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As ações europeias recuam à medida que os riscos geopolíticos impulsionam os aumentos do preço do petróleo
Os mercados de ações em toda a Europa preparam-se para quedas mais profundas, à medida que os traders reavaliam o risco das carteiras face à escalada das tensões no Médio Oriente. O conflito que se intensificou durante o fim de semana desencadeou um sentimento de aversão ao risco, com investidores a rotacionar de ações para ativos defensivos. Esta mudança reflete uma crescente ansiedade sobre as perturbações no fornecimento de energia e o seu potencial impacto inflacionista no crescimento económico.
Pressão generalizada sobre as ações continentais
As ações europeias começaram a negociar em baixa, à medida que a situação no Irão entrou no seu quarto dia sem sinais de desescalada. O índice pan-europeu Stoxx 600 registou uma queda significativa de 1,6 por cento, enquanto os principais índices nacionais mostraram uma fraqueza ainda maior. O DAX da Alemanha caiu 2,6 por cento, o CAC 40 da França desceu 2,2 por cento, e o FTSE 100 do Reino Unido perdeu 1,2 por cento. As bolsas asiáticas seguiram o mesmo caminho, com Seul e Tóquio a liderar as descidas regionais. Esta fraqueza coordenada nos mercados de ações sublinha a gravidade da deterioração do sentimento desencadeada pela incerteza geopolítica.
Os participantes do mercado esperam que os relatórios de lucros de grandes empresas, como a firma de cibersegurança CrowdStrike e o gigante do retalho Target, forneçam orientação para as ações. No entanto, o que predomina sobre esses catalisadores específicos das empresas é a preocupação macro mais ampla sobre os custos de energia e os seus efeitos em cascata na economia.
Aumento do petróleo e turbulência no mercado de energia
O complexo energético tornou-se o epicentro da volatilidade do mercado. Os contratos futuros de petróleo bruto subiram, com o Brent a ultrapassar 2 por cento, chegando a mais de 80 dólares por barril, e o WTI a avançar para cerca de 73 dólares por barril. O anúncio do Corpo Revolucionário do Irão sobre o Estreito de Hormuz — um ponto crítico de navegação de petróleo a nível global — aumentou os receios de perturbações no fornecimento, alimentando a força dos preços da energia.
Os preços do gás natural na Europa dispararam após a suspensão operacional do Qatar na sua instalação de gás natural liquefeito Ras Laffan, o maior terminal de exportação de GNL do mundo. Esta perturbação agravou as preocupações com os custos de energia em todo o continente, pressionando as ações e elevando os prémios de risco de recessão nos mercados de obrigações.
Dinâmica cambial e de refúgio seguro
O dólar norte-americano manteve o seu impulso de alta do dia anterior, refletindo a procura tradicional por refúgio seguro durante períodos de tensão geopolítica. O ouro disparou acima de 5.350 dólares por onça, à medida que os investidores procuravam ativos de proteção contra a inflação, face à volatilidade dos preços do petróleo e à perspetiva de pressões sustentadas nos custos de energia.
Os rendimentos dos títulos do Tesouro subiram para 4,04 por cento na maturidade de 10 anos, à medida que os investidores reduziram as expectativas de cortes na taxa de juro pelo Federal Reserve. As duplas pressões da inflação e do risco geopolítico alteraram o consenso do mercado para uma política monetária mais hawkish.
Sinais divergentes no mercado de ações em meio à incerteza
A negociação noturna nos mercados dos EUA forneceu sinais mistos sobre a resiliência do mercado de ações. O Nasdaq Composite, focado em tecnologia, conseguiu ganhar 0,4 por cento, impulsionado pelo anúncio de investimento de 4 mil milhões de dólares da Nvidia em empresas nacionais de fotônica. O índice mais amplo S&P 500 terminou praticamente estável após uma rejeição judicial federal de atrasos relacionados com tarifas, enquanto o Dow Jones caiu 0,2 por cento, com dados de sondagens à indústria a indicar uma expansão industrial mais lenta nos EUA.
A resiliência demonstrada pelas ações americanas contrasta com a severidade da fraqueza das ações europeias, sugerindo que os mercados continentais são mais vulneráveis a choques nos custos de energia e à contaminação geopolítica regional. Os investidores que monitorizam as ações europeias devem ponderar as implicações a médio prazo de preços elevados de petróleo sustentados contra as pressões cíclicas nos lucros.