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Os preços do café sobem à medida que o real brasileiro se valoriza e as dinâmicas de oferta mudam
Futuros de café registaram ganhos expressivos na terça-feira, com o café arábica de março subindo 3,09% para fechar em alta, enquanto o café robusta ICE de março avançou 1,86%. A alta do mercado foi impulsionada por uma forte valorização do real brasileiro, que atingiu uma máxima de 20 meses. Essa movimentação cambial tem implicações importantes para o abastecimento de café, já que um real mais forte desestimula os produtores brasileiros a aumentarem as exportações. Compreender essas dinâmicas de mercado é essencial para acompanhar as tendências de commodities, e plataformas de análise financeira como a Barchart oferecem cobertura abrangente desses fatores de preço.
Fatores de Mercado: Câmbio e Dinâmica de Exportação
A valorização do real brasileiro até uma máxima de 20 meses criou efeitos de reverberação nos mercados de café. Quando a moeda brasileira se fortalece, os produtores locais enfrentam incentivos menos favoráveis para exportar, pois suas receitas em reais diminuem ao serem convertidas de vendas denominadas em dólares. Essa redução na oferta, vindo do maior produtor de arábica do mundo, sustenta os preços.
Dados do Cecafe, conselho de exportadores de café do Brasil, indicam um cenário de oferta mais apertada. As exportações de café verde de dezembro caíram 18,4%, totalizando 2,86 milhões de sacos, com as remessas de arábica diminuindo 10% em relação ao ano anterior, para 2,6 milhões de sacos, e as de robusta despencando 61%, para 222.147 sacos. Essas contrações nas exportações evidenciam restrições de oferta no curto prazo.
As condições climáticas nas principais regiões produtoras do Brasil também apoiaram os preços. A Somar Meteorologia informou que Minas Gerais, maior região de cultivo de arábica do país, recebeu apenas 33,9 mm de chuva na semana encerrada em 16 de janeiro — apenas 53% da média histórica. Chuvas abaixo da média nas principais zonas de produção geralmente sinalizam uma oferta futura mais restrita.
Pressões do lado da oferta e Tendências de armazenamento
Os estoques de café apresentam um quadro misto. As ações de arábica monitoradas pelo ICE caíram para um mínimo de 1,75 anos, de 398.645 sacos em 20 de novembro, mas posteriormente se recuperaram para um máximo de 2,5 meses, de 461.829 sacos, em 14 de janeiro. De forma semelhante, os estoques de robusta do ICE diminuíram para um mínimo de 1 ano, de 4.012 lotes em 10 de dezembro, e depois se recuperaram para um máximo de 1,75 meses, de 4.609 lotes. Embora essas recuperações de estoque sugiram uma melhora na disponibilidade de armazéns, podem potencialmente pressionar os preços para baixo no futuro.
A perspectiva de produção do Brasil oferece um contrapeso às preocupações de oferta. A Conab, órgão oficial de previsão agrícola do Brasil, aumentou sua estimativa de produção de café para 2025 em 2,4%, para 56,54 milhões de sacos, em dezembro, acima dos 55,20 milhões de sacos projetados em setembro. Essa previsão de produção robusta sugere uma oferta abundante, o que pode limitar o potencial de alta dos preços.
Perspectiva de Produção Global e Projeções de Longo Prazo
O Vietname, maior produtor mundial de robusta, emergiu como importante fornecedor. O Escritório Nacional de Estatísticas do Vietname reportou que as exportações de café de 2025 aumentaram 17,5% em relação ao ano anterior, atingindo 1,58 milhões de toneladas métricas. Para o futuro, a produção de café de 2025/26 no Vietname deve subir 6% em relação ao ano anterior, para 1,76 milhões de toneladas métricas (29,4 milhões de sacos), atingindo o maior nível em 4 anos. A Associação de Café e Cacau do Vietname indicou, em outubro, que a produção poderia ser 10% maior que no ano anterior, se as condições climáticas permanecerem favoráveis — uma expansão significativa na oferta.
No cenário global, a Organização Internacional do Café informou, em novembro, que as exportações mundiais de café no ano comercial atual (outubro a setembro) caíram apenas 0,3% em relação ao ano anterior, para 138,658 milhões de sacos, indicando relativa estabilidade no comércio internacional.
A USDA, por meio do Serviço de Agricultura Estrangeira, apresentou a previsão mais detalhada. Em dezembro, o FAS projetou que a produção mundial de café em 2025/26 aumentará 2,0% em relação ao ano anterior, atingindo um recorde de 178,848 milhões de sacos. Contudo, esse crescimento oculta tendências regionais divergentes: a produção de arábica deve cair 4,7%, para 95,515 milhões de sacos, enquanto a de robusta deve subir 10,9%, para 83,333 milhões de sacos. O FAS também prevê que a produção do Brasil em 2025/26 cairá 3,1%, para 63 milhões de sacos, enquanto a do Vietname aumentará 6,2%, para 30,8 milhões de sacos — o maior em 4 anos.
Mais importante, o FAS projeta que os estoques finais de 2025/26 cairão 5,4%, para 20,148 milhões de sacos, de 21,307 milhões em 2024/25. Essa redução de estoques pode oferecer suporte aos preços do café no médio prazo, mesmo com uma dinâmica de oferta complexa e multifacetada. Acompanhar os desenvolvimentos do mercado de commodities por fontes confiáveis de dados financeiros ajuda traders e investidores a navegar por essas condições em evolução no mercado de café.