Há alguns dias, voltei a ver uma pilha de PFP a gritar “entra no grupo, obtém a assinatura, vincula a marca e terás valor a longo prazo”, minha primeira reação não foi FOMO, foi a imagem de uma ponte de corda entre cadeias cruzadas que surge automaticamente na minha cabeça: primeiro perguntar quem define as regras, quem tem a chave, quem assume a culpa se algo der errado… senão, o que chamam de assinatura, na verdade, é só uma captura de tela + uma pilha de promessas.



Eu também não fiquei indiferente. No ano passado, houve um projeto que fez bastante barulho, dizendo que comprar um PFP dava acesso ao “núcleo”, e ainda insinuava um airdrop. Entrei na página do contrato e das permissões por dez minutos, quanto mais olhava, mais estranho ficava: as permissões de upgrade eram muito amplas, quem assinava mais de uma vez não estava claro. Então, silenciosamente, fechei a aba, e a galera que entrou depois, quando a febre passou, o grupo ficou vazio como uma cidade fantasma… de qualquer forma, na hora, só pensei: se não entender, não mexa, pode ir devagar que não faz mal.

Agora, com memes e celebridades chamando atenção, essa rotação de foco é muito rápida, e eu realmente acredito quando os veteranos aconselham os novatos a não pegarem a última peça. A marca, claro, pode dar certo, mas prefiro encará-la como uma “possibilidade”, não uma “garantia”. Por enquanto, assim está bom, mais seguro para dormir tranquilo.
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