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O que significa "bearish"? Desde "bullish" e "bearish" até "long" e "short", um artigo que explica completamente a lógica de negociação do círculo de criptomoedas
Entrou recentemente no mercado de criptomoedas? Com certeza já ouviu termos como “bullish” (otimista), “bearish” (pessimista), “long” (comprar para valorizar), “short” (vender a descoberto), “touro” e “urso”. Estes conceitos podem parecer complicados à primeira vista, mas compreendê-los é essencial para participar no mercado de criptomoedas. O que significa ser “bearish”? Por que distinguir entre “long” e “short”? Este artigo irá explicar-lhe passo a passo, com exemplos concretos, para que possa entender completamente estas estratégias básicas, mas cruciais, de negociação.
Por que é importante entender “long” e “bullish”? Fundamentos do trading à vista
No mundo das criptomoedas, “ser bullish” e “fazer long” são conceitos relacionados, mas diferentes. Ser bullish significa esperar que o preço de um ativo suba, ou seja, acredita-se que o valor de uma moeda vai aumentar. Fazer long é a ação prática de aproveitar essa expectativa — ou seja, comprar o ativo.
No mercado à vista, quase todas as compras são operações de “fazer long”. A lógica é simples: comprar barato, vender caro, e lucrar com a subida do preço. Em outras palavras, se você compra uma moeda no mercado à vista, independentemente do motivo, está a fazer uma operação de long.
Os participantes que fazem long são chamados de “touro”. É importante notar que “touro” não se refere a uma pessoa ou entidade específica, mas a todos os investidores que partilham a expectativa de valorização. Quanto maior o grupo, mais forte é a força de compra.
O que significa ser “bearish”? Do pessimismo ao shorting
Se ser bullish é esperar que o preço suba, ser bearish é esperar que o mercado caia — ou seja, acreditar que o preço vai descer. Essa é a base para fazer short. Fazer short é uma ação concreta baseada na expectativa de queda do mercado, ou seja, vender o ativo na esperança de que o preço diminua.
É importante notar que, no mercado à vista, só pode vender um ativo se o possuir. Se não tiver a moeda, não pode fazer short diretamente. No entanto, através de contratos futuros ou trading com alavancagem, mesmo sem possuir o ativo, é possível fazer short. Assim, os investidores têm mais opções de estratégias.
Investidores que esperam que o preço caia e que fazem short são chamados de “urso”. A característica do urso é vender primeiro e comprar depois — ou seja, vender moedas emprestadas ou que já possui, esperando que o preço baixe para recomprar a um valor menor, lucrando com a diferença.
Demonstração prática: o ciclo de “ser bullish” e “fazer long”
Vamos entender com um exemplo simples. Suponha que o preço atual de uma moeda seja 10 euros. Você acredita que ela vai valorizar, então compra uma unidade por 10 euros. Essa ação de comprar é uma operação de long — você está otimista quanto à moeda, por isso compra.
Com o passar do tempo, o mercado evolui como você previu, e o preço sobe para 15 euros. Então, você decide vender a moeda, recebendo 15 euros. Subtraindo os 10 euros de custo, lucra 5 euros. Este é o ciclo completo de uma operação de long: acreditar, comprar, esperar, vender e lucrar.
Riscos e mecanismos do shorting
Agora, vamos ver o que significa fazer short na prática. Imagine que o preço da moeda permanece em 10 euros, mas você acha que vai cair. No entanto, só tem 2 euros em caixa e não consegue comprar a moeda. O que fazer?
Aqui entra o trading com alavancagem ou contratos futuros. Você deposita os 2 euros como garantia na corretora, e empresta uma moeda. Depois, vende essa moeda no mercado, ficando com 10 euros em caixa. Mas atenção: esses 10 euros estão bloqueados, pois precisa devolver a moeda emprestada. Este processo de emprestar e vender é o início do short.
Se o preço cair para 5 euros, você pode usar 5 euros do seu caixa para recomprar a moeda, devolver à corretora, e ficar com um lucro de 5 euros (sem contar juros). Assim, realiza-se o lucro do short.
Risco do short: liquidação forçada e perda de capital
Porém, há um risco importante: e se o preço não cair, mas subir? Nesse caso, cada aumento no preço aumenta a sua perda potencial. Como usou alavancagem (depositando apenas 2 euros para controlar uma posição de 10 euros), a perda é ampliada. Se o preço continuar a subir, a sua perda aumenta até ultrapassar a margem de garantia. Quando isso acontece, a corretora faz uma liquidação forçada (margin call), encerrando a sua posição — o que pode significar perder todo o capital investido.
Este é o motivo pelo qual fazer short, embora seja uma estratégia de mercado pessimista, é também uma das mais arriscadas. A alavancagem é uma faca de dois gumes: pode multiplicar lucros, mas também perdas.
Touro e urso: forças opostas no mercado
Resumindo, os touros são todos os investidores que acreditam na subida do preço e fazem long, impulsionando o mercado para cima. Os ursos são aqueles que esperam a queda e fazem short, pressionando o mercado para baixo. Essas forças opostas lutam continuamente, determinando a direção final do preço.
Quando ouve que “o mercado está sob controlo dos touros”, significa que a força de compra é maior, e o preço tende a subir. Quando se diz que “o mercado está sob controlo dos ursos”, indica que a pressão de venda é maior, e o preço tende a cair. Compreender isso ajuda a interpretar melhor os movimentos do mercado.
Estes conceitos básicos de “ser bullish”, “fazer long”, “ser bearish” e “fazer short” são essenciais para participar no mercado de criptomoedas. Quer opte por uma negociação mais conservadora à vista, ou por estratégias de alto risco com alavancagem, entender bem estes princípios ajuda a tomar decisões mais racionais e evitar perdas por seguir a manada de forma cega.