se uma questão central na política financeira atual.