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Estratégia Joaquim: O mercado A mantém tendência de flutuação a curto prazo; recomenda-se alocação equilibrada a curto prazo
Investimento pontos-chave
Revisão histórica: altos preços do petróleo têm maior impacto na inflação externa, enquanto o mercado de ações é mais impulsionado por liquidez e fundamentos. (1) Os altos preços do petróleo elevam a inflação externa, especialmente em períodos de crescimento econômico. Primeiro, preços elevados de petróleo aumentam significativamente a inflação nos EUA, mais evidente durante a recuperação econômica: por exemplo, o IPC dos EUA atingiu 5,6% em julho de 2008 e 9,1% em junho de 2022, sendo que em 2008 o país já enfrentava a crise subprime e o mercado imobiliário enfraquecia, enquanto em 2022 a economia estava em recuperação pós-pandemia; segundo, preços elevados de petróleo podem gerar inflação importada na China, refletida na alta do PPI, como o IPC chinês atingiu 8,7% em fevereiro de 2008 e 2,3% em novembro de 2021, e o PPI chinês chegou a 10,0% em julho de 2008, mantendo-se entre 8% e 14% na segunda metade de 2021. (2) A liquidez é mais influenciada por tendências econômicas e inflacionárias: primeiro, a decisão do Federal Reserve de aumentar ou diminuir taxas de juros deve considerar conjuntamente a economia e a inflação; segundo, a China ajusta sua liquidez principalmente com base na superaquitação econômica. Terceiro, a desaceleração econômica não é necessariamente causada por preços elevados do petróleo: primeiro, a desaceleração dos EUA decorre de fundamentos econômicos fracos ou aperto de liquidez; segundo, a desaceleração doméstica é mais devido à fraqueza da demanda externa. (3) A desaceleração econômica não é causada por preços altos do petróleo, mas por fatores internos ou externos, como a crise financeira de 2008 ou a retração de 2022, ambos influenciados por fatores como a demanda externa.
(2) Os altos preços do petróleo têm impacto negativo no mercado de ações, mas este é mais influenciado por fundamentos e liquidez. Primeiramente, o mercado de ações dos EUA é mais afetado por fundamentos e liquidez: por exemplo, a queda das ações em 2008, durante alta de petróleo e inflação elevada, foi principalmente devido à crise subprime, enquanto o Fed ainda cortava juros; em 2022, o aumento do petróleo elevou as expectativas inflacionárias, levando o Fed a subir juros e as ações a caírem. Em segundo lugar, o mercado de ações da China é mais influenciado por fatores externos e liquidez: em 2008, a queda foi causada pela crise financeira global e aperto de liquidez desde 2007; em 2022, a queda foi influenciada pelo conflito Rússia-Ucrânia, pandemia de Xangai e aumento de juros do Fed, enquanto a liquidez doméstica permaneceu relativamente frouxa.
(二) No momento atual, o mercado de ações da China mantém resiliência, sustentado por políticas, fundamentos e liquidez, com tendência de oscilação de curto prazo. (1) O impacto do aumento atual do petróleo na inflação pode ser menor do que em 2007 e 2022: primeiro, a participação de energia no IPC dos EUA caiu de cerca de 10% em 2012 para 6-7%; segundo, a economia e o emprego dos EUA estão desacelerando, com indicadores como PMI manufatureiro e salários em queda, indicando tendência de enfraquecimento; terceiro, o aumento do petróleo devido a conflitos no Oriente Médio, como o conflito entre EUA e Irã, pode se resolver rapidamente, reduzindo o impacto inflacionário. (2) O aumento do petróleo pode afetar negativamente as ações dos EUA, mas de forma limitada: primeiro, a inflação pode subir, mas de forma mais moderada do que em 2007 e 2022, reduzindo a expectativa de cortes de juros do Fed; segundo, o impacto na economia e nos fundamentos dos EUA é limitado, pois já estão em desaceleração, e o aumento de custos pode afetar o consumo, mas o setor de tecnologia deve continuar a crescer, desde que a liquidez não seja restrita severamente. (3) A curto prazo, o mercado de ações chinês pode permanecer relativamente resiliente, apoiado por políticas ativas, recuperação econômica e liquidez moderada: primeiro, as políticas econômicas continuam favoráveis; segundo, indicadores econômicos como produção, investimentos e confiança estão em recuperação; terceiro, a liquidez doméstica deve permanecer frouxa, com menor pressão inflacionária e possível redução de fluxos de capital estrangeiro, mas fundos de médio e longo prazo continuam entrando.
Configuração setorial: alocação equilibrada de setores de tecnologia de alta qualidade, ciclos e dividendos de baixo valor. (1) Setores de petróleo, energia e tecnologia de alta qualidade podem apresentar desempenho superior a curto prazo: historicamente, durante rápidas altas de preços do petróleo, setores de energia, carvão e materiais relacionados tiveram desempenho superior; setores de tecnologia, embora pressionados durante altas de petróleo, podem mostrar resiliência em segmentos com bom desempenho ou tendência de crescimento, como energia renovável, veículos elétricos e hardware tecnológico. (2) Recomenda-se alocação equilibrada: setores com tendência de crescimento, como energia renovável, telecomunicações, semicondutores, metais não ferrosos, produtos químicos, defesa (aeronáutica comercial) e saúde; além de setores de valor, como carvão, energia e bancos, que podem se beneficiar de dividendos baixos.
Avisos de risco: experiências passadas podem não se repetir, mudanças políticas inesperadas e recuperação econômica abaixo do esperado.