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Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro de Criptomoedas aprovada, a Comissão de Valores Mobiliários inicia uma nova era de "supervisão rigorosa"
A governança do mercado de ativos virtuais enfrenta uma mudança significativa. O presidente da Comissão de Valores Mobiliários, Peng Jinlong, afirmou recentemente à Comissão de Finanças do Yuan Legislativo que, após a conclusão da legislação sobre os Serviços de Ativos Virtuais, a Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro de Criptomoedas se tornará o núcleo da supervisão, e a Comissão adotará um padrão de “supervisão rigorosa” para os operadores de ativos virtuais, tendo já iniciado ações contra a lavagem de dinheiro — este ano, aplicando multas a 11 corretoras, totalizando mais de milhões de yuan.
Prevenção à lavagem de dinheiro torna-se prioridade, multas a 11 operadores atingem recorde
A Comissão de Valores Mobiliários realizou inspeções concentradas nos operadores de ativos virtuais, constatando várias falhas evidentes na prevenção à lavagem de dinheiro, combate ao financiamento do terrorismo e controle da proliferação de armas. Segundo a opinião do Escritório de Inspeções, a Comissão de Valores Mobiliários aplicou multas a 11 provedores de serviços de ativos virtuais (VASP) neste ano, totalizando mais de @E5@ milhões de yuan, representando a maior ação de supervisão de criptomoedas dos últimos anos.
Por trás dessas multas, revela-se uma questão central: a insuficiência do sistema de prevenção à lavagem de dinheiro de criptomoedas. Peng Jinlong destacou que o sistema atual ainda possui brechas, e que a implementação da legislação específica fortalecerá significativamente os mecanismos de controle — não apenas exigindo que os operadores estabeleçam uma “conexão de informações entre setores”, mas também expandindo para uma “comunicação intersetorial obrigatória”, formando uma rede de prevenção de riscos abrangente.
Da atualização do registro à supervisão de negócios licenciados, oito subleis para estruturar o quadro regulatório
Assim que a Lei de Serviços de Ativos Virtuais for aprovada em terceira leitura, a Comissão de Valores Mobiliários deverá, até o primeiro semestre do próximo ano, estabelecer oito subleis para regulamentar integralmente os requisitos operacionais dos operadores de ativos virtuais. Destas, sete são específicas para VASP, abrangendo aspectos como constituição de empresas, gestão financeira, controles internos, segurança cibernética, terceirização, combate a fraudes e tratamento de transações anômalas.
Essas regulamentações complementares incorporarão os requisitos da Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro de Criptomoedas em todas as etapas da operação dos operadores. Por exemplo, os VASP deverão futuramente separar rigorosamente os ativos próprios dos ativos dos clientes, estabelecer sistemas de garantia e fideicomisso para assegurar a segurança dos fundos, além de promover a autorregulação por parte das associações do setor, formando um mecanismo de autorregulamentação de mercado.
A mudança mais importante reside no fato de que o nível de supervisão passará de um registro apenas focado na “prevenção à lavagem de dinheiro” para uma supervisão de “negócios licenciados”, o que significa que os operadores de ativos virtuais passarão a estar sob o mesmo regime de supervisão de instituições financeiras, com requisitos de capital, controles internos e condições financeiras que atendam a determinados padrões.
A regulamentação de stablecoins como destaque final, “ativos de reserva total” como condição de emissão
Dentre as oito subleis, a mais aguardada é a regulamentação da emissão e gestão de stablecoins, considerada a implementação definitiva do sistema da Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro de Criptomoedas. A Comissão de Valores Mobiliários estabelecerá critérios claros para os emissores, incluindo requisitos de capital mínimo, procedimentos de solicitação, tipos de moedas passíveis de emissão, cenários de aplicação, motivos para revogação de licenças, estabelecimento de ativos de reserva e requisitos de auditoria periódica, além de um fluxo operacional completo para emissão e resgate de stablecoins.
De particular interesse é a preferência inicial da Comissão por emissores que possuam “ativos de reserva total”, ou seja, bancos com capacidade de manter ativos de reserva adequados. Essa disposição reforça diretamente a eficácia da prevenção à lavagem de dinheiro, uma vez que o sistema bancário já possui mecanismos robustos de combate à lavagem de dinheiro e procedimentos de verificação de clientes.
“Sem pressa, mas também sem querer ficar para trás”, busca por equilíbrio na supervisão de ativos virtuais em Taiwan
Respondendo à preocupação do deputado Lin Defu de que a penetração do mercado esteja atrás do padrão internacional, Peng Jinlong afirmou que, embora a proporção de taiwaneses que possuem criptomoedas seja inferior a 5%, muito abaixo dos 10% a 15% dos Estados Unidos e Coreia do Sul, os ativos virtuais ainda são considerados um “mercado em desenvolvimento”, com países em fase de elaboração de regulamentações. A postura da Comissão é de “não ter pressa, mas também não querer ficar para trás” — garantindo a saúde do mercado e a segurança das transações, ao mesmo tempo em que oferece espaço para o desenvolvimento razoável do setor.
A nova fase na implementação da Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro de Criptomoedas marcará uma nova etapa na supervisão de ativos virtuais em Taiwan. A Comissão de Valores Mobiliários enfatiza que, após a aprovação da legislação específica, o escopo da supervisão incluirá proteção dos participantes, estabilidade financeira e equidade de mercado, além de reforçar inspeções financeiras e mecanismos de prevenção a fraudes, garantindo que os riscos do mercado permaneçam controlados e as transações seguras. A indústria acredita que essa mudança irá transformar o ecossistema do mercado de ativos virtuais em Taiwan.