O risco de choque energético pode levar o euro/dólar a cair para a zona dos 1.13, diz o Morgan Stanley

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Investing.com ——À medida que os analistas avaliam três cenários diferentes de fornecimento de energia desencadeados pelo conflito no Médio Oriente, o mercado cambial prepara-se para um período de alta volatilidade. O mais recente relatório de avaliação de impacto do Morgan Stanley indica que o dólar americano (USD) e o euro (EUR) continuam fortemente ligados à gravidade das interrupções no fornecimento do mercado petrolífero global.

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O índice do dólar (DXY) tem beneficiado da procura contínua por “refúgio seguro”, mas se o mercado regressar aos níveis de estabilidade de preços e volatilidade do mês passado, o índice poderá recuar 0,6%. No cenário de “resolução recente”, espera-se que o euro/dólar suba para cerca de 1,18.

O alívio no conflito entre os EUA, Israel e Irã pode desencadear uma forte valorização das moedas da Europa Central e de Leste (CEE). Com a recuperação do apetite ao risco, o zloty polaco (PLN), o forint húngaro (HUF) e a coroa checa (CZK) podem apresentar bom desempenho.

Zona neutra de “atualização controlada”

Os níveis atuais do mercado cambial parecem estar alinhados com o quadro de “atualização controlada”. Nesse cenário, espera-se que o petróleo Brent seja negociado perto de 90 dólares por barril, enquanto o índice VIX (volatilidade) esteja ligeiramente acima dos atuais 29,49.

Este cenário intermediário indica que o dólar apenas sofrerá uma ligeira fraqueza, enquanto as moedas sensíveis ao risco subirão moderadamente. A tendência recente pode continuar, mas os analistas alertam que a amplitude dessas mudanças será “limitada”, não afetando significativamente os principais pares de moedas.

Entre as moedas G10, o corona sueco (SEK) e o euro subirão de forma estável, mas com ganhos limitados, enquanto moedas tradicionais de refúgio, como o iene (JPY) e o franco suíço (CHF), podem ter desempenho inferior.

Interrupção grave e nível de 1,13

O cenário de “interrupção grave” agravará significativamente as perspectivas, pois o fornecimento de energia será severamente limitado, levando a uma forte valorização do dólar. Este resultado pressionará fortemente as principais moedas europeias, com o euro/dólar a cair 2,1%, rumo ao nível de 1,13.

Espera-se que o franco suíço seja o principal beneficiário dessa fuga para refúgio. Moedas de países exportadores de commodities, como o dólar canadense (CAD) e a coroa norueguesa (NOK), podem subir apenas ligeiramente.

Entre as moedas G10, a pior performance será do corona sueco (SEK). O zloty polaco (PLN) e o forint húngaro (HUF) terão quedas na região da Europa Central e de Leste, devido aos altos custos de energia e à proximidade dos riscos geopolíticos, que pressionarão suas avaliações.

Este texto foi traduzido com assistência de inteligência artificial. Para mais informações, consulte os nossos termos de uso.

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