A estratégia política central do novo presidente do Federal Reserve pode ser resumida como: “Redução de taxas” e “Encolhimento do balanço” em paralelo, com o objetivo de realizar uma reestruturação de longo prazo na economia. Sua lógica central é: 1. A combinação de políticas parece contraditória, mas na verdade tem objetivos claros Ao reduzir as taxas, diminuir o custo de financiamento para a economia real, apoiando pequenas empresas competitivas e o crescimento do setor real; ao mesmo tempo, ao encolher o balanço, restringe a liquidez do sistema financeiro, rompendo ativamente as bolhas de mercado. 2. Abandonar a “inercia de resgate do mercado”, romper com a ilusão financeira Rompendo com a prática tradicional de “queda do mercado de ações significa resgate”, permitindo que empresas ineficientes dependentes de fundos frouxos sejam eliminadas, assim cortando a expectativa de que o mercado de ações e a economia real estejam ligados por um longo prazo na ideia de “não pode cair”. 3. Divergência estrutural: Benefícios para a economia real vs. prejuízos para ativos de risco Economia real (especialmente pequenas e médias empresas de alta qualidade): beneficiada por um ambiente de juros baixos, com espaço para crescimento. Ativos de risco em bolha (como ações com alta avaliação, dívidas lixo): enfrentam pressão de contração de liquidez, com avaliações possivelmente continuando a ser pressionadas. Essencialmente, troca-se dor de curto prazo por saúde de longo prazo: conduzindo ativamente a limpeza do mercado, promovendo a transferência de fundos do virtual para o real, e reestruturando um sistema econômico que dependa mais do crescimento endógeno do que de estímulos monetários.
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A estratégia política central do novo presidente do Federal Reserve pode ser resumida como: “Redução de taxas” e “Encolhimento do balanço” em paralelo, com o objetivo de realizar uma reestruturação de longo prazo na economia. Sua lógica central é: 1. A combinação de políticas parece contraditória, mas na verdade tem objetivos claros Ao reduzir as taxas, diminuir o custo de financiamento para a economia real, apoiando pequenas empresas competitivas e o crescimento do setor real; ao mesmo tempo, ao encolher o balanço, restringe a liquidez do sistema financeiro, rompendo ativamente as bolhas de mercado. 2. Abandonar a “inercia de resgate do mercado”, romper com a ilusão financeira Rompendo com a prática tradicional de “queda do mercado de ações significa resgate”, permitindo que empresas ineficientes dependentes de fundos frouxos sejam eliminadas, assim cortando a expectativa de que o mercado de ações e a economia real estejam ligados por um longo prazo na ideia de “não pode cair”. 3. Divergência estrutural: Benefícios para a economia real vs. prejuízos para ativos de risco Economia real (especialmente pequenas e médias empresas de alta qualidade): beneficiada por um ambiente de juros baixos, com espaço para crescimento. Ativos de risco em bolha (como ações com alta avaliação, dívidas lixo): enfrentam pressão de contração de liquidez, com avaliações possivelmente continuando a ser pressionadas. Essencialmente, troca-se dor de curto prazo por saúde de longo prazo: conduzindo ativamente a limpeza do mercado, promovendo a transferência de fundos do virtual para o real, e reestruturando um sistema econômico que dependa mais do crescimento endógeno do que de estímulos monetários.