EUA–Irão em Genebra: Última ronda de negociações ou "ultimato" de guerra?

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A 26 de fevereiro, Washington e Teerão realizaram uma reunião em Genebra para discutir uma proposta detalhada de acordo nuclear apresentada pelo lado iraniano. Isto é visto como uma importante oportunidade diplomática no contexto em que o Presidente Donald Trump vê esta como a última oportunidade para aliviar as tensões antes que uma ação militar em grande escala possa ser considerada. Segundo relatos da Axios e do The New York Times, a situação política tornou-se extremamente sensível, pois Washington prepara simultaneamente opções alternativas caso as negociações não alcancem os resultados desejados.

Calendário da reunião: Os EUA aguardam proposta nuclear do Irão a 24 de fevereiro

Antes da reunião em Genebra, a 26 de fevereiro, a administração Trump pediu ao Irão que submetesse todos os detalhes da proposta do acordo nuclear até terça-feira, 24 de fevereiro. Um alto responsável de Washington confirmou que as discussões se centrarão numa análise aprofundada de cada ponto do acordo quadro proposto por Teerão.

Segundo informações de fontes ocidentais, se o Irão enviar a sua proposta em breve, espera-se que as negociações entre os EUA e o Irão ocorram já desta vez. No entanto, o ritmo das negociações depende muito de se conseguir alcançar consenso sobre questões centrais.

Plano militar “no bolso”: Estratégia de escalada se a diplomacia falhar

O que acontece nos bastidores é diferente. Segundo pessoas familiarizadas com a situação, Trump disse a conselheiros próximos que, se a diplomacia ou um ataque inicial não forçarem o Irão a abandonar o seu programa de armas nucleares, considerará um ataque em maior escala nos próximos meses.

Atualmente, Trump está a considerar vários cenários. Segundo as fontes, um ataque em grande escala poderia ter como objetivo eliminar líderes-chave iranianos. Trump informou ainda os seus conselheiros que, se medidas diplomáticas iniciais ou ações militares não fossem suficientes para o Irão aceitar as exigências de Washington, ele se absteria de lançar um ataque militar maior até ao final do ano.

Esta estratégia reflete uma atitude de “faca em ambas as mãos”: tanto fazer uma proposta de paz como estar pronto para escalar o conflito se Teerão não fizer concessões. É também por isso que a reunião em Genebra é considerada uma “última oportunidade” antes que a situação possa levar a consequências indesejadas.

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