Bem-vindo ao Latam Insights, uma compilação das notícias de criptomoedas mais relevantes da América Latina na última semana. Na edição desta semana, a bolsa de valores B3 do Brasil anuncia sua própria moeda estável, um informante detalha o lançamento da Libra e o Nubank estuda a compra de um banco.
A maior bolsa de valores brasileira, B3, anunciou que incluirá uma moeda estável como parte de suas ferramentas de liquidez a partir do próximo ano.
Num evento recente, o Vice-Presidente de Produtos e Clientes da B3, Luiz Masagão, afirmou que a empresa tem como alvo o primeiro trimestre de 2026 como sua janela de lançamento, como parte de uma aceleração da adoção de novas tecnologias.
Masagão afirmou que esta moeda estável se tornará a ferramenta que permitirá a negociação de ativos tokenizados. No entanto, ele também acredita que pode crescer para se tornar algo mais relevante. Sobre isso, ele declarou:
Pode ser muito mais do que isso. Com a redução do DREX, o mercado tem uma demanda por um ativo para liquidar toda a economia digital.
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A mídia local publicou um artigo devastador que narra os meses que antecederam, durante e após o lançamento da Libra, uma moeda supostamente projetada para ajudar os empreendedores argentinos a garantir financiamento.
De acordo com o Clarin, uma festa de lançamento secreta foi realizada em um hotel luxuoso em Dallas, com mais de 20 pessoas presentes. O relatório afirma que Mauricio Novelli e Manuel Terrones Godoy, dois empreendedores que já se encontraram com o Presidente Javier Milei antes, atuaram como o nexo entre os organizadores do evento e ele.
Um informante anônimo, conhecido como K, que participou neste lançamento, relatou que alguém na sala informou Milei sobre a Libra com antecedência e lhe deu o número do contrato a ser publicado no X. Quando isso finalmente aconteceu, uma celebração eclodiu.
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A Nubank, uma das maiores empresas de fintech na Latam, considera adquirir um pequeno banco para cumprir com as recentes regulamentações brasileiras.
De acordo com relatórios tornados públicos na semana passada, a empresa, que já alcançou mais de 110 milhões de clientes na Latam, estaria enfrentando uma supervisão aumentada por parte dos reguladores devido ao seu nome.
Novas regulamentações aprovadas em novembro proíbem as empresas de fintech de terem nomes que sugiram a possibilidade de serem bancos reais, uma medida que afeta o Nubank, que não possui uma licença bancária.
A empresa já está buscando adquirir um pequeno banco para absorver sua licença bancária, e adquirir um com dívida pode beneficiar a situação fiscal da empresa.
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