Helen McCaw, uma antiga analista sénior do banco central do Reino Unido, ligou ao Governador Andrew Bailey para se preparar para uma possível contingência criada pela confirmação de vida alienígena no universo. Ela afirma que os mercados podem colapsar e pode ocorrer uma reconfiguração dos ativos após esta notícia.
A possibilidade de a vida alienígena ser real e a reação da população em geral podem resultar em diferentes riscos para o sistema financeiro.
Helen McCaw, ex-analista de segurança financeira no Banco de Inglaterra, alertou para a necessidade de tomar medidas preventivas contra a confirmação de vida alienígena e o caos que isso pode trazer ao sistema económico atual.
McCaw enviou recentemente uma carta a Andrew Bailey, Governador do Banco de Inglaterra, analisando os efeitos de tal declaração e como isso pode causar uma reconfiguração dos ativos, favorecendo refúgios seguros e criptomoedas.

McCaw explicou:
“Pode haver uma volatilidade extrema nos preços nos mercados financeiros devido à catastrofização ou euforia, e um colapso na confiança se os participantes do mercado se sentirem incertos sobre como precificar os ativos usando qualquer um dos métodos familiares.”
Ela explica que a falência de bancos e o colapso do sistema de pagamentos podem levar a tumultos nas ruas. Nesse contexto, vários cenários podem acontecer. Primeiro, os investidores podem correr para a segurança de ativos tangíveis, como ouro, metais preciosos e alguns títulos do governo.
McCaw acredita que, se a divulgação incluir uma revelação de tecnologia espacial, o ouro e outros metais preciosos perderão seu apelo de escassez devido à expectativa de maior disponibilidade de fontes espaciais.
Os ativos digitais também podem brilhar, pois ela acredita que “pode haver uma corrida às moedas digitais como o bitcoin, que podem parecer atraentes se as pessoas questionarem a legitimidade dos ativos apoiados pelo governo e perderem a confiança neles.”
Enquanto o Congresso dos EUA realizou pelo menos duas audiências de alto perfil sobre a questão dos fenómenos aéreos não identificados (UAPs), ainda não há uma prova definitiva apontando para a origem extraterrestre destes.
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