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Por que o ouro e o Bitcoin continuam a subir: o mistério do ciclo de 4 anos
Desde a crise financeira de 2008 até hoje, o preço do ouro subiu de cerca de 400 dólares por onça para mais de 1800 dólares atualmente, acumulando uma valorização superior a 300%. No mesmo período, o Bitcoin passou de 0,01 dólares para os atuais 89.990 dólares, com uma valorização ainda mais surpreendente. Por que estes dois ativos, considerados instrumentos de reserva de valor, continuam a subir? A resposta talvez resida na lei da escassez que ambos seguem — e o Bitcoin realiza essa lei de forma perfeita através de um mecanismo de ciclo de 4 anos.
Semelhanças entre Ouro e Bitcoin: Escassez que impulsiona o valor
Para entender por que o Bitcoin está sempre em alta, primeiro é preciso compreender por que o ouro também sempre valorizou. A razão fundamental pela qual o ouro tem sido considerado símbolo de riqueza há milênios é sua escassez — as reservas de ouro na Terra são limitadas e a dificuldade de extração aumenta a cada ano. À medida que o ouro de fácil acesso se esgota, a oferta adicional diminui continuamente, fazendo com que o ouro mantenha seu valor frente à inflação e à incerteza econômica.
Os criadores do Bitcoin, incluindo Satoshi Nakamoto, ao desenvolverem a moeda em 2009, basearam-se nesta característica do ouro. O Bitcoin não é emitido por um banco central, mas garante matematicamente que sua oferta total nunca ultrapassará 21 milhões de unidades. Este limite rígido na oferta faz do Bitcoin uma espécie de “ouro 2.0” na era digital.
De acordo com o modelo de estoque fluxo descontado (S2F) — um indicador clássico para medir a escassez de commodities como ouro e prata — o índice S2F do Bitcoin é aproximadamente 110, enquanto o do ouro é 60. Isso significa que, na avaliação de escassez, o Bitcoin até supera o ouro. Mas o segredo de como o Bitcoin consegue garantir uma escassez crescente está no evento de halving que ocorre a cada 4 anos.
O mecanismo de ciclo de 4 anos do Bitcoin: Como a redução da oferta impulsiona o preço
O halving do Bitcoin refere-se à redução automática da recompensa de mineração a cada 4 anos. Em 2009, a recompensa por bloco minerado era de 50 bitcoins; após quatro halving, em 2024, ela caiu para 3,125 bitcoins. Este ciclo continuará até aproximadamente 2140, quando o total de bitcoins chegará a 21 milhões.
Do ponto de vista econômico, o halving aumenta diretamente o índice S2F do Bitcoin. Cada halving reduz a nova oferta pela metade, enquanto o estoque existente permanece constante, o que duplica a escassez. Com a expectativa de uma oferta drasticamente menor, investidores e traders começam a comprar avidamente, formando um ciclo auto-reforçador de “expectativa de alta → compra → aumento de preço”.
Este ciclo geralmente se divide em quatro fases:
Fase de Acumulação (cerca de 12-15 meses): após o pico do ciclo anterior, o mercado entra em baixa, os investidores de varejo sofrem perdas e saem, mas os detentores de longo prazo começam a acumular. Análises on-chain mostram que investidores profissionais estão silenciosamente acumulando.
Fase de Expectativa (6-12 meses antes do halving): o mercado começa a digerir a escassez gerada pelo halving. A atenção da mídia aumenta, novos investidores entram, e o sentimento passa de neutro para otimista.
Fase de Explosão (12-18 meses após o halving): após o halving, a nova oferta diminui drasticamente. Os investidores de varejo entram em massa, impulsionados pelo FOMO (medo de perder). Esta fase costuma criar recordes históricos, com traders alavancados acelerando a alta, levando o preço a uma curva parabólica.
Fase de Correção (final do ciclo): o mercado fica excessivamente alavancado, eventos de risco desencadeiam liquidações em cadeia. Traders são forçados a liquidar posições, a alavancagem se dissolve, e o preço despenca rapidamente, entrando em um novo mercado de baixa.
Validação histórica: de 2013 a 2025, como os ciclos se desenrolam
Primeiro ciclo em 2013: o Bitcoin entrou na consciência pública, impulsionado pela comunidade de tecnologia. A Mt. Gox era a principal exchange, mas em 2014, 850 mil bitcoins foram roubados, levando a uma crise de confiança e uma queda de 85% no preço.
Segundo ciclo em 2017: após o lançamento do Ethereum, o entusiasmo por ICOs inflamou o mercado. O Bitcoin subiu de cerca de 200 dólares em dois anos e meio para 20.000 dólares. Mas, com fraudes em ICOs e ações regulatórias, o queda foi de 84%, levando o preço a 3.200 dólares.
Terceiro ciclo em 2021: durante a pandemia, os bancos centrais de todo o mundo realizaram estímulos massivos. Empresas como MicroStrategy e Tesla adquiriram grandes quantidades de Bitcoin, e plataformas como PayPal e CashApp passaram a suportar a negociação. O Bitcoin atingiu um recorde de 69.000 dólares. Mas a crise do stablecoin UST, a falência da FTX e o aumento de juros pelo Fed fizeram o preço cair para 15.500 dólares.
Ciclo atual de 2024-2026: participação institucional aumentou significativamente. Em janeiro de 2024, o ETF de Bitcoin spot foi aprovado, com gigantes tradicionais como BlackRock, Fidelity e VanEck entrando no mercado. Antes do halving de 2024, o Bitcoin atingiu um novo pico de 73.000 dólares, e em 2025 superou a máxima histórica, atualmente negociando por volta de 89.990 dólares, com máxima histórica de 126.080 dólares.
Por que os ciclos acontecem: análise multidimensional
Liquidez e macroeconomia: Arthur Hayes, fundador da BitMEX, aponta que os ciclos do Bitcoin estão fortemente ligados à liquidez global. Em 2013, o pico foi impulsionado pela expansão monetária após 2008; em 2017, pela depreciação do iene; em 2021, pelo excesso de liquidez pós-pandemia. Isso mostra que, apesar do ciclo de 4 anos, o preço do Bitcoin é mais influenciado por políticas macroeconômicas.
Fatores psicológicos e autorrealização: o Bitcoin não possui valor intrínseco, dependendo principalmente das expectativas das pessoas. Como o ciclo de 4 anos foi repetidamente validado, investidores tendem a negociar com base na expectativa, criando uma profecia autorrealizável. Essa forte reflexividade faz com que narrativas, boatos e expectativas tenham impacto enorme no preço.
Mudanças na estrutura dos participantes: o sentimento dos varejistas é emocional, com preferência por alavancagem, compra na alta e venda na baixa; enquanto os institucionais são mais disciplinados, com prazos longos e gestão de risco rigorosa. Com a entrada de grandes players, a volatilidade do mercado começa a diminuir.
Entrada institucional: uma mudança de jogo
O ciclo de 4 anos tradicional era impulsionado por investidores de varejo, que tendem a agir por impulso. Eles compram por FOMO e vendem por pânico, levando a oscilações extremas — geralmente valorizando mais de 300% e caindo mais de 70%.
Nos últimos dois anos, essa dinâmica mudou. A entrada de ETFs, empresas incluindo Bitcoin em seus balanços, fundos de aposentadoria e seguradoras alterou a estrutura do mercado. Esses investidores institucionais:
O resultado? A volatilidade do mercado diminui, eventos extremos tornam-se menos frequentes. Atualmente, a correlação do Bitcoin com as políticas do Fed, o dólar e os fatores macroeconômicos aumentou, enquanto sua correlação com o ciclo de halving diminuiu.
O ciclo ainda existe? Critérios de avaliação
Para determinar se o ciclo de 4 anos ainda é válido, pode-se observar sinais como:
Sinal 1: Ainda ocorrerão picos de preço?. Nos ciclos anteriores, após o halving, o Bitcoin subiu 200-300% em 12-18 meses. Se esses picos extremos desaparecerem, o ciclo pode estar enfraquecido.
Sinal 2: Ainda ocorrerão quedas acentuadas?. Os ciclos tradicionais terminam com quedas de mais de 70%. Se, no futuro, as correções forem de apenas 20-30%, indica que a gestão de risco institucional está atuando.
Sinal 3: Participação dos varejistas. Nos finais de ciclo, as altcoins tendem a subir de forma parabólica, com aumento de participação de varejo. Se a participação de varejo ainda estiver abaixo dos níveis históricos, o ciclo pode estar se enfraquecendo.
Sinal 4: Influência macroeconômica. Se o preço do Bitcoin passar a ser totalmente determinado por políticas do Fed, inflação, câmbio, etc., e não pelo halving, ele terá se tornado um ativo macroeconômico, e o impacto do ciclo de halving será mínimo.
Lições do ouro e perspectivas futuras
Por que o ouro sempre sobe? Porque sua escassez aumenta. Por que o Bitcoin também sobe? Pela mesma razão, mas com um mecanismo acelerador de ciclo de 4 anos.
Contudo, à medida que o Bitcoin amadurece, suas características de ciclo podem estar evoluindo, não desaparecendo. A volatilidade do ouro já é relativamente moderada, impulsionada por fatores macro como taxas de juros reais e o índice do dólar, e não por choques de oferta. O Bitcoin pode estar caminhando para uma trajetória semelhante de maturidade.
O ciclo de 2026, atualmente, apresenta sinais de que o mercado está se tornando mais dominado por instituições, com menor participação de varejo e maior correlação com políticas macroeconômicas. Isso sugere que o Bitcoin pode estar em transição de um “ativo de ciclo” para um “ativo macroeconômico”. Não é o ciclo que desaparece, mas que evolui.
O futuro do Bitcoin provavelmente será semelhante ao do ouro: continuará a subir devido à escassez, mas de forma mais moderada; terá correções, mas raramente extremas. A lógica da escassez nunca mudará, mas a forma de impulsionar essa escassez para gerar valor está sendo reformulada.