Muitas vezes, as pessoas na verdade estão a corrigir-se ao contrário


Como na frase: ver a si mesmo, ver todos os seres, ver o céu e a terra. Parece haver uma sequência. Na verdade, o mundo objetivo geralmente começa por ver o céu e a terra, entender as várias regras do mundo. Depois, ver os seres, perceber as diferentes pessoas no mundo. Por fim, é ver a si mesmo, e perceber que o mundo exterior não passa de uma projeção própria; só ao ver mais objetos objetivos é que se consegue finalmente ver a si mesmo.
Há também aquela frase: ver a montanha como montanha, ver a montanha como não sendo montanha, e no final, ver a montanha como montanha. Na minha opinião, ainda há quem siga um caminho de duas etapas: no início, ao olhar para a montanha, ela não é montanha; depois, chega-se a ver a montanha como montanha. É como, no mundo objetivo, há quem pense que uma mulher bonita não é bonita, mas sim que a cirurgia estética foi bem feita, que ela cuida bem de si, que se maquilha, enfim, que não reconhece a beleza. Depois, acaba por pensar: ela é realmente bonita, que importa o resto? O importante é que ela seja confortável e bonita de se olhar.
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