Insatisfeito com a "purga política" que forçou o encerramento da conta! Trump processa a JPMorgan Chase, reavivando a controvérsia sobre "desbancarização"

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De acordo com relatos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou com uma ação contra o JPMorgan Chase e seu CEO, Jamie Dimon, acusando o banco de fechar de forma inesperada várias contas bancárias relacionadas a Trump, trazendo novamente à tona a questão da “desbancarização (Debanking)”, que tem sido uma preocupação de longa data no mundo das criptomoedas.
Segundo o conteúdo da queixa, os advogados de Trump alegam que o JPMorgan Chase, em fevereiro de 2021, logo após o término do seu mandato anterior, fechou à força várias contas de empresas de Trump, incluindo restaurantes e campos de golfe, sem aviso prévio ou medidas de reparação.
O autor da ação afirma que a decisão unilateral do banco foi motivada por “motivos políticos e sociais”. A queixa menciona: “Basicamente, o JPMorgan Chase fechou as contas bancárias do autor porque acreditava que o clima político da época favorecia essa ação.”
A expressão “desbancarização” tem sido frequente na indústria de criptomoedas nos últimos anos. Muitas empresas e profissionais do setor reclamam há tempos que abrir e manter contas bancárias nos EUA é quase impossível; mesmo sendo legais e conformes às normas, continuam sendo rejeitados pelos bancos sob o argumento de “considerações de risco”.
Dentro da indústria de criptomoedas, esse fenômeno é chamado de “Operation Choke Point 2.0”, em comparação com a “Operation Choke Point 1.0” promovida pelo Departamento de Justiça dos EUA em 2013. Naquele ano, o governo americano, alegando combater fraudes e lavagem de dinheiro, limitou os serviços financeiros de bancos a determinados “setores de alto risco”, incluindo empresas de empréstimos de dia de pagamento e vendedores de armas.
Já a “Operation Choke Point 2.0” refere-se ao período do governo Biden, quando reguladores, por meio de várias “medidas informais”, excluíram indiretamente a indústria de criptomoedas do sistema bancário tradicional.
Na verdade, desde que Trump retornou à Casa Branca há um ano, o Federal Reserve (Fed), a Office of the Comptroller of the Currency (OCC) e a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) prometeram que, no futuro, ao revisar relacionamentos bancários, o “risco de reputação” não será mais considerado como um dos critérios de avaliação.
Diante das acusações de Trump, o JPMorgan Chase emitiu uma declaração enfatizando que o banco “não fechará contas por motivos políticos ou religiosos”. A declaração afirma:

“Fechamos contas porque esses clientes representam riscos legais ou de conformidade para a empresa. Lamentamos isso, mas as regras atuais e os requisitos regulatórios nos obrigam a agir dessa forma.”

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