A Tether e a Bitqik planeiam educar as comunidades do Laos sobre o uso de stablecoins através de programas locais e ferramentas de aprendizagem online.
A iniciativa foca no uso prático de criptomoedas para pagamentos, poupanças e atividades financeiras diárias em várias cidades.
A parceria visa atingir 10.000 participantes até 2026 para apoiar uma adoção mais segura e informada de ativos digitais.
A Tether colaborou com uma bolsa de ativos digitais licenciada chamada Bitqik no Laos para implementar um programa nacional de educação em criptomoedas. O programa é dedicado ao Bitcoin e às stablecoins, com muita atenção ao uso cotidiano das finanças. O esforço visa melhorar a conscientização financeira digital entre os cidadãos de diferentes níveis de renda e educação.
ÚLTIMA: 🇱🇦 Tether e Bitqik lançam iniciativa nacional no Laos para educar as pessoas sobre Bitcoin e stablecoins. pic.twitter.com/JrFnkj4DvJ
— CryptoGoos (@cryptogoos) 20 de janeiro de 2026
A colaboração foi confirmada em 19 de janeiro e centra-se na literacia financeira, ao invés de atividades de trading. Ambas as empresas planejam introduzir programas de aprendizagem estruturados que expliquem como funcionam os ativos digitais de forma simples. A iniciativa chega num momento em que o Laos continua a explorar ferramentas de pagamento alternativas, devido ao acesso limitado a bancos.
A Bitqik gerenciará os programas de educação através de sua plataforma de academia. O conteúdo focará nos conceitos básicos de blockchain, uso de stablecoins e práticas seguras de transação. O USDT continua sendo a principal stablecoin abordada no currículo devido ao seu uso regional.
A bolsa planeja publicar materiais de aprendizagem online destinados a estudantes e iniciantes. Esses recursos explicarão carteiras digitais, transferências e medidas de segurança. O conteúdo permanecerá prático e evitará complexidades técnicas.
Além disso, a Bitqik organizará eventos presenciais de educação a cada três meses. Essas sessões serão realizadas em grandes cidades, como Vientiane, Paksé, Vang Vieng e Luang Prabang. A ideia é atrair participantes que possam não ter acesso regular à internet.
O programa prioriza o uso responsável de ativos digitais em vez de atividades especulativas. As stablecoins serão apresentadas como ferramentas para pagamentos, poupanças e transações de pequenos negócios. Essa abordagem reflete o interesse crescente em pagamentos digitais nos mercados locais.
A Bitqik acredita que ativos digitais podem ajudar as pessoas a gerenciar melhor as finanças. O currículo conecta ferramentas de blockchain às atividades econômicas diárias. Os participantes aprenderão como as stablecoins interagem com os métodos de pagamento existentes.
O programa pretende alcançar um público amplo, como estudantes, empreendedores e membros da comunidade. Os organizadores pretendem envolver mais de 10.000 participantes em 2026. A divulgação incluirá seminários, roadshows e plataformas de educação online.
A parceria com o Laos está alinhada com o foco mais amplo da Tether em educação e inclusão financeira. A empresa aumentou os esforços ligados à conformidade, conscientização e segurança das finanças digitais. A educação agora desempenha um papel central na sua estratégia regional.
Fora da região do Sudeste Asiático, a Tether fez parcerias com outras organizações ao redor do mundo para abordar os riscos relacionados às criptomoedas. Na África, ela colaborou com o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime. Essa colaboração foca na prevenção do crime e na segurança da população vulnerável.
A Tether também expandiu seus produtos voltados ao consumidor. Sua parceria com a Rumble lançou uma carteira não custodial que aceita Bitcoin, USDT e Tether Gold. A carteira facilita pagamentos digitais diretos, sem intermediários.
A iniciativa no Laos reflete uma tendência regional mais ampla em direção à educação em criptomoedas. Nas Filipinas, a Coins.ph lançou uma campanha focada em remessas e pagamentos. O esforço seguiu melhorias na infraestrutura que suportam transferências de stablecoins mais rápidas.
De acordo com estatísticas do setor, as stablecoins estão em ascensão como ferramentas de remessa. Estima-se que o uso de stablecoins possa representar 23% de todos os fluxos de remessas mundiais. Os analistas preveem que, até 2028, a Ásia poderá alcançar $250 bilhões em remessas apoiadas por stablecoins.
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