Os indivíduos com alto nível de cognição têm apenas uma característica central: uma saúde física extremamente robusta. O que é uma alta cognição? Não é ter uma visão de mundo mais correta, pensamento mais profundo ou uma fala mais erudita, nem é ostentar grandes projetos ou conhecimentos macroeconômicos. Todas essas etiquetas sociais podem ser encenadas, disfarçadas ou até falsificadas. Você não consegue distinguir o verdadeiro do falso, nem perceber as causas e virtudes por trás de uma pessoa. Somente o corpo é algo que não se consegue enganar. As feições, a postura, o brilho da pele, o foco do olhar, a agilidade do pensamento, tudo isso refletido pelas funções corporais, não pode ser mascarado por “técnicas de discurso”. Uma antiga máxima chinesa diz: “Corpo fraco não sustenta riqueza”. Isso não é apenas superstição, mas uma lei de conservação de energia. Quem consegue manter grandes riquezas e assumir responsabilidades sob alta pressão, certamente possui uma base física forte. Uma boa condição física é a manifestação final de uma cognição de alto nível. A fisiologia determina a psicologia: não é que sua personalidade seja fraca, mas que seu corpo está debilitado, e manter a saúde a longo prazo é uma tarefa de uma barreira cognitiva extremamente elevada. A maioria das dificuldades de vida — fadiga, procrastinação, desgaste emocional, covardia, medo de conflitos — parecem ser problemas de caráter ou visão de mundo, mas, na essência, são problemas de “funções fisiológicas”. Uma pessoa com inflamações constantes e oscilações severas de açúcar no sangue não pode ter uma vontade forte. Pessoas com alta cognição compreendem profundamente que “o corpo é o veículo”: 1. Alimentação extremamente disciplinada: sabem controlar o açúcar, consumir gorduras e proteínas de alta qualidade. Não se entregam a excessos por uma dose barata de dopamina. Seus cardápios são sempre simples, limpos e anti-humanos. 2. Execução de ação e conhecimento em harmonia: todos sabem que a saúde é importante, mas apenas os de alta cognição elevam “saúde” ao nível de responsabilidade — pelos pais, pelos filhos, pelo próprio futuro. Visão médica: nunca evitam, fazem intervenções precisas. Pessoas de baixa cognição evitam médicos, achando que “se não for ao hospital, não estou doente”, ou acreditam em remédios milagrosos, subestimando a autoridade profissional. Pessoas de alta cognição são extremamente sensíveis ao corpo: · Focam na qualidade do sono (colchão, travesseiro, iluminação), pois sabem que o sono determina a eficiência cerebral. · Prestam atenção aos micronutrientes (vitamina D, magnésio, zinco), sabendo que oscilações de humor podem ser apenas deficiência nutricional. · Respeitam a especialização, buscando ajuda médica moderna imediatamente ao surgirem problemas patológicos, e ajustam o estilo de vida ao surgirem desconfortos não patológicos. Cuidam do corpo como se fosse um aparelho de alta precisão. Isolamento social: a “frieza” em relação aos outros é uma forma de “economia” de energia. Pessoas de alta cognição parecem muito “friais”, até egoístas, calculistas, indiferentes à família. Na verdade, isso é uma gestão avançada de “energia”. A saúde física é importante, mas a energia mental é ainda mais. Quem consome sua energia, deve eliminá-la fisicamente. · Ao ver pessoas pobres (pensamento escasso), não tente analisar por que são pobres, mantenha distância. · Ao ver pessoas desesperadas (buracos negros de energia), não tente sentir empatia por elas, mantenha distância. Isso não é falta de compaixão, mas uma compreensão clara de que: salvar os outros é tarefa de Deus, a prioridade do comum é proteger seu próprio campo de energia de contaminações. O efeito composto do tempo: preservar sua riqueza genética. Se aos 20 anos seu corpo está saudável, isso é uma loteria genética, um presente dos seus pais. Aos 30 anos, especialmente aos 35, é um divisor de águas na vida. Após os 40 anos, todas as baixas de cognição se manifestarão na forma de “doenças crônicas”. Se alguém passa dos cinquenta anos e ainda mantém energia, corpo equilibrado, sem doenças crônicas ou internações, essa pessoa é realmente forte, extremamente inteligente. Isso significa que ela não apenas herdou a riqueza genética dos antepassados, mas também possui uma sabedoria e autodisciplina elevadas para preservar essa riqueza, resistindo às tentações e ao desgaste do tempo por meio de meio século. Procure se aproximar de pessoas que mantêm saúde física e energia por longos períodos. A energia que elas carregam, difícil de esconder ou fingir, é uma moeda forte validada pelo tempo. Essa energia irá nutrir você, impulsionar você, beneficiando sua vida inteira.
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Os indivíduos com alto nível de cognição têm apenas uma característica central: uma saúde física extremamente robusta. O que é uma alta cognição? Não é ter uma visão de mundo mais correta, pensamento mais profundo ou uma fala mais erudita, nem é ostentar grandes projetos ou conhecimentos macroeconômicos. Todas essas etiquetas sociais podem ser encenadas, disfarçadas ou até falsificadas. Você não consegue distinguir o verdadeiro do falso, nem perceber as causas e virtudes por trás de uma pessoa. Somente o corpo é algo que não se consegue enganar. As feições, a postura, o brilho da pele, o foco do olhar, a agilidade do pensamento, tudo isso refletido pelas funções corporais, não pode ser mascarado por “técnicas de discurso”. Uma antiga máxima chinesa diz: “Corpo fraco não sustenta riqueza”. Isso não é apenas superstição, mas uma lei de conservação de energia. Quem consegue manter grandes riquezas e assumir responsabilidades sob alta pressão, certamente possui uma base física forte. Uma boa condição física é a manifestação final de uma cognição de alto nível. A fisiologia determina a psicologia: não é que sua personalidade seja fraca, mas que seu corpo está debilitado, e manter a saúde a longo prazo é uma tarefa de uma barreira cognitiva extremamente elevada. A maioria das dificuldades de vida — fadiga, procrastinação, desgaste emocional, covardia, medo de conflitos — parecem ser problemas de caráter ou visão de mundo, mas, na essência, são problemas de “funções fisiológicas”. Uma pessoa com inflamações constantes e oscilações severas de açúcar no sangue não pode ter uma vontade forte. Pessoas com alta cognição compreendem profundamente que “o corpo é o veículo”: 1. Alimentação extremamente disciplinada: sabem controlar o açúcar, consumir gorduras e proteínas de alta qualidade. Não se entregam a excessos por uma dose barata de dopamina. Seus cardápios são sempre simples, limpos e anti-humanos. 2. Execução de ação e conhecimento em harmonia: todos sabem que a saúde é importante, mas apenas os de alta cognição elevam “saúde” ao nível de responsabilidade — pelos pais, pelos filhos, pelo próprio futuro. Visão médica: nunca evitam, fazem intervenções precisas. Pessoas de baixa cognição evitam médicos, achando que “se não for ao hospital, não estou doente”, ou acreditam em remédios milagrosos, subestimando a autoridade profissional. Pessoas de alta cognição são extremamente sensíveis ao corpo: · Focam na qualidade do sono (colchão, travesseiro, iluminação), pois sabem que o sono determina a eficiência cerebral. · Prestam atenção aos micronutrientes (vitamina D, magnésio, zinco), sabendo que oscilações de humor podem ser apenas deficiência nutricional. · Respeitam a especialização, buscando ajuda médica moderna imediatamente ao surgirem problemas patológicos, e ajustam o estilo de vida ao surgirem desconfortos não patológicos. Cuidam do corpo como se fosse um aparelho de alta precisão. Isolamento social: a “frieza” em relação aos outros é uma forma de “economia” de energia. Pessoas de alta cognição parecem muito “friais”, até egoístas, calculistas, indiferentes à família. Na verdade, isso é uma gestão avançada de “energia”. A saúde física é importante, mas a energia mental é ainda mais. Quem consome sua energia, deve eliminá-la fisicamente. · Ao ver pessoas pobres (pensamento escasso), não tente analisar por que são pobres, mantenha distância. · Ao ver pessoas desesperadas (buracos negros de energia), não tente sentir empatia por elas, mantenha distância. Isso não é falta de compaixão, mas uma compreensão clara de que: salvar os outros é tarefa de Deus, a prioridade do comum é proteger seu próprio campo de energia de contaminações. O efeito composto do tempo: preservar sua riqueza genética. Se aos 20 anos seu corpo está saudável, isso é uma loteria genética, um presente dos seus pais. Aos 30 anos, especialmente aos 35, é um divisor de águas na vida. Após os 40 anos, todas as baixas de cognição se manifestarão na forma de “doenças crônicas”. Se alguém passa dos cinquenta anos e ainda mantém energia, corpo equilibrado, sem doenças crônicas ou internações, essa pessoa é realmente forte, extremamente inteligente. Isso significa que ela não apenas herdou a riqueza genética dos antepassados, mas também possui uma sabedoria e autodisciplina elevadas para preservar essa riqueza, resistindo às tentações e ao desgaste do tempo por meio de meio século. Procure se aproximar de pessoas que mantêm saúde física e energia por longos períodos. A energia que elas carregam, difícil de esconder ou fingir, é uma moeda forte validada pelo tempo. Essa energia irá nutrir você, impulsionar você, beneficiando sua vida inteira.